Decorrem em Tomar, este Sábado dia 4, entre as 14 e as 18 horas, na sede, eleições para o Departamento Nacional das Mulheres Socialistas.
É naturalmente importante que também as jovens socialistas compareçam ao acto.
quinta-feira, junho 02, 2005
Plenário de Militantes com Correia de Campos
Dia 4 de Junho (Sábado) – 18h – Auditório do IPJ – Santarém
Camarada,
Portugal atravessa um dos períodos mais difíceis da sua história recente.
O Primeiro-Ministro, José Sócrates, anunciou um conjunto de medidas difíceis e corajosas, indispensáveis à recuperação da economia e à reforma do Estado, que exigem o apoio inabalável de todos os socialistas.
A explicação e o debate da política do governo reveste-se de uma grande importância e, para isso, os dirigentes do Partido Socialista vão participar em plenários de militantes por todo o país.
A mobilização do Partido é fundamental para que estas medidas sejam compreendidas pelos cidadãos e venham a ter o êxito desejado.
Conto com a sua presença.
Marcos Perestrello
Secretário Nacional para a Organização
---------------------------------------
Naturalmente, também a presença dos militantes da JS é importante.
Estaremos lá!
Camarada,
Portugal atravessa um dos períodos mais difíceis da sua história recente.
O Primeiro-Ministro, José Sócrates, anunciou um conjunto de medidas difíceis e corajosas, indispensáveis à recuperação da economia e à reforma do Estado, que exigem o apoio inabalável de todos os socialistas.
A explicação e o debate da política do governo reveste-se de uma grande importância e, para isso, os dirigentes do Partido Socialista vão participar em plenários de militantes por todo o país.
A mobilização do Partido é fundamental para que estas medidas sejam compreendidas pelos cidadãos e venham a ter o êxito desejado.
Conto com a sua presença.
Marcos Perestrello
Secretário Nacional para a Organização
---------------------------------------
Naturalmente, também a presença dos militantes da JS é importante.
Estaremos lá!
terça-feira, maio 31, 2005
Formação Autárquica
Foi este passado fim de semana que estivemos no Luso com outros 100 militantes da JS no segundo momento de formação autárquica provida pela Fundação Bissaya Barreto.
Nos 4 módulos administrados foram abordados os temas: Gestão Financeira, Administração Autárquica, Gestão Urbanística e Marketing Político.
Assuntos tão caros a Tomar como a elaboração dum PDM ou que competências atribuir ou protocolar com as Juntas de Freguesia, foram discutidos por lá.
Um excelente momento que certamente se irá repetir, na certeza e vontade que a JS tem, em ser cada vez mais uma escola de cidadãos com capacidade de intervenção política fundamentada e consciente.

Os formandos escutam com atenção. Aqui, falava-se de competências das autarquias.

Foram cerca de 100 neste segundo fim de semana de formação.

Ao fundo, Marcos Perestrelo, Secretário Nacional do PS para a organização, fala na sessão de encerramento, sobre a importância da formação e enriquecimento pessoal, a quem queira efectivamente fazer política.

Pedro Nuno Santos, Secretário-geral e deputado, também na sessão de encerramento, enaltece o valor da formação e da necessidade contínua de fazer mais e melhor.

Nuno Antão, Presidente da JS Ribatejo, deputado e candidato à Câmara de Salvaterra de Magos, Miguel Pires de Santarém, e Marco Caetano do Cartaxo, foram alguns dos camaradas do distrito que também estiveram por lá.

A presença feminina foi também muito notada, o que prova a cada vez maior participação das mulheres na política.

Por dois dias, o Grande Hotel do Luso serviu de escola aos jovens socialistas.
Nos 4 módulos administrados foram abordados os temas: Gestão Financeira, Administração Autárquica, Gestão Urbanística e Marketing Político.
Assuntos tão caros a Tomar como a elaboração dum PDM ou que competências atribuir ou protocolar com as Juntas de Freguesia, foram discutidos por lá.
Um excelente momento que certamente se irá repetir, na certeza e vontade que a JS tem, em ser cada vez mais uma escola de cidadãos com capacidade de intervenção política fundamentada e consciente.

Os formandos escutam com atenção. Aqui, falava-se de competências das autarquias.

Foram cerca de 100 neste segundo fim de semana de formação.

