O Partido Socialista está a organizar a Universidade de Verão de 2004. A cidade de Évora volta a ser a cidade escolhida para acolher esta iniciativa que no ano passado recebeu elogios generalizados.
A edição deste ano tem como tema A Política e os Média, e vai decorrer entre os dias 23 a 28 de Agosto.
Consulta o Programa Provisório e o processo de candidatura a participante na Universidade de Verão.
sábado, junho 05, 2004
quarta-feira, junho 02, 2004
Reunião
Domingo, pelas 16.30h na sede do PS, reunião do secretariado que como vem sendo hábito será aberta também, a todos os militantes e simpatizantes que queiram aparecer. E devem aparecer!
De forma informal, falaremos da actual situação política, da campanha para as europeias, de actividades (lúdicas) para este Verão, e de tudo o mais que nos/vos ocorrer.
Além de que com o calor a despontar, é tempo de recuperarmos aquele velho mote da jota daqui que diz: "mais vale um bagaço na mão que um whisky no balcão" sendo que o bagaço pode ser trocado por imperial! (se calhar também não era politicamente correcto dizer isto...)
até lá, saudações socialistas, e sintam-se como no apoio à selecção: estão todos convocados!
De forma informal, falaremos da actual situação política, da campanha para as europeias, de actividades (lúdicas) para este Verão, e de tudo o mais que nos/vos ocorrer.
Além de que com o calor a despontar, é tempo de recuperarmos aquele velho mote da jota daqui que diz: "mais vale um bagaço na mão que um whisky no balcão" sendo que o bagaço pode ser trocado por imperial! (se calhar também não era politicamente correcto dizer isto...)
até lá, saudações socialistas, e sintam-se como no apoio à selecção: estão todos convocados!
Anedota, daquelas
Nós sabemos, é feio, é maldoso, não é politicamente correcto, mas também, não fomos nós que descemos o nível, e, talvez pela nossa irreverente juventude, não conseguimos resistir a publicar estas coisas que nos enviam... e rir afinal, funciona ao menos como analgésico.
"Durão Barroso e o seu motorista passavam por uma estrada quando,
subitamente, atropelaram um porco matando-o instantaneamente.
Durão Barroso disse então ao seu motorista que fosse até à quinta e
explicasse ao dono do animal o que tinha acontecido.
Uma hora mais tarde, Durão Barroso vê o seu motorista a cambalear em
direcção ao carro, com um cigarro na mão e com uma garrafa na outra.
A roupa estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu?- perguntou o Durão Barroso.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a sua mulher, cigarros e a sua
charmosa filha de 19 anos fez amor comigo, apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disse? - perguntou Durão Barroso.
- Sou o motorista do Durão Barroso e acabo de matar o porco!"
"Durão Barroso e o seu motorista passavam por uma estrada quando,
subitamente, atropelaram um porco matando-o instantaneamente.
Durão Barroso disse então ao seu motorista que fosse até à quinta e
explicasse ao dono do animal o que tinha acontecido.
Uma hora mais tarde, Durão Barroso vê o seu motorista a cambalear em
direcção ao carro, com um cigarro na mão e com uma garrafa na outra.
A roupa estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu?- perguntou o Durão Barroso.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a sua mulher, cigarros e a sua
charmosa filha de 19 anos fez amor comigo, apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disse? - perguntou Durão Barroso.
- Sou o motorista do Durão Barroso e acabo de matar o porco!"
terça-feira, junho 01, 2004
E os nomeados para o Globo do político mais mal-educado são:
"1) Manuela Ferreira Leite, pelos insultos dirigidos ao deputado socialista Eduardo Cabrita ("incompetente", "não merece o salário que ganha");
2) João de Almeida, por ter apelidado Sousa Franco de "senhor careca, de óculos grandes e esquisitos", acrescentando o curioso detalhe de o ter visto escapando à perseguição de dois (!?) cobradores de fraque;
3) Ana Manso, pela elevada sentença: "À frente da lista do PS temos um homem sem categoria. E não é por lhe faltar alguma coisa em termos físicos".
Como é possível? Que absoluta falta de nível! Que inacreditável baixeza! De pessoas com esta responsabilidade espera-se, no mínimo, boa-educação. Dignidade.
Pela pessoa que é e pelos serviços que já prestou a Portugal, quer como governante quer como académico, Sousa Franco não merecia, não devia, não podia ser ofendido desta forma. Os insultos de que foi alvo são tão injustos e despropositados como aqueles que atingiram Eduardo Cabrita (a quem também estendo a minha simpatia e respeito). Mas são de um teor (ainda) mais grave, pois pretendem ridicularizar o Professor Sousa Franco, amesquinhá-lo, invadir publicamente a sua esfera privada e expô-la de forma vil.
Apesar de tudo, há um (único) ponto positivo nestes episódios lamentáveis: estas pessoas mostraram de que material são feitas. Vale tudo."
colocado por Bruno Rocha no estaleiro
2) João de Almeida, por ter apelidado Sousa Franco de "senhor careca, de óculos grandes e esquisitos", acrescentando o curioso detalhe de o ter visto escapando à perseguição de dois (!?) cobradores de fraque;
3) Ana Manso, pela elevada sentença: "À frente da lista do PS temos um homem sem categoria. E não é por lhe faltar alguma coisa em termos físicos".
Como é possível? Que absoluta falta de nível! Que inacreditável baixeza! De pessoas com esta responsabilidade espera-se, no mínimo, boa-educação. Dignidade.
Pela pessoa que é e pelos serviços que já prestou a Portugal, quer como governante quer como académico, Sousa Franco não merecia, não devia, não podia ser ofendido desta forma. Os insultos de que foi alvo são tão injustos e despropositados como aqueles que atingiram Eduardo Cabrita (a quem também estendo a minha simpatia e respeito). Mas são de um teor (ainda) mais grave, pois pretendem ridicularizar o Professor Sousa Franco, amesquinhá-lo, invadir publicamente a sua esfera privada e expô-la de forma vil.
