Está confirmadíssimo, não dia 24 como anunciámos por lapso, mas sim dia 25, sábado pela manhã. O preço é de 20 euros, e as inscrições estão limitadas a 20 participantes com tendência a esgotar rapidamente, por isso inscrevam-se depressa.
Os contactos estão ali ao lado. Até já
segunda-feira, agosto 30, 2004
Juventude Socialista condena Governo a respeito do “Barco do Aborto”
A Juventude Socialista condena a atitude fundamentalista do Governo Português e apela à mobilização da sociedade portuguesa contra o conservadorismo obscurantista que a direita quer impôr ao país.
A direita portuguesa, depois de, recentemente, ter impedido que os portugueses fossem ouvidos sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, na sequência de um abaixo assinado, subscrito por centenas de milhar de cidadãos, tenta bloquear uma inciativa que volta a recolocar no centro do debate político a necessidade de se rever a Lei portuguesa sobre o aborto.
O Governo, sustentado pela direita, não só é contra a Interrupção Voluntária da Gravidez, como, também, não a quer discutir. Prefere, antes, fechar os olhos à situação desumana vivida pelas mulheres portuguesas, contrariando as directivas emanadas pela União Europeia e aplicando a legislação mais restrictiva de toda a Europa sobre a matéria.
Para Pedro Nuno Santos, Secretário Geral da JS, “este é o mesmo Governo que abdica de cumprir a lei sobre a Educação Sexual nas escolas e esta Direita é irresponsável, insensível e intolerante”.
A Juventude Socialista ao contrário do Governo não se desresponsabiliza, politicamente, do assunto e apoia todas as iniciativas que tenham como propósito defender os direitos das mulheres e legalizar a IVG em Portugal.
A direita portuguesa, depois de, recentemente, ter impedido que os portugueses fossem ouvidos sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, na sequência de um abaixo assinado, subscrito por centenas de milhar de cidadãos, tenta bloquear uma inciativa que volta a recolocar no centro do debate político a necessidade de se rever a Lei portuguesa sobre o aborto.
O Governo, sustentado pela direita, não só é contra a Interrupção Voluntária da Gravidez, como, também, não a quer discutir. Prefere, antes, fechar os olhos à situação desumana vivida pelas mulheres portuguesas, contrariando as directivas emanadas pela União Europeia e aplicando a legislação mais restrictiva de toda a Europa sobre a matéria.
Para Pedro Nuno Santos, Secretário Geral da JS, “este é o mesmo Governo que abdica de cumprir a lei sobre a Educação Sexual nas escolas e esta Direita é irresponsável, insensível e intolerante”.
A Juventude Socialista ao contrário do Governo não se desresponsabiliza, politicamente, do assunto e apoia todas as iniciativas que tenham como propósito defender os direitos das mulheres e legalizar a IVG em Portugal.
sexta-feira, agosto 27, 2004
Dar uns tiros...
Calma! É só Paintball!
Dia 24 de Setembro pela manhã.
Mais pormenores, já já, no entanto podem ir fazendo-nos chegar o vosso interesse em participar. Para 'jotas' e amigos.
Dia 24 de Setembro pela manhã.
Mais pormenores, já já, no entanto podem ir fazendo-nos chegar o vosso interesse em participar. Para 'jotas' e amigos.
quinta-feira, agosto 26, 2004
Acampamento Distrital
Nos Olhos de Água, Alcanena, dias 17, 18 e 19 de Setembro. Mais pormenores brevemente.
Entretanto, os que estiverem interessados em ir, façam já chegar essa intenção ao secretariado pelos contactos habituais e que estão ali ao lado.
Vamos fazer deste mais um momento de convívio, e também de alguma vivência política.
Entretanto, os que estiverem interessados em ir, façam já chegar essa intenção ao secretariado pelos contactos habituais e que estão ali ao lado.
