Para quê dizer alguma coisa, se eles o dizem muito melhor que nós?...
"«Começou um novo ciclo diz Marcelo», afirmando que o primeiro-ministro deve «mudar caras e acertar objectivos». Na sua perspectiva, Durão deve traçar novas metas programáticas, em alternativa ao cumprimento do défice. Subentenda-se: Manuela Ferreira Leite deve ser substituida. |...|
«Hoje os portugueses disseram que não estão satisfeitos com a situação no País. É natural que não estejam. O autismo, em política, é igual a suicídio», disse Santana (Lopes)
Luís Filipe Menezes foi ainda mais contudente ao desafiar Durão a «deixar de ouvir autistas como José Luís Arnaut ou Rui Rio para não sofrer, «nas legislativas uma derrota tão humilhante como nas europeias».
João Jardim aconselhou a deixar de governar à «Cavaco Silva»."
fonte Diário de Notícias
"A política é como o futebol: quem ganha é que fica para a História. Assim, nas eleições europeias realizadas no domingo, quem fica para História é o PS, que obteve uma vitória incontestável, alcançando a maior percentagem de sempre de votos obtida em eleições partidárias. |...|
A vitória do PS impõe três conclusões: que o Governo tem de ser remodelado, que o PSD tem de repensar a sua coligação com o CDS-PP para próximos actos eleitorais e que a vitória dos socialistas é um mérito único e exclusivo do partido, apesar de a CDU e do Bloco de Esquerda se terem atrelado à conquista do PS."
Hermínio Santos no Diário Digital
segunda-feira, junho 14, 2004
Alguns factos destas eleições
Este foi o maior acto eleitoral da história da União Europeia
Em Portugal, a esquerda elegeu 15 contra os 9 deputados da direita
O PS elegeu tantos como todos os outros partidos que elegeram deputados, 12, metade dos eurodeputados portugueses. Teve 44, 52% (1 510 926 votos)
Nas anteriores eleições o PSD e o PP separados elegeram 11, agora juntos elegeram 9. Tiveram 33,26 % (1 128 660 votos)
O principal perdedor destas eleições é o PSD que elege 7 enquanto o PP mantém os mesmos 2
O PS ganhou em 14 dos 18 Distritos e ainda nos Açores
Foi o melhor resultado do PS desde 1974
A abstenção foi de 61,25% (a mais alto da Europa foi de 80% na Eslováquia e na Polónia, (novos membros), e a mais baixa foi no Luxemburgo, 7%)
No distrito de Santarém o PS teve 44,72% dos votos contra os 31,25% da coligação de direita
Em Tomar o PS também ganhou com 43,36% contra os 36,04% da direita
Em Portugal, a esquerda elegeu 15 contra os 9 deputados da direita
O PS elegeu tantos como todos os outros partidos que elegeram deputados, 12, metade dos eurodeputados portugueses. Teve 44, 52% (1 510 926 votos)
Nas anteriores eleições o PSD e o PP separados elegeram 11, agora juntos elegeram 9. Tiveram 33,26 % (1 128 660 votos)
O principal perdedor destas eleições é o PSD que elege 7 enquanto o PP mantém os mesmos 2
O PS ganhou em 14 dos 18 Distritos e ainda nos Açores
Foi o melhor resultado do PS desde 1974
A abstenção foi de 61,25% (a mais alto da Europa foi de 80% na Eslováquia e na Polónia, (novos membros), e a mais baixa foi no Luxemburgo, 7%)
No distrito de Santarém o PS teve 44,72% dos votos contra os 31,25% da coligação de direita
Em Tomar o PS também ganhou com 43,36% contra os 36,04% da direita
Vitória dos portugueses
Não há desculpas, o PS ganhou em grande!!
No País, no distrito, e em Tomar, onde ganhou na maioria das freguesias incluído as da cidade, Santa Maria e São João
Mas acima de tudo, quem ganhou foram os portugueses, com uma melhor representação na Europa, e com uma valente reprimenda a este desGoverno, que talvez assim aprenda alguma coisa e mude o seu rumo.
vê todos os resultados nacionais aqui
No País, no distrito, e em Tomar, onde ganhou na maioria das freguesias incluído as da cidade, Santa Maria e São João
Mas acima de tudo, quem ganhou foram os portugueses, com uma melhor representação na Europa, e com uma valente reprimenda a este desGoverno, que talvez assim aprenda alguma coisa e mude o seu rumo.
vê todos os resultados nacionais aqui
sábado, junho 12, 2004
Jovens Campeões Tomarenses
"A ginasta tomarense Ana Rente mantém a tradição de ginastas tomarenses continuarem a ganhar títulos europeus em trampolins. Ana Rente sagrou-se na passada semana em Sofia, na Bulgária, a nova campeã europeia de trampolim em juniores. Depois de Jorge Merino e Nuno Merino terem alcançado o mesmo título de campeões europeus em anos anteriores, agora foi a vez no sector feminino, com Ana Rente. Lembramos que Nuno Merino é o único ginasta português presente na modalidade de Trampolins nos próximos Jogos Olímpicos de Atenas."
notícia do Tomaronline
PARABÉNS!!
notícia do Tomaronline
PARABÉNS!!
Vinte razões para votar PSD/PP...