Apesar de tudo, há um (único) ponto positivo nestes episódios lamentáveis: estas pessoas mostraram de que material são feitas. Vale tudo."
colocado por Bruno Rocha no estaleiro
PS próximo da maioria absoluta
"O PS está próximo de obter a maioria absoluta dos votos expressos, nas eleições europeias do dia 13, segundo o barómetro da Marktest para a TSF/Diário de Notícias. De acordo com os dados hoje divulgados, os socialistas poderão atingir os 49,2 por cento dos votos, enquanto que a coligação do PSD/CDS-PP ficará nos 37,4 por cento.
O Porto, Lisboa e o Sul do país são as regiões fortes do PS. Outro dado significativo, à esquerda, é a maior votação na Grande Lisboa no Bloco de Esquerda, em detrimento da CDU. A nível nacional, a situação inverte-se com a coligação do PCP e «Os Verdes» a obter 6,3 por cento dos votos, e os bloquistas a chegarem aos 5 por cento das intenções de voto.
O cenário de uma vitória socialista nas eleições europeias perde umas décimas, em relação a Abril, mas continua a rondar os 50 por cento de preferências dos inquiridos pelo barómetro.
O barómetro foi realizado entre os dias 17 e 22 de Maio com o objectivo de saber em quem votariam os portugueses se hoje se realizassem eleições para o Parlamento Europeu. A amostra é de 804 entrevistas telefónicas, 377 a mulheres. O erro de amostragem é de 3,46 por cento."
notícia Portugal Diário
Mas não nos deixemos levar em cantigas, nada está ganho antes do tempo, o que interessa mesmo é não deixar de ir votar no dia 13 de Junho!
O Porto, Lisboa e o Sul do país são as regiões fortes do PS. Outro dado significativo, à esquerda, é a maior votação na Grande Lisboa no Bloco de Esquerda, em detrimento da CDU. A nível nacional, a situação inverte-se com a coligação do PCP e «Os Verdes» a obter 6,3 por cento dos votos, e os bloquistas a chegarem aos 5 por cento das intenções de voto.
O cenário de uma vitória socialista nas eleições europeias perde umas décimas, em relação a Abril, mas continua a rondar os 50 por cento de preferências dos inquiridos pelo barómetro.
O barómetro foi realizado entre os dias 17 e 22 de Maio com o objectivo de saber em quem votariam os portugueses se hoje se realizassem eleições para o Parlamento Europeu. A amostra é de 804 entrevistas telefónicas, 377 a mulheres. O erro de amostragem é de 3,46 por cento."
notícia Portugal Diário
Mas não nos deixemos levar em cantigas, nada está ganho antes do tempo, o que interessa mesmo é não deixar de ir votar no dia 13 de Junho!
sexta-feira, maio 28, 2004
Tomar no seu melhor...!?
Os conceitos de planeamento e de plano, e, por extensão, os de planeamento e de plano territorial, não são conceitos de definição simples, e a consulta de qualquer bom dicionário revela bem essa dificuldade, pela multiplicidade de sentidos que aí lhe são associados.
Um dos aspectos a que alude a definição de planeamento territorial ou local é ao facto de aquela actividade ter por finalidade o desenvolvimento de um sistema territorial, e não, simplesmente, o seu crescimento.
O conceito de desenvolvimento global corresponde a uma dinâmica de evolução caracterizada, pelo menos, por três vertentes, uma elevada eficiência na utilização de recursos, num contexto de aceitável equidade na distribuição da riqueza e de adequada preservação da qualidade do ambiente.
Ao desenvolvimento, na grande maioria dos casos e particularmente em situações de subdesenvolvimento, interessa o crescimento; mas ter-se-á sempre presente que este apenas interessa como meio ou instrumento ao serviço daquele e não como objectivo em si. Um dos aspectos do planeamento territorial que mais atrai a atenção da comunidade dos teóricos, mas também dos práticos, do sector, e que, por razões amplamente justificadas, mais tem sido e continua a ser debatido, é o saber qual a metodologia que deve ser seguida na preparação de um plano de modo assegurar a racionalidade das decisões tomadas no seu âmbito.
Uma proposta de referência começa por colocar em evidência o facto de o processo de elaboração de um plano ter como ponto de partida a constatação da existência de problemas, entendendo-se estes como divergências significativas entre as realidades que caracterizam um dado sistema territorial e os objectivos ou critérios a seu propósito estabelecidos pela Administração, desejavelmente em representação de toda a comunidade que nele reside e trabalha.
A partir da constatação dos referidos problemas, o processo deve desenrolar-se por um diagnóstico, que servirá fundamentalmente para identificar, com uma precisão tão elevada quanto possível, não só os
problemas experimentados, como aqueles que, não tendo expressão no presente, se podem vir a colocar num futuro mais ou menos distante; servirá, também para identificar os instrumentos disponíveis para a intervenção e determinar a forma como a realidade responde à sua aplicação no contexto de intervenção em causa.
A formulação de uma estratégia para o concelho, consiste na identificação das orientações e medidas fundamentais a implementar, e em particular, na identificação dos sectores prioritários a considerar.
Numa análise económica, o principal factor que sustenta uma comunidade e que permite a permanência de uma população em determinada área urbana ou rural é a existência de emprego. Torna-se, então evidente que qualquer caracterização de um sistema territorial implica uma análise cuidada das actividades económicas que aí se desenvolvem.
Agora pergunto eu: será que Tomar tem um Plano de Desenvolvimento para o Concelho com estas medidas anteriormente referenciadas? Ou será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar, é de ser a cidade mais cara em termos de habitação, espoliando os cidadãos (jovens) da cidade? Dizem as recentes estatísticas, que os concelhos de Tomar a par de Lisboa, Loulé e Coimbra são dos concelhos mais caros do país em termos de habitação, isto deve-se ao facto das taxas de construção em Tomar serem elevadíssimas sendo esta a política de desenvolvimento do actual executivo Camarário.