Vamos fazer deste mais um momento de convívio, e também de alguma vivência política.
segunda-feira, agosto 23, 2004
Encontro com João Soares
A informação que prestámos em post anterior foi entretanto alterada, e o camarada candidato a Secretário-geral do PS vai estar em Tomar, não na data anteriormente anunciada mas sim sábado próximo dia 28 pelas 16.00 horas na Estalagem de Santa Iria, no Mouchão.
domingo, agosto 22, 2004
quinta-feira, agosto 19, 2004
Eleições para Secretário-Geral do Partido Socialista
Como é sabido preparam-se as eleições internas do PS, pelo que nos dias 24 e 25 de Setembro, todos os militantes irão a votos para escolher o Secretário-Geral, que pela primeira vez será eleito directamente.
Os restantes orgãos serão eleitos posteriormente em Congresso a 1, 2 e 3 de Outubro. Para mais informações sobre as três candidaturas consultem:
João Soares | José Sócrates | Manuel Alegre
PS PROMOVE JANTARES-DEBATE
A Concelhia de Tomar do PS, em conjunto com a Federação distrital de Santarém, promove três jantares-debate das respectivas candidaturas a Secretário-geral do PS.
Assim decorrerão os seguintes eventos:
JANTAR-DEBATE da candidatura de José Sócrates, dia 31 de Agosto às 20H00, no Restaurante Moinho Novo, com a presença de José Sócrates e Nelson Carvalho.
JANTAR-DEBATE da candidatura de Manuel Alegre, dia 10 de Setembro às 19H30, no Restaurante Convívio, com a presença de Manuel Maria Carrilho e Helena Roseta.
JANTAR-DEBATE da candidatura de João Soares, dia 20 de Setembro às 19H30, no Restaurante Convívio, com a presença de João Soares e Rosa do Céu.
As inscrições são como habitualmente realizadas junto dos elementos do Secretariado, ou pelo Tel. 249.321.908
Os restantes orgãos serão eleitos posteriormente em Congresso a 1, 2 e 3 de Outubro. Para mais informações sobre as três candidaturas consultem:
João Soares | José Sócrates | Manuel Alegre
PS PROMOVE JANTARES-DEBATE
A Concelhia de Tomar do PS, em conjunto com a Federação distrital de Santarém, promove três jantares-debate das respectivas candidaturas a Secretário-geral do PS.
Assim decorrerão os seguintes eventos:
JANTAR-DEBATE da candidatura de José Sócrates, dia 31 de Agosto às 20H00, no Restaurante Moinho Novo, com a presença de José Sócrates e Nelson Carvalho.
JANTAR-DEBATE da candidatura de Manuel Alegre, dia 10 de Setembro às 19H30, no Restaurante Convívio, com a presença de Manuel Maria Carrilho e Helena Roseta.
JANTAR-DEBATE da candidatura de João Soares, dia 20 de Setembro às 19H30, no Restaurante Convívio, com a presença de João Soares e Rosa do Céu.
As inscrições são como habitualmente realizadas junto dos elementos do Secretariado, ou pelo Tel. 249.321.908
terça-feira, agosto 17, 2004
reunião informal
Amigos e camaradas,
Quero em primeiro lugar dar as boas vindas e um forte abraço socialista a todos os que se militaram recentemente na Juventude Socialista, desejando que tragam a vossa juventude e o vosso dinamismo para nos ajudarem a fazer mais e melhor, pelos jovens, por Tomar, pelo país.
Depois, mesmo sabendo que ainda estamos em período de férias, quero convidar-vos para uma reunião informal, no próximo sábado dia 21, pelas 17.30 na sede do PS, afim de apurarmos quem já está por cá, pormos a conversa em dia, e iniciarmos a preparação de algumas actividades.
Como sempre, a colaboração de todos é essencial, e os amigos são sempre bem vindos.
até sábado, um abraço amigo do Coordenador
Hugo Cristóvão
Quero em primeiro lugar dar as boas vindas e um forte abraço socialista a todos os que se militaram recentemente na Juventude Socialista, desejando que tragam a vossa juventude e o vosso dinamismo para nos ajudarem a fazer mais e melhor, pelos jovens, por Tomar, pelo país.