Ao fundo, Marcos Perestrelo, Secretário Nacional do PS para a organização, fala na sessão de encerramento, sobre a importância da formação e enriquecimento pessoal, a quem queira efectivamente fazer política.

Pedro Nuno Santos, Secretário-geral e deputado, também na sessão de encerramento, enaltece o valor da formação e da necessidade contínua de fazer mais e melhor.

Nuno Antão, Presidente da JS Ribatejo, deputado e candidato à Câmara de Salvaterra de Magos, Miguel Pires de Santarém, e Marco Caetano do Cartaxo, foram alguns dos camaradas do distrito que também estiveram por lá.

A presença feminina foi também muito notada, o que prova a cada vez maior participação das mulheres na política.

Por dois dias, o Grande Hotel do Luso serviu de escola aos jovens socialistas.
terça-feira, maio 24, 2005
Lista do PS à Câmara Municipal de Tomar
1 - Carlos Silva - 55 anos - Técnico Tributário;
2 - José Victorino - 50 anos - Arquitecto e Prof. do Ensino Secundário (Independente);
3 - Anabela Freitas - 38 anos - Gestão de Recursos Humanos, Técnica de Emprego;
4 - Hugo Cristóvão - 27 anos - Professor e Sindicalista;
5 - José Pereira - 56 anos - Prof. do Ensino Secundário;
6 - Fátima Duarte - 36 anos - Técnica Superior Serviço Social;
7 - Leonel Graça - 35 anos - Engº da Qualidade;
Mandatário Financeiro da candidatura - Joaquim Segorbe (Empresário)
Director de Campanha - Jorge Franco (Profissonal de Seguros).
2 - José Victorino - 50 anos - Arquitecto e Prof. do Ensino Secundário (Independente);
3 - Anabela Freitas - 38 anos - Gestão de Recursos Humanos, Técnica de Emprego;
4 - Hugo Cristóvão - 27 anos - Professor e Sindicalista;
5 - José Pereira - 56 anos - Prof. do Ensino Secundário;
6 - Fátima Duarte - 36 anos - Técnica Superior Serviço Social;
7 - Leonel Graça - 35 anos - Engº da Qualidade;
Mandatário Financeiro da candidatura - Joaquim Segorbe (Empresário)
Director de Campanha - Jorge Franco (Profissonal de Seguros).
quarta-feira, maio 18, 2005
Reunião de Secretariado
Caros camaradas,
Sábado dia 21 pelas 15:30, faremos reunião de secretariado, onde para além de podermos conviver, serão discutidas as eleições autárquicas, propostas jovens e ideias de campanha no âmbito da Juventude Socialista.
Porque a vitória autárquica está próxima, toda a vossa ajuda será importante. Apareçam, divirtam-se e discutam...
e naturalmente, a reunião é aberta a todos os militantes.
Sábado dia 21 pelas 15:30, faremos reunião de secretariado, onde para além de podermos conviver, serão discutidas as eleições autárquicas, propostas jovens e ideias de campanha no âmbito da Juventude Socialista.
Porque a vitória autárquica está próxima, toda a vossa ajuda será importante. Apareçam, divirtam-se e discutam...
e naturalmente, a reunião é aberta a todos os militantes.
terça-feira, maio 10, 2005
+
A Juventude Socialista de Tomar, vem desta forma lamentar a morte de Manuel Godinho, figura da esquerda tomarense que exerceu várias funções políticas e associativas no concelho, personalidade atenta e crítica, tendo sido o cabeça de lista da CDU nas últimas eleições autárquicas.
À família e aos seus camaradas de partido, as nossas sinceras condolências.
À família e aos seus camaradas de partido, as nossas sinceras condolências.
Formação Autárquica

O Secretariado Nacional, em parceria com a Fundação Bissaya Barreto, vai promover duas acções de formação autárquica, a decorrer no Grande Hotel do Luso, na Mealhada, nos próximos dias 14 e 15 de Maio / 28 e 29 de Maio.
Os militantes de Tomar e do restante distrito participarão no segundo fim de semana.
É importante a tua presença para conseguires ter uma maior capacidade crítica em relação ao muitas vezes complexo mundo da política autárquica e ao mesmo tempo é uma excelente oportunidades para conviveres, conheceres e aprenderes com os teus camaradas. Não fiques de fora, contacta-nos e participa. A inscrição é gratuita e inclui alojamento e alimentação.
Consulta aqui o programa.