Será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar é ser a Vila Moura do centro do país? A estratégia de desenvolvimento da cidade é neste momento de fazer obras públicas sem nexo e de dar ao cidadão uma ideia de riquismo, sem ter um plano definido de desenvolvimento, com um diagnóstico exaustivo dos
problemas do concelho e a formulação de uma estratégia para o mesmo. Tomar, no seu melhor...!?
artigo de opinião do camarada Hélder Bernardino
publicado no jornal O Templário de 27.05.2004
Um dos aspectos a que alude a definição de planeamento territorial ou local é ao facto de aquela actividade ter por finalidade o desenvolvimento de um sistema territorial, e não, simplesmente, o seu crescimento.
O conceito de desenvolvimento global corresponde a uma dinâmica de evolução caracterizada, pelo menos, por três vertentes, uma elevada eficiência na utilização de recursos, num contexto de aceitável equidade na distribuição da riqueza e de adequada preservação da qualidade do ambiente.
Ao desenvolvimento, na grande maioria dos casos e particularmente em situações de subdesenvolvimento, interessa o crescimento; mas ter-se-á sempre presente que este apenas interessa como meio ou instrumento ao serviço daquele e não como objectivo em si. Um dos aspectos do planeamento territorial que mais atrai a atenção da comunidade dos teóricos, mas também dos práticos, do sector, e que, por razões amplamente justificadas, mais tem sido e continua a ser debatido, é o saber qual a metodologia que deve ser seguida na preparação de um plano de modo assegurar a racionalidade das decisões tomadas no seu âmbito.
Uma proposta de referência começa por colocar em evidência o facto de o processo de elaboração de um plano ter como ponto de partida a constatação da existência de problemas, entendendo-se estes como divergências significativas entre as realidades que caracterizam um dado sistema territorial e os objectivos ou critérios a seu propósito estabelecidos pela Administração, desejavelmente em representação de toda a comunidade que nele reside e trabalha.
A partir da constatação dos referidos problemas, o processo deve desenrolar-se por um diagnóstico, que servirá fundamentalmente para identificar, com uma precisão tão elevada quanto possível, não só os
problemas experimentados, como aqueles que, não tendo expressão no presente, se podem vir a colocar num futuro mais ou menos distante; servirá, também para identificar os instrumentos disponíveis para a intervenção e determinar a forma como a realidade responde à sua aplicação no contexto de intervenção em causa.
A formulação de uma estratégia para o concelho, consiste na identificação das orientações e medidas fundamentais a implementar, e em particular, na identificação dos sectores prioritários a considerar.
Numa análise económica, o principal factor que sustenta uma comunidade e que permite a permanência de uma população em determinada área urbana ou rural é a existência de emprego. Torna-se, então evidente que qualquer caracterização de um sistema territorial implica uma análise cuidada das actividades económicas que aí se desenvolvem.
Agora pergunto eu: será que Tomar tem um Plano de Desenvolvimento para o Concelho com estas medidas anteriormente referenciadas? Ou será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar, é de ser a cidade mais cara em termos de habitação, espoliando os cidadãos (jovens) da cidade? Dizem as recentes estatísticas, que os concelhos de Tomar a par de Lisboa, Loulé e Coimbra são dos concelhos mais caros do país em termos de habitação, isto deve-se ao facto das taxas de construção em Tomar serem elevadíssimas sendo esta a política de desenvolvimento do actual executivo Camarário.
Será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar é ser a Vila Moura do centro do país? A estratégia de desenvolvimento da cidade é neste momento de fazer obras públicas sem nexo e de dar ao cidadão uma ideia de riquismo, sem ter um plano definido de desenvolvimento, com um diagnóstico exaustivo dos
problemas do concelho e a formulação de uma estratégia para o mesmo. Tomar, no seu melhor...!?
artigo de opinião do camarada Hélder Bernardino
publicado no jornal O Templário de 27.05.2004
quinta-feira, maio 27, 2004
PROGRAMA - Fórum Europa É Connosco
Que futuro para a Europa?
Desenvolvimento Sustentável e a Estratégia de Lisboa
27 Maio - 14h30 - Fórum Picoas - Lisboa
António Sousa Franco - Cabeça de lista ao Parlamento Europeu
Ana Gomes - Candidata ao Parlamento Europeu
Francisco Cordovil - Professor universitário
Teresa de Sousa - Jornalista (Moderadora)
Com a participação de
António Guterres - Presidente da Internacional Socialista
Desenvolvimento Sustentável e a Estratégia de Lisboa
27 Maio - 14h30 - Fórum Picoas - Lisboa
António Sousa Franco - Cabeça de lista ao Parlamento Europeu
Ana Gomes - Candidata ao Parlamento Europeu
Francisco Cordovil - Professor universitário
Teresa de Sousa - Jornalista (Moderadora)
Com a participação de
António Guterres - Presidente da Internacional Socialista
Autocarro para Lisboa
Como já havia sido anunciado, haverá um autocarro disponível para quem quiser ir a Lisboa ao Parque das Nações, participar no comício de abertura de campanha, onde estará o cabeça de lista às europeias, o camarada Sousa Franco, bem como outros candidatos e camaradas.
O autocarro é gratuito e sai de Tomar às 2.00 da tarde, algures junto à sede do PS.
até lá!
O autocarro é gratuito e sai de Tomar às 2.00 da tarde, algures junto à sede do PS.
até lá!