Depois, mesmo sabendo que ainda estamos em período de férias, quero convidar-vos para uma reunião informal, no próximo sábado dia 21, pelas 17.30 na sede do PS, afim de apurarmos quem já está por cá, pormos a conversa em dia, e iniciarmos a preparação de algumas actividades.
Como sempre, a colaboração de todos é essencial, e os amigos são sempre bem vindos.
até sábado, um abraço amigo do Coordenador
Hugo Cristóvão
quarta-feira, agosto 04, 2004
a meio gás...
... é como anda aqui o nosso blog, pois é sabido que nestes tempos de calor, sol, areia e fogos, pouco apetece estar em frente ao computador. Continuamos no entanto atentos ao que em Tomar, no país e no mundo vai acontecendo, e estamos também sempre receptivos às vossas contribuições.
Em Setembro voltaremos com renovadas forças e algumas ideias novas, e desde já prometemos algumas novidades. até lá, saudações socialistas e os desejos de umas férias revitalizantes.
Em Setembro voltaremos com renovadas forças e algumas ideias novas, e desde já prometemos algumas novidades. até lá, saudações socialistas e os desejos de umas férias revitalizantes.
sexta-feira, julho 23, 2004
Salvar o mercado de Tomar
Como outras coisas na nossa terra, o mercado de Tomar é mais uma vítima do mau ou da falta, de planeamento desta Câmara, e se assim não fosse não seria notícia. O que tem acontecido nos últimos tempos, já todos o sabem. Não se pode esperar que caiba no mesmo saco, o que antes só cabia em dois.
Todos sabemos que a solução para o mercado não é fácil, mas criar mais problemas do que os que existiam, ou pura e simplesmente acabar com as coisas, como parece ser política desta Câmara, não me parece ser a forma mais correcta de actuar.
Os principais problemas que têm acontecido, derivam do já conhecido como o “mercado dos trapos”, o mercado ambulante das sextas-feiras, mas sobre este muito tem sido dito ao longo das últimas semanas e por isso escuso-me a fazê-lo, até porque aquilo que como cidadão mais me preocupa são os efeitos negativos que essa situação inflige ao mercado diário, ao mercado dos produtos frescos. Por exemplo, o sentimento de medo e insegurança que faz com que alguns dos vendedores mais idosos, mais carenciados, que vinham vender alguns dos seus excedentes, deixem de o fazer.
E porque é importante salvar este mercado?
Em primeiro, porque ele é ainda a fonte de algum rendimento de muitos cidadãos que praticam uma agricultura de subsistência, e que através da venda de alguns excedentes conseguem juntar mais alguns trocos, que para a maioria desses pequenos vendedores que se deslocam a Tomar, muito representam.
Estes produtos, de cultura artesanal e de certa forma por isso, mais ecológica, são o garante de quem os compra, de consumirem artigos com qualidade acrescida e uma “denominação de origem” que não podem assegurar noutro local.
Muitos destes são também comprados pela restauração, pelo que os estabelecimentos locais podem assim, apresentar melhores e genuínas ofertas da região a quem nos visita, sendo uma mais valia para o turismo.
Mais valia para o turismo é também o próprio mercado, uma vez que este é, como é fácil verificar, um chamariz para os turistas estrangeiros que nos visitam. Aliás, é simples aferir que quase tudo o que é cidade ou vila deste país que se diga voltada para o turismo, tem o seu mercado de frescos.
Ele é além disso, um reforço da (já débil) posição de centralidade de Tomar em relação aos concelhos vizinhos, pois muitos são os que, para comprar ou para vender, se deslocam ao nosso mercado vindos de fora do concelho, o que acaba sempre por ter influência noutros sectores.
Ele é também um espaço de encontro, de reunião, de convívio, pois muitos dos que vêm vender os poucos produtos que lhe sobram: o quilo de feijão, a dúzia de ovos – são normalmente mais idosos e/ou oriundos de classes mais desfavorecidas, pelo que para muitos o vir ao mercado é o único pretexto para se deslocarem à cidade e se encontrarem com outras pessoas.