1. Dois milhões de pobres
2. 500 mil desempregados
3. Ano e meio de recessão
4. Aumento do IVA de 17% para 19%
5. Aumento repetitivo dos combustiveis
6. Aumento de Portagens
7. Aumento de propinas em 100% (170 contos)
8. Aumento das taxas moderadoras (saude)
9. Privatização com consequente diminuição e diferenciação nos cuidados de saude.
10. Aumento das taxas na justiça
11. Venda do país "a retalho"
12. Mais de 200 mil funcionarios públicos sem aumento dois anos consecutivos
13. Mais de 5000 contos por mês para o director DGCI
14. Partidarização do aparelho de estado - mais de 5000 nomeações de boys laranja
15. Desregulação do Serviço Nacional de Bombeiros - ardeu Portugal de uma ponta a outra
16. Corrupção e compadrio - Cunha, filha do ministro, Isaltino, concurso dos professores, etc.
17. Apoio à guerra no IRAQUE - seguidismo americano
18. Diminuição de direitos dos trabalhadores (o PSI20 é que é bom...)
19. Pensões de miséria... e agravamento de condições
20. Esperem pela nova contribuição autarquica (IMI)
Querem mais?!...
2. 500 mil desempregados
3. Ano e meio de recessão
4. Aumento do IVA de 17% para 19%
5. Aumento repetitivo dos combustiveis
6. Aumento de Portagens
7. Aumento de propinas em 100% (170 contos)
8. Aumento das taxas moderadoras (saude)
9. Privatização com consequente diminuição e diferenciação nos cuidados de saude.
10. Aumento das taxas na justiça
11. Venda do país "a retalho"
12. Mais de 200 mil funcionarios públicos sem aumento dois anos consecutivos
13. Mais de 5000 contos por mês para o director DGCI
14. Partidarização do aparelho de estado - mais de 5000 nomeações de boys laranja
15. Desregulação do Serviço Nacional de Bombeiros - ardeu Portugal de uma ponta a outra
16. Corrupção e compadrio - Cunha, filha do ministro, Isaltino, concurso dos professores, etc.
17. Apoio à guerra no IRAQUE - seguidismo americano
18. Diminuição de direitos dos trabalhadores (o PSI20 é que é bom...)
19. Pensões de miséria... e agravamento de condições
20. Esperem pela nova contribuição autarquica (IMI)
Querem mais?!...
sexta-feira, junho 11, 2004
Futebol na sede
Não, não é isso que estão a pensar. Simplesmente amanhã vamos animar a sede do PS de forma diferente, assistindo por lá ao jogo inaugural da nossa Selecção neste Campeonato da Europa.
Apareçam que o petisco está a apurar e a cerveja a gelar!
Apareçam que o petisco está a apurar e a cerveja a gelar!
Última Homenagem
Hoje foram a enterrar dois Homens, dois Políticos que foram e são, o exemplo de que a infeliz ideia generalizada que a sociedade faz dos políticos e da política não é correcta.
São dois expoentes de como a política pode e tem de ser séria, útil, necessária, progressista. Dois políticos, dois cidadãos que fizeram da sua vida, nos vários palcos que foram pisando, uma missão na luta pelo desenvolvimento, pela liberdade, pela concretização dos seus ideais em função de toda esta ideia bonita que é Portugal, e que é o sermos portugueses.
Façamos a última homenagem a António Sousa Franco e a Lino de Carvalho, saibamos dar provas da nossa responsabilidade cívica, vamos todos votar no próximo domingo.
Europa também é Portugal, e Portugal não sobrevive sem Europa.
São dois expoentes de como a política pode e tem de ser séria, útil, necessária, progressista. Dois políticos, dois cidadãos que fizeram da sua vida, nos vários palcos que foram pisando, uma missão na luta pelo desenvolvimento, pela liberdade, pela concretização dos seus ideais em função de toda esta ideia bonita que é Portugal, e que é o sermos portugueses.
Façamos a última homenagem a António Sousa Franco e a Lino de Carvalho, saibamos dar provas da nossa responsabilidade cívica, vamos todos votar no próximo domingo.
Europa também é Portugal, e Portugal não sobrevive sem Europa.
Votar é preciso
No próximo domingo, é dia de ir às urnas – talvez de ir à praia, talvez de ir passear, talvez de ficar em casa a descansar, mas a par disso, impreterivelmente, é dia de ir às urnas. Ir às urnas votar para o Parlamento Europeu.
Ir às urnas porque é um direito pelo qual muitos lutaram durante muito tempo, e essa conquista não foi há tanto tempo assim. Ir às urnas porque é um dever que nós que vivemos em sociedade e dela usufruímos de benefícios e malefícios, devemos cumprir. Ir às urnas porque, por mais que alguns digam que não, e nos queiram convencer que não, e por mais que os afazeres do nosso dia-a-dia nos peçam para ficar, é preciso ir.
É preciso porque ainda que muitas vezes não percebamos como, e também poucos nos expliquem porquê, a Europa é importante. È de lá que vêm os dinheiros com que são efectuadas a maioria das obras actualmente no nosso país, e à União Europeia se devem as principais mudanças estruturais e sociais no nosso país, os principais equipamentos: auto-estradas, IP’s e IC’s, novas escolas, novos hospitais, os Polis que tanto dão que falar, etc, etc. Mais apoio social, mais apoio à cultura, à educação, à saúde, devemo-lo à União, à Europa espaço económico e social que do alto da sua idade e tradições, deve se modelo para o resto do mundo.
Lembram-se como era Portugal antes da adesão à então CEE conseguida por Mário Soares em 1986? O que evoluímos em menos de 20 anos! E hoje, alguém consegue imaginar Portugal fora da União como então alguns defenderam? Alguns que hoje estão no poder, alguns que ainda hoje, ainda que subterfugiamente defendem o nosso isolamento, o nosso “orgulhosamente sós” de outros tempos.
Seria-nos impossível e catastrófico viver fora da UE. Dependemos dela em muitos aspectos, porque ninguém vive bem sozinho. Muitas das leis que hoje são aprovadas no nosso Parlamento, não são mais que a ratificação ou imposição do que já fora decidido em Estrasburgo ou em Bruxelas. Por isso e por tanto mais, a Europa é importante.
E por isso independentemente de quem, votar é absolutamente necessário.