terça-feira, maio 25, 2004
2º Encontro Distrital sobre Fogos Florestais
Informação do Gabinete de Imprensa da Federação Distrital de Santarém do PS
Mação, 28 de Maio de 2004
Programa:
18H00 - Encontro junto à saída da A23 (em direcção a Envendos)
18H30 - Visita a áreas ardidas no Verão de 2003
20H00 - Jantar no Restaurante Godinho em Mação (saída para Envendos)
(inscrições pelo telefone 966 450 524)
21H30 - Colóquio/Debate no Salão Paroquial de Mação
oradores:
Vitalino Canas (Deputado na Assembleia da República)
José Alho (Presidente da Liga de Protecção da Natureza)
Duarte Caldeira (Presidente da Liga Bombeiros Portugueses)
Representante da Associação Nacional de Municípios
João Paulo Almeida (Gabinete de Estudos do PS/Mação)
Moderador: Rui Medinas (Federação Distrital de Santarém do PS)
Mação, 28 de Maio de 2004
Programa:
18H00 - Encontro junto à saída da A23 (em direcção a Envendos)
18H30 - Visita a áreas ardidas no Verão de 2003
20H00 - Jantar no Restaurante Godinho em Mação (saída para Envendos)
(inscrições pelo telefone 966 450 524)
21H30 - Colóquio/Debate no Salão Paroquial de Mação
oradores:
Vitalino Canas (Deputado na Assembleia da República)
José Alho (Presidente da Liga de Protecção da Natureza)
Duarte Caldeira (Presidente da Liga Bombeiros Portugueses)
Representante da Associação Nacional de Municípios
João Paulo Almeida (Gabinete de Estudos do PS/Mação)
Moderador: Rui Medinas (Federação Distrital de Santarém do PS)
segunda-feira, maio 24, 2004
Uma anedota - quaisquer semelhanças devem ser pura realidade...
Não resitimos a publicar esta que nos enviaram:
Deitada no seu leito de morte, Manuela Ferreira Leite chama a sua filha mais velha. Com dificuldade, tira um antigo relógio de bolso,e diz:
- Filha... estás a ver este relógio?
- Sim, mãe. - Responde a filha, com lágrimas nos olhos.
- Ele era da minha bisavó! - Continuou a mãe - Depois, ele foi passado para a minha avó...depois para a minha mãe... e depois para mim...
Agora, chegou a tua vez, queres comprá-lo?
Deitada no seu leito de morte, Manuela Ferreira Leite chama a sua filha mais velha. Com dificuldade, tira um antigo relógio de bolso,e diz:
- Filha... estás a ver este relógio?
- Sim, mãe. - Responde a filha, com lágrimas nos olhos.
- Ele era da minha bisavó! - Continuou a mãe - Depois, ele foi passado para a minha avó...depois para a minha mãe... e depois para mim...
Agora, chegou a tua vez, queres comprá-lo?
Mandatário concelhio do PS às eleições europeias
O Dr. João Simões, conhecido advogado de Tomar, e também cronista do jornal O Templário, é o mandatário concelhio às eleições europeias.
Para mais informações cliquem em PS Tomar
Para mais informações cliquem em PS Tomar
Campanha para as Europeias
Agora que a proximidade das eleições começa a aquecer a pré-campanha, temos já agendadas actividades de campanha propriamente dita.
Assim, dia 29 de Maio teremos um autocarro disponível gratuitamente para os militantes e simpatizantes de Tomar que queiram ir até Lisboa, Parque das Nações, ao Comício de início oficial de campanha.
Dia 31 de Maio, ao final da tarde, estará em Tomar a ex-ministra e candidata ao Parlamento Europeu, Elisa Ferreira
Não deixem de participar, também a JS tem todas as razões para mostrar o tal cartão amarelo.
Para mais informações, contactem-nos através do mail ou do telemóvel, ambos ali ao lado...
A inexistência da Câmara de Tomar na net, (para não irmos mais longe)
Feira Digital promovida pela Nersant
Câmara de Tomar fica atrás nas novas tecnologias de informação
Vereador do PS, José Mendes, alegou que no Seminário sobre a Internet se falou dos projectos de Abrantes e Torres Novas e Tomar ficou para trás
O vereador do PS, José Mendes, na reunião do executivo, voltou a abordar a questão das novas tecnologias, informando que, na Feira Digital, promovida pelo Nersant, se falou dos projectos das Câmaras de Abrantes e Torres Novas sobre esta área e nem sequer foi referido o nome de Tomar.
Criticou mais uma vez a câmara pelo facto de não avançar ao menos com algumas páginas de informação na Internet, discordando que a razão invocada pelo presidente da câmara seja a de um estudo sobre os programas de segurança. Alegou que estes programas de segurança são comuns em todas as repartições, incluindo as do Estado.
notícia publicada no Cidade de Tomar
para não dizerem que somos más línguas, vejam ali ao lado nos Outros Sítios por Perto, como andam as Câmaras nossas vizinhas...
Câmara de Tomar fica atrás nas novas tecnologias de informação
Vereador do PS, José Mendes, alegou que no Seminário sobre a Internet se falou dos projectos de Abrantes e Torres Novas e Tomar ficou para trás
O vereador do PS, José Mendes, na reunião do executivo, voltou a abordar a questão das novas tecnologias, informando que, na Feira Digital, promovida pelo Nersant, se falou dos projectos das Câmaras de Abrantes e Torres Novas sobre esta área e nem sequer foi referido o nome de Tomar.
Criticou mais uma vez a câmara pelo facto de não avançar ao menos com algumas páginas de informação na Internet, discordando que a razão invocada pelo presidente da câmara seja a de um estudo sobre os programas de segurança. Alegou que estes programas de segurança são comuns em todas as repartições, incluindo as do Estado.
notícia publicada no Cidade de Tomar
para não dizerem que somos más línguas, vejam ali ao lado nos Outros Sítios por Perto, como andam as Câmaras nossas vizinhas...
quarta-feira, maio 19, 2004
terça-feira, maio 18, 2004
Comunicado - JS ensina António Paiva
Foi hoje enviado para a comunicação social o seguinte comunicado:
Segundo António Paiva, “A situação de prevenção dos incêndios para este ano (2004), está na mesma situação do que no ano passado (2003) e do que no ano anterior (2002)”.
Sentiu-se a JS, a bem da verdade, de fazer o seguinte esclarecimento a todos os tomarenses:
Para ser possível tomar como objectivo o apoio a investimentos de interesse municipal e inter-municipal, acções integradas de base territorial e investimentos e acções de desenvolvimento, desconcentradas para protecção das florestas, era necessário:
1º Que a Associação de Municípios, presidida pelo Eng. António Paiva, tivesse em 2002 iniciado a elaboração dos seguintes documentos sectoriais e regionais:
a) Plano Regional de Ordenamento Florestal;
b) Plano Regional de Gestão Florestal;
c) Plano de Gestão Ambiental Unificado.