O mercado representa o encontro de dois mundos, dois tempos: um deles o do passado, um tempo que já não é o nosso, em que estes mercados eram a única forma de comprar e vendar, e por isso existem alguns resquícios destes espaços mesmo pelas freguesias. Mas ele pode também representar o caminho a seguir, o futuro, a procura de produtos não “produzidos em série”, produtos de qualidade, oriundos de uma agricultura artesanal e de forte cariz ecológico como ela tem de passar a ser, o que pode representar um dos caminhos de desenvolvimento económico, social e ambiental para o nosso concelho e a nossa região, inserida naquilo que são, os pressupostos de desenvolvimento sustentável que por mais que alguns ridicularizem por desconhecimento, e outros minimizem por desinteresse, terá forçosamente que ser a estratégia a adoptar.
O mercado não está bem, e não é de agora, é preciso melhorar as instalações, as condições de higiene, é preciso melhorar os acessos, é preciso planear e aumentar a segurança quer do ponto de vista da Polícia de Segurança Pública, como da Protecção Civil (e a segurança não se faz com vedações de arame!)
O mercado não está bem, todos o sabemos, mas o que se fez nas últimas semanas não vai de encontro ao futuro, vai de encontro à extinção, e este mercado é mais um símbolo concreto daquilo que vai acontecendo a Tomar.
E é preciso acabar com o silêncio, com a forma de actuar que esta Câmara vai efectuando e a quem todos criticam em surdina, mas poucos tem a coragem de assumir. E é preciso acabar com os silêncios dos mais responsáveis. O que têm dito os Presidentes de Junta, que sabem bem que muitos dos seus concidadãos precisam deste mercado, e de que ele funcione bem? E o que diz o Presidente da Junta de Santa Maria dos Olivais, ou mesmo de São João, a quem o mercado afecta directamente? Sobre este e outros assuntos, porque se calam? Por incompetência ou por conivência?
Tomar, é cada vez mais uma miragem à qual nem os arranjos exteriores conseguem tornar mais real. O Futuro, o Desenvolvimento e o Progresso, cada vez passam mais longe daqui. O tempo urge, é preciso encontrar outros rumos, ou um rumo que seja, outras soluções, e inevitavelmente, outros protagonistas.
artigo de opinião de Hugo Cristóvão
publicado no jornal Cidade de Tomar de 23.07.2004
Todos sabemos que a solução para o mercado não é fácil, mas criar mais problemas do que os que existiam, ou pura e simplesmente acabar com as coisas, como parece ser política desta Câmara, não me parece ser a forma mais correcta de actuar.
Os principais problemas que têm acontecido, derivam do já conhecido como o “mercado dos trapos”, o mercado ambulante das sextas-feiras, mas sobre este muito tem sido dito ao longo das últimas semanas e por isso escuso-me a fazê-lo, até porque aquilo que como cidadão mais me preocupa são os efeitos negativos que essa situação inflige ao mercado diário, ao mercado dos produtos frescos. Por exemplo, o sentimento de medo e insegurança que faz com que alguns dos vendedores mais idosos, mais carenciados, que vinham vender alguns dos seus excedentes, deixem de o fazer.
E porque é importante salvar este mercado?
Em primeiro, porque ele é ainda a fonte de algum rendimento de muitos cidadãos que praticam uma agricultura de subsistência, e que através da venda de alguns excedentes conseguem juntar mais alguns trocos, que para a maioria desses pequenos vendedores que se deslocam a Tomar, muito representam.
Estes produtos, de cultura artesanal e de certa forma por isso, mais ecológica, são o garante de quem os compra, de consumirem artigos com qualidade acrescida e uma “denominação de origem” que não podem assegurar noutro local.
Muitos destes são também comprados pela restauração, pelo que os estabelecimentos locais podem assim, apresentar melhores e genuínas ofertas da região a quem nos visita, sendo uma mais valia para o turismo.