No próximo dia 14 de Maio, na cidade de Évora, vai-se realizar o Encontro RESISTÊNCIAS E ALTERNATIVAS, do Fórum Social Português.
A JS vai estar presente com uma banca e um debate sobre Orçamentos Participativos com a presença de Boaventura de Sousa Santos, José Ernesto Oliveira, Rui Barreiro, Eduardo Marques e Pedro Nuno Santos
segunda-feira, abril 25, 2005
Resultados Eleitorais
Comunicado
A Juventude Socialista de Tomar realizou no dia 25 de Abril, eleições para os órgãos internos da concelhia. A escrutínio apresentou-se uma lista, lista essa encabeçada pelo militante Hugo Costa, que obteve 37 votos expressos, tendo existido ainda 2 nulos e 1 branco.
O principal objectivo da nova equipa é colaborar na vitória socialista nas autárquicas deste ano, apoiando firmemente o candidato Carlos Silva e toda a equipa que venha a ser constituida.
Os órgãos são agora compostos por:
O principal objectivo da nova equipa é colaborar na vitória socialista nas autárquicas deste ano, apoiando firmemente o candidato Carlos Silva e toda a equipa que venha a ser constituida.
Os órgãos são agora compostos por:
Secretário-Coordenador:
Hugo Costa
Secretariado:
João Morais
Sandra Silva
Hugo Lucas
Susana Faria
Marco Oliveira
Rui Morais
Patrícia Cristóvão
Ana Rita e Melo
+
Hugo Costa
Secretariado:
João Morais
Sandra Silva
Hugo Lucas
Susana Faria
Marco Oliveira
Rui Morais
Patrícia Cristóvão
Ana Rita e Melo
+
Joana Nunes
João Carvalheiro
João Ribeiro
Patrícia Ferreira
Rodolfo Marques
Hugo Figueiredo
Bruno Homem
Bruno Cruz
Mesa da Assembleia
Hugo Cristóvão
Rui Lopes
Mark Aragão
João Carvalheiro
João Ribeiro
Patrícia Ferreira
Rodolfo Marques
Hugo Figueiredo
Bruno Homem
Bruno Cruz
Mesa da Assembleia
Hugo Cristóvão
Rui Lopes
Mark Aragão
Aos Militantes da JS Tomar
Camaradas:
A situação actual do concelho de Tomar é preocupante, devido a uma política errada e sem qualquer tipo de visão perante os problemas sentidos pelas pessoas. Como a juventude (possivelmente, devido ao pouco peso eleitoral que possuí) tem sido um dos principais alvos dessa política do PSD local, acredito que será dela que poderá partir muita da oposição construtiva ao executivo liderado por António Paiva. A JS de Tomar, sentido a urgência da mudança em Tomar apoiou em força a candidatura do nosso camarada Carlos Silva a Presidente de Câmara e agora que se aproxima a luta eleitoral, a JS estará sempre na rua ao lado do futuro Presidente de Câmara, lutando com todas as forças nesta dura batalha, com o objectivo e sonho de tirar Tomar do marasmo, acreditando e trabalhando para uma vitória socialista.
O dia 25 de Abril é uma data histórica e memorável para todos os socialistas e democratas, por isso a JS Tomar, respeitando os prazos aprovados em Comissão Nacional decidiu que as suas eleições internas fossem nessa data histórica, tendo sido para mim uma grande honra e responsabilidade ter sido eleito pelos militantes da JS Tomar. Sendo reconhecido em todo lado, o excelente trabalho do meu camarada e amigo Hugo Cristóvão que conseguiu dar credibilidade e fazer crescer a JS Tomar, a responsabilidade que tenho nas mãos torna-se ainda maior, mas confio integralmente nos militantes da JS Tomar e no apoio total que me será dado por anteriores coordenadores, sendo que o Hugo Cristóvão aceitou continuar ligado aos órgãos da JS Tomar como Presidente da Assembleia.
A nível interno, o meu desejo é coordenar uma equipa forte e coesa, que consiga alargar a influência da JS em Tomar (que já não é pequena, como demonstra o número de militantes) e manter (e se possível alargar) o protagonismo e força da JS Tomar a nível do PS local, estruturas federativa e nacionais da Juventude Socialista. Durante o mandato, o grande processo eleitoral para a JS Tomar, será claramente as eleições autárquicas, mas da nossa parte existirá um grande esforço de informação, durante os dois referendos que se avizinham, sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez e sobre o projecto de Uma Constituição para a Europa, não esquecendo a questão das presidenciais, que tão importante e difícil para a esquerda se avizinha. Em relação às autárquicas, vamos dar toda a colaboração no programa e na campanha e em tentar eleger alguns jovens socialistas, para os diversos órgãos autárquicos. Acredito que o concelho de Tomar precisa de uma mudança séria e ela só pode construída pelas candidaturas do PS à Câmara, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, já que elas terão uma visão social e de desenvolvimento sustentável para o concelho, por isso todos nós teremos que ajudar a mostrar o virtuosismo do projecto a todos os habitantes do concelho, em particular os mais jovens.