Depois, é preciso escolher, escolher com critérios, escolher reflectindo nessa escolha, quem melhor nos pode representar na Europa, e ajudar no seio dos partidos europeus a que este canto seja um melhor e mais desenvolvido lugar para viver.
Escolher, não em função de quem se veste melhor, ou de quem tem melhor aspecto, ou de quem joga golfe ou não, ou de quem disse mais mal, ou de quem disse melhor, mas escolher em função de quem é mais competente, de quem tem provas dadas do seu valor, do seu mérito, da sua competência.
Alguém sabe o que já fez João de Deus Pinheiro, para além da participação da venda de armas para o Iraque? Mas Sousa Franco levou-nos ao euro e à aproximação da Europa, que agora outros nos tiram, Elisa Ferreira deu-nos as Piscinas, o governo PS deu-nos o Hospital, O Politécnico, a IC3 que estes ainda não conseguiram concluir, o Cine-Teatro, e tantas, tantas outras coisas que são menos visíveis, mas não por isso, de menor importância.
Eu não tenho dúvidas, e julgo que a maioria dos portugueses também não, o voto certo é no PS, mas o importante é não nos fiarmos em sondagens, é percebermos que não bastam as intenções, e dia 13 de Junho só contam os votos dentro das urnas. Espero que o seu, seja você jovem ou menos jovem, homem ou mulher, pobre ou rico, será sempre um cidadão português e europeu, e por isso espero, tenha ido à praia ou não, que dia 13 o seu voto esteja lá! As mudanças não se fazem com intenções, fazem-se com acções, e a mudança começa dia 13.
artigo do camarada Hugo Cristóvão
publicado no jornal Cidade de Tomar de 11.06.2004
Ir às urnas porque é um direito pelo qual muitos lutaram durante muito tempo, e essa conquista não foi há tanto tempo assim. Ir às urnas porque é um dever que nós que vivemos em sociedade e dela usufruímos de benefícios e malefícios, devemos cumprir. Ir às urnas porque, por mais que alguns digam que não, e nos queiram convencer que não, e por mais que os afazeres do nosso dia-a-dia nos peçam para ficar, é preciso ir.
É preciso porque ainda que muitas vezes não percebamos como, e também poucos nos expliquem porquê, a Europa é importante. È de lá que vêm os dinheiros com que são efectuadas a maioria das obras actualmente no nosso país, e à União Europeia se devem as principais mudanças estruturais e sociais no nosso país, os principais equipamentos: auto-estradas, IP’s e IC’s, novas escolas, novos hospitais, os Polis que tanto dão que falar, etc, etc. Mais apoio social, mais apoio à cultura, à educação, à saúde, devemo-lo à União, à Europa espaço económico e social que do alto da sua idade e tradições, deve se modelo para o resto do mundo.
Lembram-se como era Portugal antes da adesão à então CEE conseguida por Mário Soares em 1986? O que evoluímos em menos de 20 anos! E hoje, alguém consegue imaginar Portugal fora da União como então alguns defenderam? Alguns que hoje estão no poder, alguns que ainda hoje, ainda que subterfugiamente defendem o nosso isolamento, o nosso “orgulhosamente sós” de outros tempos.
Seria-nos impossível e catastrófico viver fora da UE. Dependemos dela em muitos aspectos, porque ninguém vive bem sozinho. Muitas das leis que hoje são aprovadas no nosso Parlamento, não são mais que a ratificação ou imposição do que já fora decidido em Estrasburgo ou em Bruxelas. Por isso e por tanto mais, a Europa é importante.
E por isso independentemente de quem, votar é absolutamente necessário.
Depois, é preciso escolher, escolher com critérios, escolher reflectindo nessa escolha, quem melhor nos pode representar na Europa, e ajudar no seio dos partidos europeus a que este canto seja um melhor e mais desenvolvido lugar para viver.
Escolher, não em função de quem se veste melhor, ou de quem tem melhor aspecto, ou de quem joga golfe ou não, ou de quem disse mais mal, ou de quem disse melhor, mas escolher em função de quem é mais competente, de quem tem provas dadas do seu valor, do seu mérito, da sua competência.
Alguém sabe o que já fez João de Deus Pinheiro, para além da participação da venda de armas para o Iraque? Mas Sousa Franco levou-nos ao euro e à aproximação da Europa, que agora outros nos tiram, Elisa Ferreira deu-nos as Piscinas, o governo PS deu-nos o Hospital, O Politécnico, a IC3 que estes ainda não conseguiram concluir, o Cine-Teatro, e tantas, tantas outras coisas que são menos visíveis, mas não por isso, de menor importância.
Eu não tenho dúvidas, e julgo que a maioria dos portugueses também não, o voto certo é no PS, mas o importante é não nos fiarmos em sondagens, é percebermos que não bastam as intenções, e dia 13 de Junho só contam os votos dentro das urnas. Espero que o seu, seja você jovem ou menos jovem, homem ou mulher, pobre ou rico, será sempre um cidadão português e europeu, e por isso espero, tenha ido à praia ou não, que dia 13 o seu voto esteja lá! As mudanças não se fazem com intenções, fazem-se com acções, e a mudança começa dia 13.
artigo do camarada Hugo Cristóvão
publicado no jornal Cidade de Tomar de 11.06.2004
Eleições Europeias
No próximo dia 13 de Junho os Portugueses são chamados a um acto eleitoral que passa à margem da grande maioria da população. Nesse dia Portugal irá eleger os seus novos 24 Eurodeputados (menos um que no mandato anterior), neste que será um mandato crucial para o futuro da União Europeia.