Mais valia para o turismo é também o próprio mercado, uma vez que este é, como é fácil verificar, um chamariz para os turistas estrangeiros que nos visitam. Aliás, é simples aferir que quase tudo o que é cidade ou vila deste país que se diga voltada para o turismo, tem o seu mercado de frescos.
Ele é além disso, um reforço da (já débil) posição de centralidade de Tomar em relação aos concelhos vizinhos, pois muitos são os que, para comprar ou para vender, se deslocam ao nosso mercado vindos de fora do concelho, o que acaba sempre por ter influência noutros sectores.
Ele é também um espaço de encontro, de reunião, de convívio, pois muitos dos que vêm vender os poucos produtos que lhe sobram: o quilo de feijão, a dúzia de ovos – são normalmente mais idosos e/ou oriundos de classes mais desfavorecidas, pelo que para muitos o vir ao mercado é o único pretexto para se deslocarem à cidade e se encontrarem com outras pessoas.
O mercado representa o encontro de dois mundos, dois tempos: um deles o do passado, um tempo que já não é o nosso, em que estes mercados eram a única forma de comprar e vendar, e por isso existem alguns resquícios destes espaços mesmo pelas freguesias. Mas ele pode também representar o caminho a seguir, o futuro, a procura de produtos não “produzidos em série”, produtos de qualidade, oriundos de uma agricultura artesanal e de forte cariz ecológico como ela tem de passar a ser, o que pode representar um dos caminhos de desenvolvimento económico, social e ambiental para o nosso concelho e a nossa região, inserida naquilo que são, os pressupostos de desenvolvimento sustentável que por mais que alguns ridicularizem por desconhecimento, e outros minimizem por desinteresse, terá forçosamente que ser a estratégia a adoptar.
O mercado não está bem, e não é de agora, é preciso melhorar as instalações, as condições de higiene, é preciso melhorar os acessos, é preciso planear e aumentar a segurança quer do ponto de vista da Polícia de Segurança Pública, como da Protecção Civil (e a segurança não se faz com vedações de arame!)
O mercado não está bem, todos o sabemos, mas o que se fez nas últimas semanas não vai de encontro ao futuro, vai de encontro à extinção, e este mercado é mais um símbolo concreto daquilo que vai acontecendo a Tomar.
E é preciso acabar com o silêncio, com a forma de actuar que esta Câmara vai efectuando e a quem todos criticam em surdina, mas poucos tem a coragem de assumir. E é preciso acabar com os silêncios dos mais responsáveis. O que têm dito os Presidentes de Junta, que sabem bem que muitos dos seus concidadãos precisam deste mercado, e de que ele funcione bem? E o que diz o Presidente da Junta de Santa Maria dos Olivais, ou mesmo de São João, a quem o mercado afecta directamente? Sobre este e outros assuntos, porque se calam? Por incompetência ou por conivência?
Tomar, é cada vez mais uma miragem à qual nem os arranjos exteriores conseguem tornar mais real. O Futuro, o Desenvolvimento e o Progresso, cada vez passam mais longe daqui. O tempo urge, é preciso encontrar outros rumos, ou um rumo que seja, outras soluções, e inevitavelmente, outros protagonistas.
artigo de opinião de Hugo Cristóvão
publicado no jornal Cidade de Tomar de 23.07.2004
quinta-feira, julho 22, 2004
A ponte do flecheiro, ainda...
Atendendo ao que ainda ontem se passou na Bliblioteca Municipal, com a apresentação do plano de pormenor do flecheiro, achamos por bem relembrar a nossa opinião, expressa no abaixo assinado que lançámos e que suspendemos por acharmos que o assunto havia já morrido. Infelizmente parece que não.
Cidade Moderna, Desenvolvimento Sustentável
Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Tomar
Assunto: Apresentação de abaixo-assinado contra a construção de uma ponte rodoviária na zona do Flecheiro.