2º Que a mesma Associação, presidida pelo Eng. António Paiva, tivesse já alicerçado os referidos Planos Regionais, nos correspondentes Planos Operacionais, para que as respectivas candidaturas a acções a financiamento comunitário, pudessem já ter sido efectivadas pelo Município de Tomar e restantes Municípios integrados nesta Associação de Municípios do Médio Tejo.
3º Que o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tomar, na realização dos referidos Planos Regionais, levasse em linha de conta a afirmação da valia do território e da posição geo-económica da nossa região, promovendo o seu desenvolvimento sustentável e a sua coesão social.
É determinante que o Eng. António Paiva entenda, de uma vez por todas, a elevada importância em promover o Planeamento e Gestão integradas da Floresta, contemplando aspectos de protecção, produção e comercialização, reconhecendo o seu papel no domínio da biodiversidade e das comunidades locais, em articulação com as actividades agrícolas tradicionais.
Parece-nos estranho e precipitado que o Eng. António Paiva, passe a si próprio, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Tomar, da Associação de Municípios e da Comunidade Urbana, um verdadeiro atestado de incompetência, ao afirmar que “Está previsto o Plano de Prevenção da Floresta”.
Dois anos depois perguntamos: Está previsto…?! É preciso ter lata!
O Secretariado da Juventude Socialista de Tomar
Segundo António Paiva, “A situação de prevenção dos incêndios para este ano (2004), está na mesma situação do que no ano passado (2003) e do que no ano anterior (2002)”.
Sentiu-se a JS, a bem da verdade, de fazer o seguinte esclarecimento a todos os tomarenses:
Para ser possível tomar como objectivo o apoio a investimentos de interesse municipal e inter-municipal, acções integradas de base territorial e investimentos e acções de desenvolvimento, desconcentradas para protecção das florestas, era necessário:
1º Que a Associação de Municípios, presidida pelo Eng. António Paiva, tivesse em 2002 iniciado a elaboração dos seguintes documentos sectoriais e regionais:
a) Plano Regional de Ordenamento Florestal;
b) Plano Regional de Gestão Florestal;
c) Plano de Gestão Ambiental Unificado.
2º Que a mesma Associação, presidida pelo Eng. António Paiva, tivesse já alicerçado os referidos Planos Regionais, nos correspondentes Planos Operacionais, para que as respectivas candidaturas a acções a financiamento comunitário, pudessem já ter sido efectivadas pelo Município de Tomar e restantes Municípios integrados nesta Associação de Municípios do Médio Tejo.
3º Que o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tomar, na realização dos referidos Planos Regionais, levasse em linha de conta a afirmação da valia do território e da posição geo-económica da nossa região, promovendo o seu desenvolvimento sustentável e a sua coesão social.
É determinante que o Eng. António Paiva entenda, de uma vez por todas, a elevada importância em promover o Planeamento e Gestão integradas da Floresta, contemplando aspectos de protecção, produção e comercialização, reconhecendo o seu papel no domínio da biodiversidade e das comunidades locais, em articulação com as actividades agrícolas tradicionais.
Parece-nos estranho e precipitado que o Eng. António Paiva, passe a si próprio, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Tomar, da Associação de Municípios e da Comunidade Urbana, um verdadeiro atestado de incompetência, ao afirmar que “Está previsto o Plano de Prevenção da Floresta”.
Dois anos depois perguntamos: Está previsto…?! É preciso ter lata!
O Secretariado da Juventude Socialista de Tomar
segunda-feira, maio 17, 2004
Novos orgãos da JS Ribatejo
Realizou-se Sábado passado, na Casa do Brasil em Santarém, a XI Convenção Distrital que elegeu os novos orgãos para os próximos dois anos.
Assim, para a Comissão Política Federativa, a lista mais votada foi a A de Nuno Mário Antão com 30 votos contra os 28 da B de Cláudia Santos Costa, sendo o primeiro, o novo Presidente da Federação Distrital de Santarém, JS Ribatejo.
Foram eleitos ainda a Comissão Federativa de Jurisdição e os Representantes na Comissão Política Distrital do PS.
Tomar elegeu três membros para a C.P.F., Hugo Cristóvão, Hugo Costa e Gonçalo Salgueiro, sendo que este último, foi ainda eleito para representante da jota na C.P.D. do PS.
Depois de um processo que foi longo, cabe agora desejar bom trabalho a todos eleitos, com uma saudação especial ao camarada Nuno Antão, e desejando-lhe ímpeto, coragem e dinamismo, para enfrentar as duras batalhas que se avizinham, e que saiba encontrar em todos os militantes o incentivo e a ajuda necessária para a concretização dessas tarefas.
Publicamos ainda nos dois posts seguintes as duas moções sectoriais levadas à Convenção por delegados de Tomar.
Assim, para a Comissão Política Federativa, a lista mais votada foi a A de Nuno Mário Antão com 30 votos contra os 28 da B de Cláudia Santos Costa, sendo o primeiro, o novo Presidente da Federação Distrital de Santarém, JS Ribatejo.
Foram eleitos ainda a Comissão Federativa de Jurisdição e os Representantes na Comissão Política Distrital do PS.
Tomar elegeu três membros para a C.P.F., Hugo Cristóvão, Hugo Costa e Gonçalo Salgueiro, sendo que este último, foi ainda eleito para representante da jota na C.P.D. do PS.
Depois de um processo que foi longo, cabe agora desejar bom trabalho a todos eleitos, com uma saudação especial ao camarada Nuno Antão, e desejando-lhe ímpeto, coragem e dinamismo, para enfrentar as duras batalhas que se avizinham, e que saiba encontrar em todos os militantes o incentivo e a ajuda necessária para a concretização dessas tarefas.
Publicamos ainda nos dois posts seguintes as duas moções sectoriais levadas à Convenção por delegados de Tomar.