Mas, afinal para que serve votar nestas eleições? O voto naquele Domingo (de Europeu de futebol e Santos Populares), assume uma relevância extrema, já que para além da cada vez maior importância dos assuntos europeus, será igualmente uma oportunidade única dos nossos cidadãos mostrarem um exemplo de cidadania se forem em força mostrar um cartão amarelo a um governo que tantos direitos lhes retira.
Sendo verdade, que o poder do Parlamento Europeu é a de quase um mero órgão consultivo, contudo isso será alterado com nova Constituição Europeia, que irá dar maior importância a este Parlamento que nos dias de hoje vive completamente subalternizado em relação à Comissão Europeia e ao Conselho Europeu, sendo por isso a ida às mesas de voto ainda mais essencial, para os nossos eurodeputados serem legitimados pelos Portugueses.
Este mandato será a todos os níveis de importância extrema para Portugal e para a Europa. Serão os primeiros anos de uma Europa a 25 com as consequências óbvias que isso acarreta para um país pobre e pequeno como Portugal, que ficará com menos margem negocial. São igualmente as primeiras Eleições Europeias no pós 11 de Setembro, que acarretou consigo directa ou indirectamente questões tão diferentes como as guerras do Iraque e Afeganistão, os ataques do 11 de Março e a nova ordem geopolítica mundial, onde vários países europeus, incluindo o Governo de Portugal, escolheram o caminho bélico dos E.U.A, não aceitando o caminho pacífico que sempre norteou as posições da U.E., causando uma ferida interna que ainda não sarou totalmente, e ver-se-á neste mandato a gravidade e profundidade dessa ferida, sendo que em Espanha, um dos príncipes da guerra foi derrotado nas urnas pelo socialista Zapatero.
Em termos económicos, muito se irá discutir nos próximos tempos sobre a validade do Pacto de Estabilidade e Crescimento(PEC), que parece morto (basta olhar para a posição do eixo Franco-Alemão) e apenas continua a ser defendido pela ortodoxia liberal, como o caso da nossa ministra Manuela Ferreira Leite. E como será tratada a questão de apenas 12 em 25 países, estarem dentro da zona Euro? Todas estas questões, de cariz económico só realçam a extrema necessidade da participação nas eleições de dia 13 de Junho, pois elas serão discutidas no âmbito europeu no próximo ano.
Com todas as questões de cariz europeu que serão relevantes nos próximos anos, os Portugueses necessitam de uma equipa de Eurodeputados com valor, experiente (mas com gente jovem também), combativa, trabalhadora e com capacidade crítica e isso como parece óbvio não pode ser conseguido pelos candidatos da coligação Força Portugal, que fazem de assuntos sérios, uma mera questão de espectáculo e futebol, não se importando de usar um nome, muito pouco ético em alturas de Europeu.
Em relação aos jovens, como eu, podem se sentir alheados da política e das questões europeias, mas serão eles os mais afectados pelo desenrolar futuro do processo de construção europeia, que começou no sonho de alguns, com um projecto de paz (a C.E.C.A. e a EURATOM, antecessoras da U.E., que surgiram no pós 2 Guerra Mundial) e desenvolvimento para a Europa. Sendo que os jovens devem votar em massa, já que é o seu futuro que está em causa, e encontrarão na lista socialista pessoas que compreendem as especificidades da nossa camada etária (que vive dramas como o desemprego), como são a actual Secretária-Geral da Juventude Socialista, Jamila Madeira, e o seu antecessor e actual Eurodeputado, Sérgio Sousa Pinto.
No dia 13 de Junho, ficar em casa a “ressacar” a noitada dos Santos, ir à praia ou ver o futebol, não pode impedir os Portugueses de mostrar toda a sua consciência cívica, votando no dia 13 de Junho, combatendo o apelo à abstenção feito indirectamente pelo governo.
artigo do camarada Hugo Costa
publicado no jornal O Templário de 10.06.2004
Mas, afinal para que serve votar nestas eleições? O voto naquele Domingo (de Europeu de futebol e Santos Populares), assume uma relevância extrema, já que para além da cada vez maior importância dos assuntos europeus, será igualmente uma oportunidade única dos nossos cidadãos mostrarem um exemplo de cidadania se forem em força mostrar um cartão amarelo a um governo que tantos direitos lhes retira.
Sendo verdade, que o poder do Parlamento Europeu é a de quase um mero órgão consultivo, contudo isso será alterado com nova Constituição Europeia, que irá dar maior importância a este Parlamento que nos dias de hoje vive completamente subalternizado em relação à Comissão Europeia e ao Conselho Europeu, sendo por isso a ida às mesas de voto ainda mais essencial, para os nossos eurodeputados serem legitimados pelos Portugueses.
Este mandato será a todos os níveis de importância extrema para Portugal e para a Europa. Serão os primeiros anos de uma Europa a 25 com as consequências óbvias que isso acarreta para um país pobre e pequeno como Portugal, que ficará com menos margem negocial. São igualmente as primeiras Eleições Europeias no pós 11 de Setembro, que acarretou consigo directa ou indirectamente questões tão diferentes como as guerras do Iraque e Afeganistão, os ataques do 11 de Março e a nova ordem geopolítica mundial, onde vários países europeus, incluindo o Governo de Portugal, escolheram o caminho bélico dos E.U.A, não aceitando o caminho pacífico que sempre norteou as posições da U.E., causando uma ferida interna que ainda não sarou totalmente, e ver-se-á neste mandato a gravidade e profundidade dessa ferida, sendo que em Espanha, um dos príncipes da guerra foi derrotado nas urnas pelo socialista Zapatero.
Em termos económicos, muito se irá discutir nos próximos tempos sobre a validade do Pacto de Estabilidade e Crescimento(PEC), que parece morto (basta olhar para a posição do eixo Franco-Alemão) e apenas continua a ser defendido pela ortodoxia liberal, como o caso da nossa ministra Manuela Ferreira Leite. E como será tratada a questão de apenas 12 em 25 países, estarem dentro da zona Euro? Todas estas questões, de cariz económico só realçam a extrema necessidade da participação nas eleições de dia 13 de Junho, pois elas serão discutidas no âmbito europeu no próximo ano.