É meu objectivo ter uma JS que saia para a rua, sendo uma força viva da nossa juventude, mostrando a irreverência e frontalidade típicas da juventude no nosso concelho, no país e no mundo. Mas a JS em Tomar tem igualmente uma tradição cultural e de convívio entre militantes e simpatizantes.
Conto com todos vocês para tornar a JS Tomar mais forte, quanto a mim contem com todo o meu empenho e colaboração com todos, tentado que a JS Tomar seja fonte de orgulho para todos nós e um meio de ser o presente e não apenas um futuro que ninguém sabe quando começa.
Viva a JS! Viva o concelho de Tomar!
Fortes saudações socialistas e de amizade.
Ao vosso dispor, o novo coordenador:
Hugo Costa
A situação actual do concelho de Tomar é preocupante, devido a uma política errada e sem qualquer tipo de visão perante os problemas sentidos pelas pessoas. Como a juventude (possivelmente, devido ao pouco peso eleitoral que possuí) tem sido um dos principais alvos dessa política do PSD local, acredito que será dela que poderá partir muita da oposição construtiva ao executivo liderado por António Paiva. A JS de Tomar, sentido a urgência da mudança em Tomar apoiou em força a candidatura do nosso camarada Carlos Silva a Presidente de Câmara e agora que se aproxima a luta eleitoral, a JS estará sempre na rua ao lado do futuro Presidente de Câmara, lutando com todas as forças nesta dura batalha, com o objectivo e sonho de tirar Tomar do marasmo, acreditando e trabalhando para uma vitória socialista.
O dia 25 de Abril é uma data histórica e memorável para todos os socialistas e democratas, por isso a JS Tomar, respeitando os prazos aprovados em Comissão Nacional decidiu que as suas eleições internas fossem nessa data histórica, tendo sido para mim uma grande honra e responsabilidade ter sido eleito pelos militantes da JS Tomar. Sendo reconhecido em todo lado, o excelente trabalho do meu camarada e amigo Hugo Cristóvão que conseguiu dar credibilidade e fazer crescer a JS Tomar, a responsabilidade que tenho nas mãos torna-se ainda maior, mas confio integralmente nos militantes da JS Tomar e no apoio total que me será dado por anteriores coordenadores, sendo que o Hugo Cristóvão aceitou continuar ligado aos órgãos da JS Tomar como Presidente da Assembleia.
A nível interno, o meu desejo é coordenar uma equipa forte e coesa, que consiga alargar a influência da JS em Tomar (que já não é pequena, como demonstra o número de militantes) e manter (e se possível alargar) o protagonismo e força da JS Tomar a nível do PS local, estruturas federativa e nacionais da Juventude Socialista. Durante o mandato, o grande processo eleitoral para a JS Tomar, será claramente as eleições autárquicas, mas da nossa parte existirá um grande esforço de informação, durante os dois referendos que se avizinham, sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez e sobre o projecto de Uma Constituição para a Europa, não esquecendo a questão das presidenciais, que tão importante e difícil para a esquerda se avizinha. Em relação às autárquicas, vamos dar toda a colaboração no programa e na campanha e em tentar eleger alguns jovens socialistas, para os diversos órgãos autárquicos. Acredito que o concelho de Tomar precisa de uma mudança séria e ela só pode construída pelas candidaturas do PS à Câmara, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, já que elas terão uma visão social e de desenvolvimento sustentável para o concelho, por isso todos nós teremos que ajudar a mostrar o virtuosismo do projecto a todos os habitantes do concelho, em particular os mais jovens.
É meu objectivo ter uma JS que saia para a rua, sendo uma força viva da nossa juventude, mostrando a irreverência e frontalidade típicas da juventude no nosso concelho, no país e no mundo. Mas a JS em Tomar tem igualmente uma tradição cultural e de convívio entre militantes e simpatizantes.