Uma Voz Activa no Ribatejo
O que é a JS Ribatejo? Que entidade é esta que com fervor tantos movimenta, e ao mesmo tempo a nenhum parece chegar? O que é?, um mero ponto de passagem entre a nacional e as concelhias? Um palco um pouco mais elevado que nos pode catapultar para mais altos voos?
Em verdade, acho que a Federação por si só conta muito pouco, e que as concelhias sim, são o que realmente interessa, aquilo que realmente pode chegar junto de cada um dos nossos concidadãos, e fazer algo, ser uma Voz e um Corpo, activos em cada uma das nossas terras.
Mas as concelhias, elas sim, podem lucrar com uma Federação, podem sentir-se apoiadas, podem sentir-se acompanhadas, podem sentir que alguém há que as sustenta, que lhes fornece ajuda, informação, e uma visão um pouco acima que lhes garanta uma perspectiva mais global e abrangente do todo dos nossos quintais.
Mas para que a Federação assim seja, para que ela realmente valha alguma coisa, ela tem de ser um espaço de discussão, um espaço livre e tolerante onde todos provam os ideais que somos supostos defendermos. Onde todos praticam os actos que igualmente apregoamos, onde os ideais do socialismo democrático, da Solidariedade, bem como da Igualdade e da Fraternidade, sejam realmente os motores que nos impelem de encontro às acções e aos objectivos que devemos defender para a JS, para cada uma das nossas concelhias e dos nossos concidadãos, para cada um de nós.
A Juventude Socialista do Ribatejo, se quiser ter razão de existência, tem de voltar a ser o tal maior grupo de amigos, amigos que se respeitam, amigos que se esforçam por se compreender e aceitar mutuamente as diferenças de cada um. Isso é cidadania, isso é respeito democrático, e sem a coerência de actuarmos sob estes valores não os podemos defender, sendo por demais óbvio, que se assim não for, a Federação será a tal identidade amórfica que não serve a nada nem a ninguém.
Depois, um grande grupo unido na diferença, temos que voltar para o terreno, deixar o mofo das salas e das discussões tantas vezes inócuas, lembrarmo-nos que somos jovens, que é em primeiro aos jovens que queremos chegar, e que é na rua que os jovens se movimentam, que é nas escolas, que é nas associações juvenis, que é nos grupos desportivos.
Mais uma vez, as concelhias são a forma mais concreta de lá chegarmos, mas a Federação tem a obrigação de planear estratégias coordenadas, de criar mecanismos funcionais, de disponibilizar formação e informação.
Não sejamos balofos e vazios, sejamos práticos e consistentes, não nos adianta dispersarmo-nos em muitos objectivos, em aspirações ambiciosas, em planos elaboradíssimos, o que precisamos conseguir, é que nenhum jovem do nosso distrito desconheça a existência da JS, que nenhum jovem desconheça em duas ou três frases aquilo que defendemos, e através delas sinta a curiosidade necessária para querer saber mais, que nenhum jovem perca a oportunidade de se juntar a nós, por desconhecer quem somos e onde nos encontrar.
O nosso primeiro obstáculo não será sequer defender as nossas políticas, será defender a política. Num tempo de alienação e mesmo repúdio por aqueles que trabalham em prol da causa e da coisa pública, é nosso primeiro dever agir em função destes objectivos, o de fazer regressar aos assuntos públicos e sociais, o interesse dos nossos concidadãos, e o de criar, fomentar, cultivar esse mesmo interesse nos que ainda não o perderam porque ainda não o tiveram, os mais jovens. Explicar-lhes porque devem intervir, porque devem criticar, porque devem lutar por aquilo em que acreditam, e se calhar, antes ou depois disso, fazê-los acreditar em alguma coisa.
Mais uma vez as concelhias, cada um de nós que as compõe, somos o instrumento para concretizar tais tarefas. Mas nem todas as concelhias têm a mesma dinâmica, nem todas têm os mesmos recursos, nem todas as mesmas possibilidades. E cabe à Federação ser o receptáculo dessas dificuldades, ser o apoio que ouve, que aconselha, que busca ajuda se a não puder dar, e proporcionar a que todas (que somos todos), no espírito solidário que é premissa para sermos socialistas, a capacidade para se entreajudarem e se complementarem.
Cabe à Federação, que é o somatório imperfeito de todas as ideias, de todas as opiniões, de todas as ambições e frustrações, credibilizar a política, ousando fazê-la, e fazê-la em lugar primário, junto daqueles que são móbil da nossa existência, daqueles que nos são homólogos em idade, condições e expectativas, fazer política activa junto dos jovens, ser junto deles a voz do socialismo, coerente e responsável, e ser junto dos mais velhos, do PS, e da sociedade, em lamento ou grito, nas boas e nas más horas, a voz multiplicada desses jovens. Fazer ver e acreditar, à sociedade e ao nosso distrito, que a nossa voz é válida, credível, e tem necessariamente de ser ouvida.
Temos que ser ágeis e destemidos, para que ela surja sempre que for necessária, e antever as horas em que isso aconteça, para que antes ainda do momento, a nossa voz e as nossas acções estejam já prontas a irromper, seja em que palco, em rua, em campo for.
E quando isso acontecer, quando o conjunto das nossas vozes for uma só, quando com cada um dos nossos andamentos puxarmos todos para o mesmo lado, faremos da JS algo melhor, estaremos preparados para vir a fazer também um melhor PS, e com isso, de cada uma das nossas concelhias, do nosso distrito e do nosso país, um lugar melhor para viver. O futuro é depois mas faz-se antes. O Ribatejo somos nós, o país precisa de nós!
Viva o Ribatejo! Viva a JS!
Hugo Cristóvão
Em verdade, acho que a Federação por si só conta muito pouco, e que as concelhias sim, são o que realmente interessa, aquilo que realmente pode chegar junto de cada um dos nossos concidadãos, e fazer algo, ser uma Voz e um Corpo, activos em cada uma das nossas terras.
Mas as concelhias, elas sim, podem lucrar com uma Federação, podem sentir-se apoiadas, podem sentir-se acompanhadas, podem sentir que alguém há que as sustenta, que lhes fornece ajuda, informação, e uma visão um pouco acima que lhes garanta uma perspectiva mais global e abrangente do todo dos nossos quintais.