Com todas as questões de cariz europeu que serão relevantes nos próximos anos, os Portugueses necessitam de uma equipa de Eurodeputados com valor, experiente (mas com gente jovem também), combativa, trabalhadora e com capacidade crítica e isso como parece óbvio não pode ser conseguido pelos candidatos da coligação Força Portugal, que fazem de assuntos sérios, uma mera questão de espectáculo e futebol, não se importando de usar um nome, muito pouco ético em alturas de Europeu.
Em relação aos jovens, como eu, podem se sentir alheados da política e das questões europeias, mas serão eles os mais afectados pelo desenrolar futuro do processo de construção europeia, que começou no sonho de alguns, com um projecto de paz (a C.E.C.A. e a EURATOM, antecessoras da U.E., que surgiram no pós 2 Guerra Mundial) e desenvolvimento para a Europa. Sendo que os jovens devem votar em massa, já que é o seu futuro que está em causa, e encontrarão na lista socialista pessoas que compreendem as especificidades da nossa camada etária (que vive dramas como o desemprego), como são a actual Secretária-Geral da Juventude Socialista, Jamila Madeira, e o seu antecessor e actual Eurodeputado, Sérgio Sousa Pinto.
No dia 13 de Junho, ficar em casa a “ressacar” a noitada dos Santos, ir à praia ou ver o futebol, não pode impedir os Portugueses de mostrar toda a sua consciência cívica, votando no dia 13 de Junho, combatendo o apelo à abstenção feito indirectamente pelo governo.
artigo do camarada Hugo Costa
publicado no jornal O Templário de 10.06.2004
quarta-feira, junho 09, 2004
terça-feira, junho 08, 2004
Links
Relembramos que a listagem de links ali ao lado está em permanente actualização, pois procuramos sempre adicionar todos aqueles que por este ou aquele motivo achamos interessantes ou importantes. Assim, para além de alguns novos nos Outros Sítios de Cá, existem também duas novas secções, os Sítios Jovens e lá mais para baixo os Outros Sítios, que contemplam na sua maioria sites de ONG's - Organizações não Governamentais.
Naveguem por aí, mas não se esqueçam de voltar a este bom porto!
Naveguem por aí, mas não se esqueçam de voltar a este bom porto!
domingo, junho 06, 2004
Objecto voador não identificado
Já todos ouvimos falar na estranha luz que no passado dia 1 andou por aí nos céus de Portugal e também aqui por Tomar como notíciam os jornais locais.
Pois, parece que depois de várias hipóteses falhadas foi finalmente descoberto o que seria, era a tão falada "retoma", o que prova que este governo tem essa estranha habilidade em ver o que a maioria não vê, uma vez que desde há muito andam a apregoar que já a vêm! Bem que o Durão, o Portas e a Manuela, podiam ir para os EUA trabalhar para os Ficheiros Secretos do FBI, podia ser que lá tivessem alguma utilidade!
Pois, parece que depois de várias hipóteses falhadas foi finalmente descoberto o que seria, era a tão falada "retoma", o que prova que este governo tem essa estranha habilidade em ver o que a maioria não vê, uma vez que desde há muito andam a apregoar que já a vêm! Bem que o Durão, o Portas e a Manuela, podiam ir para os EUA trabalhar para os Ficheiros Secretos do FBI, podia ser que lá tivessem alguma utilidade!
sábado, junho 05, 2004
Campanha para as Europeias
Ouvindo hoje o debate sobre as europeias no programa Praça Pública da Rádio Cidade de Tomar, ficamos espantados como a Coligação PSD/CDS-PP, aqui representada pela líder do PP local, Alda Carvalho (mais uma vez o PSD a reboque do PP), não sabe dizer uma linha do programa das eleições europeias desta coligação, não apresenta uma ideia sobre a Europa, e todo o discurso é feito em torno da gasta e estapafúrdia conversa da "pesada herança socialista". Incrível!!
Até quando é que vão tentar distrair os cidadãos com essa cantiga, e até quando vão acreditar que os portugueses são estúpidos?
Os tomarenses por exemplo, devem a governos socialistas a "pesada herança" de ter um novo Hospital, um Instituto Politécnico, a variante do IC3, as Piscinas Municipais, o Cine-Teatro recuperado, o Programa Pólis que estes agora atrofiam, entre tantas outras coisas menos vísiveis. E aos governos de Cavaco, e agora de Portas e Durão, o que devem os tomarenses?
Estes senhores com este discurso, devem mesmo querer concorrer a qalquer prémio de comédia. Por este caminho ainda vão dizer que a morte do Kennedy, ou o naufrágio do Titanic também são culpa do PS!!
Quando ouvimos estes senhores falar até dá vontade de citar o João M. Pinto: "Estivemos à beira do precipício, mas conseguimos dar o passo em frente!"
Até quando é que vão tentar distrair os cidadãos com essa cantiga, e até quando vão acreditar que os portugueses são estúpidos?
Os tomarenses por exemplo, devem a governos socialistas a "pesada herança" de ter um novo Hospital, um Instituto Politécnico, a variante do IC3, as Piscinas Municipais, o Cine-Teatro recuperado, o Programa Pólis que estes agora atrofiam, entre tantas outras coisas menos vísiveis. E aos governos de Cavaco, e agora de Portas e Durão, o que devem os tomarenses?
Estes senhores com este discurso, devem mesmo querer concorrer a qalquer prémio de comédia. Por este caminho ainda vão dizer que a morte do Kennedy, ou o naufrágio do Titanic também são culpa do PS!!