Vêm os signatários deste documento apresentar uma Petição contra a construção de uma ponte rodoviária na zona conhecida como Flecheiro, o que fazem nos termos e fundamentos seguintes:
Considerando que a construção desta nova ponte não resolverá os problemas essenciais no trânsito na cidade de Tomar, e que passam por afastar do centro desta, o fluxo maior da circulação rodoviária, assim como por criar alternativas eficazes e duradouras ao uso do automóvel, ao invés de criar mais dificuldades ao uso do transporte público, como acontecerá se a referida ponte for construída.
Que a construção desta nova ponte criará pelo contrário, novos e incontornáveis problemas, como o aumento da circulação do tráfego na Zona Escolar (E.S. Jácome Ratton, E.S. Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, C.I.R.E., Centro de Formação) e de importantes equipamentos e instituições da cidade (futuro Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria do Olival, Casa Mortuária, Centro de Saúde, Biblioteca Municipal, S.F. Gualdim Pais), aumentando assim a insegurança, bem como a degradação de utilização dos vários equipamentos, e da qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e aumento de gases tóxicos, numa zona que apresenta já alguns problemas.
Considerando que o agravar dos problemas de trânsito também em parte se deve a uma decisão, que igualmente careceu de estudo sério e criação prévia de alternativas eficazes, e que foi o encerramento de uma faixa de trânsito na ponte velha, o que obriga a que todo o trânsito que se desloca do lado Oeste para Este da Cidade, atravesse no mesmo local.
Tendo ainda em conta que, um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros -, sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas.
Porque, até hoje não foi apresentado qualquer Plano de Mobilidade, mas apenas um conjunto de fragmentos dispersos de um Plano de Circulação e Estacionamento, centrado tão só no Transporte Individual, o automóvel. Um Plano de Mobilidade, necessário, urgente e estratégico para o desenvolvimento da Cidade e do Concelho, tem de ser um instrumento criado para ajudar a tomar decisões, nunca para “justificar” decisões já tomadas, residindo a sua força na capacidade de entendimento e coordenação entre diferentes entidades, obrigando a uma vontade colectiva de evoluir para uma sociedade baseada no desenvolvimento sustentável.
Considerando ainda que, em relação a este projecto, não foram ouvidos parceiros sociais preponderantes e com responsabilidades nestas matérias e em concreto nas zonas atrás focadas, tais como Associações de Pais, Associações de Estudantes, Agrupamentos Escolares e Conselhos Executivos dos diversos estabelecimentos de ensino, entre outros.
Face ao exposto, os peticionantes abaixo assinados vêm requerer junto de V.Exª, que atentando às razões expostas:
Não seja construída a referida “Ponte do Flecheiro”
Cidade Moderna, Desenvolvimento Sustentável
Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Tomar
Assunto: Apresentação de abaixo-assinado contra a construção de uma ponte rodoviária na zona do Flecheiro.
Vêm os signatários deste documento apresentar uma Petição contra a construção de uma ponte rodoviária na zona conhecida como Flecheiro, o que fazem nos termos e fundamentos seguintes:
Considerando que a construção desta nova ponte não resolverá os problemas essenciais no trânsito na cidade de Tomar, e que passam por afastar do centro desta, o fluxo maior da circulação rodoviária, assim como por criar alternativas eficazes e duradouras ao uso do automóvel, ao invés de criar mais dificuldades ao uso do transporte público, como acontecerá se a referida ponte for construída.
Que a construção desta nova ponte criará pelo contrário, novos e incontornáveis problemas, como o aumento da circulação do tráfego na Zona Escolar (E.S. Jácome Ratton, E.S. Santa Maria do Olival, E.B.2,3 Santa Iria, C.I.R.E., Centro de Formação) e de importantes equipamentos e instituições da cidade (futuro Centro de Emprego, Igreja de Santa Maria do Olival, Casa Mortuária, Centro de Saúde, Biblioteca Municipal, S.F. Gualdim Pais), aumentando assim a insegurança, bem como a degradação de utilização dos vários equipamentos, e da qualidade de vida dos utentes, derivada de várias formas de poluição como o ruído e aumento de gases tóxicos, numa zona que apresenta já alguns problemas.