Mas para que a Federação assim seja, para que ela realmente valha alguma coisa, ela tem de ser um espaço de discussão, um espaço livre e tolerante onde todos provam os ideais que somos supostos defendermos. Onde todos praticam os actos que igualmente apregoamos, onde os ideais do socialismo democrático, da Solidariedade, bem como da Igualdade e da Fraternidade, sejam realmente os motores que nos impelem de encontro às acções e aos objectivos que devemos defender para a JS, para cada uma das nossas concelhias e dos nossos concidadãos, para cada um de nós.
A Juventude Socialista do Ribatejo, se quiser ter razão de existência, tem de voltar a ser o tal maior grupo de amigos, amigos que se respeitam, amigos que se esforçam por se compreender e aceitar mutuamente as diferenças de cada um. Isso é cidadania, isso é respeito democrático, e sem a coerência de actuarmos sob estes valores não os podemos defender, sendo por demais óbvio, que se assim não for, a Federação será a tal identidade amórfica que não serve a nada nem a ninguém.
Depois, um grande grupo unido na diferença, temos que voltar para o terreno, deixar o mofo das salas e das discussões tantas vezes inócuas, lembrarmo-nos que somos jovens, que é em primeiro aos jovens que queremos chegar, e que é na rua que os jovens se movimentam, que é nas escolas, que é nas associações juvenis, que é nos grupos desportivos.
Mais uma vez, as concelhias são a forma mais concreta de lá chegarmos, mas a Federação tem a obrigação de planear estratégias coordenadas, de criar mecanismos funcionais, de disponibilizar formação e informação.
Não sejamos balofos e vazios, sejamos práticos e consistentes, não nos adianta dispersarmo-nos em muitos objectivos, em aspirações ambiciosas, em planos elaboradíssimos, o que precisamos conseguir, é que nenhum jovem do nosso distrito desconheça a existência da JS, que nenhum jovem desconheça em duas ou três frases aquilo que defendemos, e através delas sinta a curiosidade necessária para querer saber mais, que nenhum jovem perca a oportunidade de se juntar a nós, por desconhecer quem somos e onde nos encontrar.
O nosso primeiro obstáculo não será sequer defender as nossas políticas, será defender a política. Num tempo de alienação e mesmo repúdio por aqueles que trabalham em prol da causa e da coisa pública, é nosso primeiro dever agir em função destes objectivos, o de fazer regressar aos assuntos públicos e sociais, o interesse dos nossos concidadãos, e o de criar, fomentar, cultivar esse mesmo interesse nos que ainda não o perderam porque ainda não o tiveram, os mais jovens. Explicar-lhes porque devem intervir, porque devem criticar, porque devem lutar por aquilo em que acreditam, e se calhar, antes ou depois disso, fazê-los acreditar em alguma coisa.
Mais uma vez as concelhias, cada um de nós que as compõe, somos o instrumento para concretizar tais tarefas. Mas nem todas as concelhias têm a mesma dinâmica, nem todas têm os mesmos recursos, nem todas as mesmas possibilidades. E cabe à Federação ser o receptáculo dessas dificuldades, ser o apoio que ouve, que aconselha, que busca ajuda se a não puder dar, e proporcionar a que todas (que somos todos), no espírito solidário que é premissa para sermos socialistas, a capacidade para se entreajudarem e se complementarem.
Cabe à Federação, que é o somatório imperfeito de todas as ideias, de todas as opiniões, de todas as ambições e frustrações, credibilizar a política, ousando fazê-la, e fazê-la em lugar primário, junto daqueles que são móbil da nossa existência, daqueles que nos são homólogos em idade, condições e expectativas, fazer política activa junto dos jovens, ser junto deles a voz do socialismo, coerente e responsável, e ser junto dos mais velhos, do PS, e da sociedade, em lamento ou grito, nas boas e nas más horas, a voz multiplicada desses jovens. Fazer ver e acreditar, à sociedade e ao nosso distrito, que a nossa voz é válida, credível, e tem necessariamente de ser ouvida.
Temos que ser ágeis e destemidos, para que ela surja sempre que for necessária, e antever as horas em que isso aconteça, para que antes ainda do momento, a nossa voz e as nossas acções estejam já prontas a irromper, seja em que palco, em rua, em campo for.
E quando isso acontecer, quando o conjunto das nossas vozes for uma só, quando com cada um dos nossos andamentos puxarmos todos para o mesmo lado, faremos da JS algo melhor, estaremos preparados para vir a fazer também um melhor PS, e com isso, de cada uma das nossas concelhias, do nosso distrito e do nosso país, um lugar melhor para viver. O futuro é depois mas faz-se antes. O Ribatejo somos nós, o país precisa de nós!
Viva o Ribatejo! Viva a JS!
Hugo Cristóvão
Questões Económicas no Distrito Santarém
O distrito de Santarém é um distrito multifacetado do ponto de vista sociológico e económico (com consequências políticas de diversidade que se conhecem), mas a sua economia não pode ser analisada no actual quadro económico sem o recurso à análise da envolvente internacional, nomeadamente a Europeia.
A integração monetária com todas as perspectivas positivas que abriu, criou problemas sérios, por falta de adaptação dos agentes económicos, no distrito de Santarém (e em Portugal de forma mais geral). A inflação disparou, nomeadamente nos produtos básicos, devido a arredondamentos de qualidade muito duvidosa que agravaram as condições de vida da população mais carenciada. Paralelamente a tudo isto, alguma indústria presente no nosso distrito baseava a sua competição internacional em preços baixos, o que se tornou completamente impossível devido ao elevado valor cambial do Euro (o que encarece as exportações) e pelo facto desse valor cambial não poder ser baixado por uma política monetária, que agora apenas é da competência do BCE. Mas, independentemente das questões negativas que acartou, a Federação de Santarém da Juventude Socialista deve continuar a defender a Integração Europeia mantendo a tradição europeísta do socialismo democrático nacional, integração essa com contribuições notáveis para o crescimento e desenvolvimento do nosso distrito, trazendo a economia do distrito para o século XXI.