Quando ouvimos estes senhores falar até dá vontade de citar o João M. Pinto: "Estivemos à beira do precipício, mas conseguimos dar o passo em frente!"
Universidade de Verão 2004
O Partido Socialista está a organizar a Universidade de Verão de 2004. A cidade de Évora volta a ser a cidade escolhida para acolher esta iniciativa que no ano passado recebeu elogios generalizados.
A edição deste ano tem como tema A Política e os Média, e vai decorrer entre os dias 23 a 28 de Agosto.
Consulta o Programa Provisório e o processo de candidatura a participante na Universidade de Verão.
A edição deste ano tem como tema A Política e os Média, e vai decorrer entre os dias 23 a 28 de Agosto.
Consulta o Programa Provisório e o processo de candidatura a participante na Universidade de Verão.
quarta-feira, junho 02, 2004
Reunião
Domingo, pelas 16.30h na sede do PS, reunião do secretariado que como vem sendo hábito será aberta também, a todos os militantes e simpatizantes que queiram aparecer. E devem aparecer!
De forma informal, falaremos da actual situação política, da campanha para as europeias, de actividades (lúdicas) para este Verão, e de tudo o mais que nos/vos ocorrer.
Além de que com o calor a despontar, é tempo de recuperarmos aquele velho mote da jota daqui que diz: "mais vale um bagaço na mão que um whisky no balcão" sendo que o bagaço pode ser trocado por imperial! (se calhar também não era politicamente correcto dizer isto...)
até lá, saudações socialistas, e sintam-se como no apoio à selecção: estão todos convocados!
De forma informal, falaremos da actual situação política, da campanha para as europeias, de actividades (lúdicas) para este Verão, e de tudo o mais que nos/vos ocorrer.
Além de que com o calor a despontar, é tempo de recuperarmos aquele velho mote da jota daqui que diz: "mais vale um bagaço na mão que um whisky no balcão" sendo que o bagaço pode ser trocado por imperial! (se calhar também não era politicamente correcto dizer isto...)
até lá, saudações socialistas, e sintam-se como no apoio à selecção: estão todos convocados!
Anedota, daquelas
Nós sabemos, é feio, é maldoso, não é politicamente correcto, mas também, não fomos nós que descemos o nível, e, talvez pela nossa irreverente juventude, não conseguimos resistir a publicar estas coisas que nos enviam... e rir afinal, funciona ao menos como analgésico.
"Durão Barroso e o seu motorista passavam por uma estrada quando,
subitamente, atropelaram um porco matando-o instantaneamente.
Durão Barroso disse então ao seu motorista que fosse até à quinta e
explicasse ao dono do animal o que tinha acontecido.
Uma hora mais tarde, Durão Barroso vê o seu motorista a cambalear em
direcção ao carro, com um cigarro na mão e com uma garrafa na outra.
A roupa estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu?- perguntou o Durão Barroso.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a sua mulher, cigarros e a sua
charmosa filha de 19 anos fez amor comigo, apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disse? - perguntou Durão Barroso.
- Sou o motorista do Durão Barroso e acabo de matar o porco!"
"Durão Barroso e o seu motorista passavam por uma estrada quando,
subitamente, atropelaram um porco matando-o instantaneamente.
Durão Barroso disse então ao seu motorista que fosse até à quinta e
explicasse ao dono do animal o que tinha acontecido.
Uma hora mais tarde, Durão Barroso vê o seu motorista a cambalear em
direcção ao carro, com um cigarro na mão e com uma garrafa na outra.
A roupa estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu?- perguntou o Durão Barroso.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a sua mulher, cigarros e a sua
charmosa filha de 19 anos fez amor comigo, apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disse? - perguntou Durão Barroso.
- Sou o motorista do Durão Barroso e acabo de matar o porco!"
terça-feira, junho 01, 2004
E os nomeados para o Globo do político mais mal-educado são:
"1) Manuela Ferreira Leite, pelos insultos dirigidos ao deputado socialista Eduardo Cabrita ("incompetente", "não merece o salário que ganha");
2) João de Almeida, por ter apelidado Sousa Franco de "senhor careca, de óculos grandes e esquisitos", acrescentando o curioso detalhe de o ter visto escapando à perseguição de dois (!?) cobradores de fraque;
3) Ana Manso, pela elevada sentença: "À frente da lista do PS temos um homem sem categoria. E não é por lhe faltar alguma coisa em termos físicos".
Como é possível? Que absoluta falta de nível! Que inacreditável baixeza! De pessoas com esta responsabilidade espera-se, no mínimo, boa-educação. Dignidade.
Pela pessoa que é e pelos serviços que já prestou a Portugal, quer como governante quer como académico, Sousa Franco não merecia, não devia, não podia ser ofendido desta forma. Os insultos de que foi alvo são tão injustos e despropositados como aqueles que atingiram Eduardo Cabrita (a quem também estendo a minha simpatia e respeito). Mas são de um teor (ainda) mais grave, pois pretendem ridicularizar o Professor Sousa Franco, amesquinhá-lo, invadir publicamente a sua esfera privada e expô-la de forma vil.
Apesar de tudo, há um (único) ponto positivo nestes episódios lamentáveis: estas pessoas mostraram de que material são feitas. Vale tudo."
colocado por Bruno Rocha no estaleiro
2) João de Almeida, por ter apelidado Sousa Franco de "senhor careca, de óculos grandes e esquisitos", acrescentando o curioso detalhe de o ter visto escapando à perseguição de dois (!?) cobradores de fraque;
3) Ana Manso, pela elevada sentença: "À frente da lista do PS temos um homem sem categoria. E não é por lhe faltar alguma coisa em termos físicos".