Considerando que o agravar dos problemas de trânsito também em parte se deve a uma decisão, que igualmente careceu de estudo sério e criação prévia de alternativas eficazes, e que foi o encerramento de uma faixa de trânsito na ponte velha, o que obriga a que todo o trânsito que se desloca do lado Oeste para Este da Cidade, atravesse no mesmo local.
Tendo ainda em conta que, um desenvolvimento sustentável da Mobilidade deve garantir sempre a segurança dos residentes e dos utentes de equipamentos centrados na Cidade – Escolas, Serviços, Zonas Comerciais e outros -, sendo por isso de inviabilizar qualquer opção que facilite a transferência de volumes de tráfego para zonas críticas da Cidade como as atrás já apontadas.
Porque, até hoje não foi apresentado qualquer Plano de Mobilidade, mas apenas um conjunto de fragmentos dispersos de um Plano de Circulação e Estacionamento, centrado tão só no Transporte Individual, o automóvel. Um Plano de Mobilidade, necessário, urgente e estratégico para o desenvolvimento da Cidade e do Concelho, tem de ser um instrumento criado para ajudar a tomar decisões, nunca para “justificar” decisões já tomadas, residindo a sua força na capacidade de entendimento e coordenação entre diferentes entidades, obrigando a uma vontade colectiva de evoluir para uma sociedade baseada no desenvolvimento sustentável.
Considerando ainda que, em relação a este projecto, não foram ouvidos parceiros sociais preponderantes e com responsabilidades nestas matérias e em concreto nas zonas atrás focadas, tais como Associações de Pais, Associações de Estudantes, Agrupamentos Escolares e Conselhos Executivos dos diversos estabelecimentos de ensino, entre outros.
Face ao exposto, os peticionantes abaixo assinados vêm requerer junto de V.Exª, que atentando às razões expostas:
Não seja construída a referida “Ponte do Flecheiro”
terça-feira, julho 20, 2004
espaços
O camarada Hugo Cristóvão, coordenador concelhio, tem agora também o seu espaço pessoal aqui neste mundo virtual. Visitem-no algures aqui
segunda-feira, julho 19, 2004
Instantâneos do Congresso Nacional
o sítio
a sala
o trabalho
a discussão
um novo programa, um novo rumo, muitos novos protagonistas
a sala
o trabalho
a discussão
um novo programa, um novo rumo, muitos novos protagonistas
Novas políticas
"Novo líder da JS defende retoma de causas como o aborto e a regionalização
Pedro Nuno Santos foi eleito, esta madrugada, em congresso, líder da Juventude Socialista (JS). Sustentando que a sua eleição representa "o fim da desunião na organização", o líder dos jovens PS disse defender o "retomar de causas políticas de esquerda, como a regionalização e o aborto".Em declarações à Lusa, no final do congresso da JS, que decorreu em Guimarães desde sexta-feira, Pedro Nuno Santos frisou que a JS "voltará a ocupar o espaço que lhe pertencia, apresentando iniciativas na Assembleia da República em todos os assuntos que interessam à juventude e à sociedade portuguesa".O novo secretário-geral foi eleito esta madrugada com 365 votos, contra os 243 conseguidos pelo outro candidato, Luís Filipe Pereira, de Coimbra.A sua eleição é vista como uma viragem à esquerda no seio da organização, já que Pedro Nuno Santos tem defendido que a JS deve voltar a ocupar o espaço conquistado pelo Bloco de Esquerda, abandonado pelos jovens socialistas nos últimos anos.Para ser eleito, Pedro Nuno Santos beneficiou da desistência de duas outras listas, encabeçadas por Hélio Fazendeiro, da Covilhã, e por João Ribeiro, de Aveiro.A sessão de encerramento do congresso da JS contou com a presença de João Soares, António José Seguro, Paulo Pedroso, Joaquim Barreto, presidente da Federação do PS de Braga, António Magalhães, presidente da Câmara de Guimarães, e Jamila Madeira, a presidente cessante da JS e actual eurodeputada pelo PS."