O retrocesso que se vive em termos económicos nos últimos dois anos no distrito de Santarém é da responsabilidade do governo neoliberal, composto pela coligação PSD-PP que impõe políticas económicas cegas e sem visão social. Compete à JS na Federação de Santarém lutar contra este governo e contra as suas políticas económicas sem visão de presente e futuro.
O governo possui uma política orçamental que se baseia no controlo “artificial” do défice para manter o tecto dos 3% com vista a cumprir o PEC (Pacto Estabilidade e Carecimento), utilizando para isso políticas que não são sustentáveis no tempo e políticas pró cíclicas que tendem a acentuar a recessão que existe, pois prologam o ciclo económico que é negativo. Essa loucura do défice, gera no nosso distrito uma falta de investimento público que seja capaz de conduzir ao crescimento económico e, por via disso aumentar o emprego, que se revela um problema cada vez maior. A questão seria menos grave se os nossos agentes económicos privados proporcionassem um investimento privado forte e de qualidade, mas o discurso da “tanga” estoirou com as expectativas dos agentes e com a sua vontade de investir. A Federação de Santarém da Juventude Socialista tem de exigir um investimento público forte no distrito para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento e ao caminho para um futuro melhor.
Como força de juventude que é, a Juventude Socialista em Santarém, tem de ter grande preocupação com a questão do desemprego, que cresce assustadoramente (segundo os dados do INE, situa-se em Portugal perto dos 7%), afectando muito em particular os jovens, sendo eles qualificados ou não. Assim sendo a JS deve exigir no distrito de Santarém, um apoio à criação de empregos nos vários ramos de actividade. Contudo uma política de emprego defendida por socialistas será sempre uma política com respeito pelos trabalhadores e seus direitos, e alguns deles são ameaçados pelo novo Código do Trabalho. A exigência de uma política de emprego para os jovens no nosso distrito resulta igualmente da necessidade de fixar população jovem e qualificada no distrito, em vez de ver migrar essa mão-de-obra para outras paragens e é nessa luta que tem de estar a Federação de Santarém da JS, exigindo condições para fixar esses mesmos jovens.
Em conclusão, será necessário a JS no nosso distrito de Santarém, como herdeira dos valores do socialismo democrático, lutar e exigir outra visão para as questões económicas, que olhe para além dos números, ou seja para as pessoas. E só com essa visão social da economia é que o distrito de Santarém pode caminhar para o futuro.
VIVA A JS!
Hugo Costa
A integração monetária com todas as perspectivas positivas que abriu, criou problemas sérios, por falta de adaptação dos agentes económicos, no distrito de Santarém (e em Portugal de forma mais geral). A inflação disparou, nomeadamente nos produtos básicos, devido a arredondamentos de qualidade muito duvidosa que agravaram as condições de vida da população mais carenciada. Paralelamente a tudo isto, alguma indústria presente no nosso distrito baseava a sua competição internacional em preços baixos, o que se tornou completamente impossível devido ao elevado valor cambial do Euro (o que encarece as exportações) e pelo facto desse valor cambial não poder ser baixado por uma política monetária, que agora apenas é da competência do BCE. Mas, independentemente das questões negativas que acartou, a Federação de Santarém da Juventude Socialista deve continuar a defender a Integração Europeia mantendo a tradição europeísta do socialismo democrático nacional, integração essa com contribuições notáveis para o crescimento e desenvolvimento do nosso distrito, trazendo a economia do distrito para o século XXI.
O retrocesso que se vive em termos económicos nos últimos dois anos no distrito de Santarém é da responsabilidade do governo neoliberal, composto pela coligação PSD-PP que impõe políticas económicas cegas e sem visão social. Compete à JS na Federação de Santarém lutar contra este governo e contra as suas políticas económicas sem visão de presente e futuro.
O governo possui uma política orçamental que se baseia no controlo “artificial” do défice para manter o tecto dos 3% com vista a cumprir o PEC (Pacto Estabilidade e Carecimento), utilizando para isso políticas que não são sustentáveis no tempo e políticas pró cíclicas que tendem a acentuar a recessão que existe, pois prologam o ciclo económico que é negativo. Essa loucura do défice, gera no nosso distrito uma falta de investimento público que seja capaz de conduzir ao crescimento económico e, por via disso aumentar o emprego, que se revela um problema cada vez maior. A questão seria menos grave se os nossos agentes económicos privados proporcionassem um investimento privado forte e de qualidade, mas o discurso da “tanga” estoirou com as expectativas dos agentes e com a sua vontade de investir. A Federação de Santarém da Juventude Socialista tem de exigir um investimento público forte no distrito para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento e ao caminho para um futuro melhor.
Como força de juventude que é, a Juventude Socialista em Santarém, tem de ter grande preocupação com a questão do desemprego, que cresce assustadoramente (segundo os dados do INE, situa-se em Portugal perto dos 7%), afectando muito em particular os jovens, sendo eles qualificados ou não. Assim sendo a JS deve exigir no distrito de Santarém, um apoio à criação de empregos nos vários ramos de actividade. Contudo uma política de emprego defendida por socialistas será sempre uma política com respeito pelos trabalhadores e seus direitos, e alguns deles são ameaçados pelo novo Código do Trabalho. A exigência de uma política de emprego para os jovens no nosso distrito resulta igualmente da necessidade de fixar população jovem e qualificada no distrito, em vez de ver migrar essa mão-de-obra para outras paragens e é nessa luta que tem de estar a Federação de Santarém da JS, exigindo condições para fixar esses mesmos jovens.
Em conclusão, será necessário a JS no nosso distrito de Santarém, como herdeira dos valores do socialismo democrático, lutar e exigir outra visão para as questões económicas, que olhe para além dos números, ou seja para as pessoas. E só com essa visão social da economia é que o distrito de Santarém pode caminhar para o futuro.
VIVA A JS!
Hugo Costa
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