Como é possível? Que absoluta falta de nível! Que inacreditável baixeza! De pessoas com esta responsabilidade espera-se, no mínimo, boa-educação. Dignidade.
Pela pessoa que é e pelos serviços que já prestou a Portugal, quer como governante quer como académico, Sousa Franco não merecia, não devia, não podia ser ofendido desta forma. Os insultos de que foi alvo são tão injustos e despropositados como aqueles que atingiram Eduardo Cabrita (a quem também estendo a minha simpatia e respeito). Mas são de um teor (ainda) mais grave, pois pretendem ridicularizar o Professor Sousa Franco, amesquinhá-lo, invadir publicamente a sua esfera privada e expô-la de forma vil.
Apesar de tudo, há um (único) ponto positivo nestes episódios lamentáveis: estas pessoas mostraram de que material são feitas. Vale tudo."
colocado por Bruno Rocha no estaleiro
PS próximo da maioria absoluta
"O PS está próximo de obter a maioria absoluta dos votos expressos, nas eleições europeias do dia 13, segundo o barómetro da Marktest para a TSF/Diário de Notícias. De acordo com os dados hoje divulgados, os socialistas poderão atingir os 49,2 por cento dos votos, enquanto que a coligação do PSD/CDS-PP ficará nos 37,4 por cento.
O Porto, Lisboa e o Sul do país são as regiões fortes do PS. Outro dado significativo, à esquerda, é a maior votação na Grande Lisboa no Bloco de Esquerda, em detrimento da CDU. A nível nacional, a situação inverte-se com a coligação do PCP e «Os Verdes» a obter 6,3 por cento dos votos, e os bloquistas a chegarem aos 5 por cento das intenções de voto.
O cenário de uma vitória socialista nas eleições europeias perde umas décimas, em relação a Abril, mas continua a rondar os 50 por cento de preferências dos inquiridos pelo barómetro.
O barómetro foi realizado entre os dias 17 e 22 de Maio com o objectivo de saber em quem votariam os portugueses se hoje se realizassem eleições para o Parlamento Europeu. A amostra é de 804 entrevistas telefónicas, 377 a mulheres. O erro de amostragem é de 3,46 por cento."
notícia Portugal Diário
Mas não nos deixemos levar em cantigas, nada está ganho antes do tempo, o que interessa mesmo é não deixar de ir votar no dia 13 de Junho!
O Porto, Lisboa e o Sul do país são as regiões fortes do PS. Outro dado significativo, à esquerda, é a maior votação na Grande Lisboa no Bloco de Esquerda, em detrimento da CDU. A nível nacional, a situação inverte-se com a coligação do PCP e «Os Verdes» a obter 6,3 por cento dos votos, e os bloquistas a chegarem aos 5 por cento das intenções de voto.
O cenário de uma vitória socialista nas eleições europeias perde umas décimas, em relação a Abril, mas continua a rondar os 50 por cento de preferências dos inquiridos pelo barómetro.
O barómetro foi realizado entre os dias 17 e 22 de Maio com o objectivo de saber em quem votariam os portugueses se hoje se realizassem eleições para o Parlamento Europeu. A amostra é de 804 entrevistas telefónicas, 377 a mulheres. O erro de amostragem é de 3,46 por cento."
notícia Portugal Diário
Mas não nos deixemos levar em cantigas, nada está ganho antes do tempo, o que interessa mesmo é não deixar de ir votar no dia 13 de Junho!
sexta-feira, maio 28, 2004
Tomar no seu melhor...!?
Os conceitos de planeamento e de plano, e, por extensão, os de planeamento e de plano territorial, não são conceitos de definição simples, e a consulta de qualquer bom dicionário revela bem essa dificuldade, pela multiplicidade de sentidos que aí lhe são associados.
Um dos aspectos a que alude a definição de planeamento territorial ou local é ao facto de aquela actividade ter por finalidade o desenvolvimento de um sistema territorial, e não, simplesmente, o seu crescimento.
O conceito de desenvolvimento global corresponde a uma dinâmica de evolução caracterizada, pelo menos, por três vertentes, uma elevada eficiência na utilização de recursos, num contexto de aceitável equidade na distribuição da riqueza e de adequada preservação da qualidade do ambiente.
Ao desenvolvimento, na grande maioria dos casos e particularmente em situações de subdesenvolvimento, interessa o crescimento; mas ter-se-á sempre presente que este apenas interessa como meio ou instrumento ao serviço daquele e não como objectivo em si. Um dos aspectos do planeamento territorial que mais atrai a atenção da comunidade dos teóricos, mas também dos práticos, do sector, e que, por razões amplamente justificadas, mais tem sido e continua a ser debatido, é o saber qual a metodologia que deve ser seguida na preparação de um plano de modo assegurar a racionalidade das decisões tomadas no seu âmbito.
Uma proposta de referência começa por colocar em evidência o facto de o processo de elaboração de um plano ter como ponto de partida a constatação da existência de problemas, entendendo-se estes como divergências significativas entre as realidades que caracterizam um dado sistema territorial e os objectivos ou critérios a seu propósito estabelecidos pela Administração, desejavelmente em representação de toda a comunidade que nele reside e trabalha.
A partir da constatação dos referidos problemas, o processo deve desenrolar-se por um diagnóstico, que servirá fundamentalmente para identificar, com uma precisão tão elevada quanto possível, não só os
problemas experimentados, como aqueles que, não tendo expressão no presente, se podem vir a colocar num futuro mais ou menos distante; servirá, também para identificar os instrumentos disponíveis para a intervenção e determinar a forma como a realidade responde à sua aplicação no contexto de intervenção em causa.
A formulação de uma estratégia para o concelho, consiste na identificação das orientações e medidas fundamentais a implementar, e em particular, na identificação dos sectores prioritários a considerar.