notícia do público.pt de 18.07.2004
Pedro Nuno Santos foi eleito, esta madrugada, em congresso, líder da Juventude Socialista (JS). Sustentando que a sua eleição representa "o fim da desunião na organização", o líder dos jovens PS disse defender o "retomar de causas políticas de esquerda, como a regionalização e o aborto".Em declarações à Lusa, no final do congresso da JS, que decorreu em Guimarães desde sexta-feira, Pedro Nuno Santos frisou que a JS "voltará a ocupar o espaço que lhe pertencia, apresentando iniciativas na Assembleia da República em todos os assuntos que interessam à juventude e à sociedade portuguesa".O novo secretário-geral foi eleito esta madrugada com 365 votos, contra os 243 conseguidos pelo outro candidato, Luís Filipe Pereira, de Coimbra.A sua eleição é vista como uma viragem à esquerda no seio da organização, já que Pedro Nuno Santos tem defendido que a JS deve voltar a ocupar o espaço conquistado pelo Bloco de Esquerda, abandonado pelos jovens socialistas nos últimos anos.Para ser eleito, Pedro Nuno Santos beneficiou da desistência de duas outras listas, encabeçadas por Hélio Fazendeiro, da Covilhã, e por João Ribeiro, de Aveiro.A sessão de encerramento do congresso da JS contou com a presença de João Soares, António José Seguro, Paulo Pedroso, Joaquim Barreto, presidente da Federação do PS de Braga, António Magalhães, presidente da Câmara de Guimarães, e Jamila Madeira, a presidente cessante da JS e actual eurodeputada pelo PS."
notícia do público.pt de 18.07.2004
Novo Secretário Geral
PARABÉNS PEDRO NUNO!
O novo secretário-geral foi eleito pela madrugada e manhã de ontem, com 365 votos, contra os 243 conseguidos pelo outro candidato, Luís Filipe Pereira, e após a desistência para Pedro Nuno dos outros dois candidatos Hélio Fazendeiro e João Ribeiro.
Dos novos orgãos eleitos, faz parte o camarada nabantino Gonçalo Salgueiro, que assim permanece na Comissão Nacional da JS.
O novo secretário-geral foi eleito pela madrugada e manhã de ontem, com 365 votos, contra os 243 conseguidos pelo outro candidato, Luís Filipe Pereira, e após a desistência para Pedro Nuno dos outros dois candidatos Hélio Fazendeiro e João Ribeiro.
Dos novos orgãos eleitos, faz parte o camarada nabantino Gonçalo Salgueiro, que assim permanece na Comissão Nacional da JS.
sexta-feira, julho 16, 2004
sábado, julho 10, 2004
sexta-feira, julho 09, 2004
Há quem também ainda não tenha percebido...
"Só as Câmaras que não querem é que não têm internet"
diz Paulo Rodrigues ao Templário de 8.7.2004
diz Paulo Rodrigues ao Templário de 8.7.2004
Ainda não tínhamos percebido...
"Cozinho melhor do que faço política"
Miguel Relvas ao DN citado pelo Templário de 8.7.2004
Miguel Relvas ao DN citado pelo Templário de 8.7.2004
quinta-feira, julho 08, 2004
Para rir até chorar...
"Mercado semanal de Tomar deverá reabrir amanhã
|...| Se não houver garantias do cumprimento das regras de segurança o mercado não reabrirá", disse António Paiva."
notícia do Público de 8.7.2004 (notícia toda aqui)
Pois, então se assim for, só reabre lá para 2020, é que regras de segurança no mercado devem ser como a retoma: todos falam dela, mas ninguém a vê.
|...| Se não houver garantias do cumprimento das regras de segurança o mercado não reabrirá", disse António Paiva."
notícia do Público de 8.7.2004 (notícia toda aqui)
Pois, então se assim for, só reabre lá para 2020, é que regras de segurança no mercado devem ser como a retoma: todos falam dela, mas ninguém a vê.
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