Numa análise económica, o principal factor que sustenta uma comunidade e que permite a permanência de uma população em determinada área urbana ou rural é a existência de emprego. Torna-se, então evidente que qualquer caracterização de um sistema territorial implica uma análise cuidada das actividades económicas que aí se desenvolvem.
Agora pergunto eu: será que Tomar tem um Plano de Desenvolvimento para o Concelho com estas medidas anteriormente referenciadas? Ou será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar, é de ser a cidade mais cara em termos de habitação, espoliando os cidadãos (jovens) da cidade? Dizem as recentes estatísticas, que os concelhos de Tomar a par de Lisboa, Loulé e Coimbra são dos concelhos mais caros do país em termos de habitação, isto deve-se ao facto das taxas de construção em Tomar serem elevadíssimas sendo esta a política de desenvolvimento do actual executivo Camarário.
Será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar é ser a Vila Moura do centro do país? A estratégia de desenvolvimento da cidade é neste momento de fazer obras públicas sem nexo e de dar ao cidadão uma ideia de riquismo, sem ter um plano definido de desenvolvimento, com um diagnóstico exaustivo dos
problemas do concelho e a formulação de uma estratégia para o mesmo. Tomar, no seu melhor...!?
artigo de opinião do camarada Hélder Bernardino
publicado no jornal O Templário de 27.05.2004
Um dos aspectos a que alude a definição de planeamento territorial ou local é ao facto de aquela actividade ter por finalidade o desenvolvimento de um sistema territorial, e não, simplesmente, o seu crescimento.
O conceito de desenvolvimento global corresponde a uma dinâmica de evolução caracterizada, pelo menos, por três vertentes, uma elevada eficiência na utilização de recursos, num contexto de aceitável equidade na distribuição da riqueza e de adequada preservação da qualidade do ambiente.
Ao desenvolvimento, na grande maioria dos casos e particularmente em situações de subdesenvolvimento, interessa o crescimento; mas ter-se-á sempre presente que este apenas interessa como meio ou instrumento ao serviço daquele e não como objectivo em si. Um dos aspectos do planeamento territorial que mais atrai a atenção da comunidade dos teóricos, mas também dos práticos, do sector, e que, por razões amplamente justificadas, mais tem sido e continua a ser debatido, é o saber qual a metodologia que deve ser seguida na preparação de um plano de modo assegurar a racionalidade das decisões tomadas no seu âmbito.
Uma proposta de referência começa por colocar em evidência o facto de o processo de elaboração de um plano ter como ponto de partida a constatação da existência de problemas, entendendo-se estes como divergências significativas entre as realidades que caracterizam um dado sistema territorial e os objectivos ou critérios a seu propósito estabelecidos pela Administração, desejavelmente em representação de toda a comunidade que nele reside e trabalha.
A partir da constatação dos referidos problemas, o processo deve desenrolar-se por um diagnóstico, que servirá fundamentalmente para identificar, com uma precisão tão elevada quanto possível, não só os
problemas experimentados, como aqueles que, não tendo expressão no presente, se podem vir a colocar num futuro mais ou menos distante; servirá, também para identificar os instrumentos disponíveis para a intervenção e determinar a forma como a realidade responde à sua aplicação no contexto de intervenção em causa.
A formulação de uma estratégia para o concelho, consiste na identificação das orientações e medidas fundamentais a implementar, e em particular, na identificação dos sectores prioritários a considerar.
Numa análise económica, o principal factor que sustenta uma comunidade e que permite a permanência de uma população em determinada área urbana ou rural é a existência de emprego. Torna-se, então evidente que qualquer caracterização de um sistema territorial implica uma análise cuidada das actividades económicas que aí se desenvolvem.
Agora pergunto eu: será que Tomar tem um Plano de Desenvolvimento para o Concelho com estas medidas anteriormente referenciadas? Ou será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar, é de ser a cidade mais cara em termos de habitação, espoliando os cidadãos (jovens) da cidade? Dizem as recentes estatísticas, que os concelhos de Tomar a par de Lisboa, Loulé e Coimbra são dos concelhos mais caros do país em termos de habitação, isto deve-se ao facto das taxas de construção em Tomar serem elevadíssimas sendo esta a política de desenvolvimento do actual executivo Camarário.
Será que a estratégia da Câmara Municipal de Tomar é ser a Vila Moura do centro do país? A estratégia de desenvolvimento da cidade é neste momento de fazer obras públicas sem nexo e de dar ao cidadão uma ideia de riquismo, sem ter um plano definido de desenvolvimento, com um diagnóstico exaustivo dos
problemas do concelho e a formulação de uma estratégia para o mesmo. Tomar, no seu melhor...!?
artigo de opinião do camarada Hélder Bernardino
publicado no jornal O Templário de 27.05.2004
quinta-feira, maio 27, 2004
PROGRAMA - Fórum Europa É Connosco
Que futuro para a Europa?
Desenvolvimento Sustentável e a Estratégia de Lisboa
27 Maio - 14h30 - Fórum Picoas - Lisboa
António Sousa Franco - Cabeça de lista ao Parlamento Europeu
Ana Gomes - Candidata ao Parlamento Europeu
Francisco Cordovil - Professor universitário
Teresa de Sousa - Jornalista (Moderadora)
Com a participação de
António Guterres - Presidente da Internacional Socialista
Desenvolvimento Sustentável e a Estratégia de Lisboa
27 Maio - 14h30 - Fórum Picoas - Lisboa
António Sousa Franco - Cabeça de lista ao Parlamento Europeu
Ana Gomes - Candidata ao Parlamento Europeu
Francisco Cordovil - Professor universitário
Teresa de Sousa - Jornalista (Moderadora)
Com a participação de
António Guterres - Presidente da Internacional Socialista
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