Conto com todos vocês para tornar a JS Tomar mais forte, quanto a mim contem com todo o meu empenho e colaboração com todos, tentado que a JS Tomar seja fonte de orgulho para todos nós e um meio de ser o presente e não apenas um futuro que ninguém sabe quando começa.
Viva a JS! Viva o concelho de Tomar!
Fortes saudações socialistas e de amizade.
Ao vosso dispor, o novo coordenador:
Hugo Costa
Tomar Jovem
Tomar, cidade jardim por excelência no passado, procura encontrar actualmente um rumo, rumo esse que só pode ser construído com a força e a irreverência da juventude, onde terá de se ver os jovens como parte da solução e nunca do problema.
No nosso concelho, como em muitos outros lugares a opinião e a vontade da juventude é esquecida numa qualquer mentalidade que como sociologicamente se demonstra é avessa à mudança. Sabendo que os jovens são em toda a História a força motora da construção de uma mudança social, compete ao executivo PSD de Tomar que do seu pedestal de “doutores e engenheiros” importantes, evitar dar hipóteses aos jovens de Tomar, que pela sua formação (em média superior às anteriores gerações), compreendem melhor quanto vãs são as siglas Dr. ou Eng., quando funcionam por si próprias.
Olhando para a sociedade tomarense, os jovens procuram obter uma voz activa, mas as dificuldades habituais que existem para um jovem, são claramente aumentadas num concelho onde o Eng. António Paiva manda a seu belo prazer, fazendo com que jovens e menos jovens se insurjam contra a sua política de ziguezague, tão comum em personagens como Pedro Santana Lopes, com o qual o nosso presidente confunde-se cada dia mais.
Os jovens desejam neste concelho, uma política de juventude que esteja interligada com todos os outros campos da esfera autárquica, já que a maior dificuldade de um jovem em Tomar é somente poder viver e ter o seu emprego na terra onde nasceu. Se continuarmos, numa política onde habitação a custos controlados seja ultrapassada por uma política da construção de luxo e onde a aposta no emprego e na criação de empresas seja posta de lado para construir lombas, desta forma não teremos juventude em Tomar e o futuro do concelho está comprometido, talvez para sempre.
Falando com muitos jovens tomarenses, sentimos neles a inquietação da falta de emprego no concelho, mas da mesma forma compreendemos a sua tristeza, por verem Tomar a desperdiçar continuamente oportunidades. De cidade bela, histórica e industrial estamos a passar para uma cidade sem ordem, com caos no trânsito, sem empresas e onde os jovens não conseguem ver o futuro, já que mesmo na área onde o senhor Eng. Paiva se quer especializar (o Turismo), os erros são tão grandes que a qualquer um choca. Desde termos a parte histórica degradada , parques de estacionamento que não abrem, parque de campismo destruído, lombas para turistas não voltarem, indo até silvas em vestígios romanos, tudo se encontra no interior da cidade, cidade essa unanimemente considerada como uma das mais bonitas do país, mas por este andar em breve vai deixar de o ser.
Com o aparecimento do IPT, muitos foram os jovens que rumaram a Tomar para estudar, mas mesmo esses são vítimas de uma política cega e anti-jovem por parte do PSD, como facilmente se comprova com o esquecimento e quase ostracismo a que é votado diariamente o Politécnico e os seus alunos. Onde poderiam estar protocolos de colaboração cientifica para as nossas empresas e uma aposta em que os alunos fiquem no fim do curso a viver em Tomar (seria uma forma de combater a crise demográfica, que temos no concelho) assiste-se a um clima de esquecimento e pouco aproveitamento por parte do concelho, daquele estabelecimento de ensino superior . E onde encontram esses alunos do IPT e todos outros estudantes tomarenses local para estudar ao fim-de-semana? Não seria necessário implementar um espaço que o permita? Mas, num concelho onde nem página de Internet existe (mostrando como tudo parou no tempo) é normal pensar-se que estudar é um luxo e que não vale a pena construir nada para apoiar os estudantes, já que na mente do nosso executivo camarário pessoas com conhecimento são mais perigosas, pois criticam mais facilmente o que está errado.
Paralelamente a estas políticas, os jovens necessitam de uma política cultural, que ultrapasse os muros da mera propaganda e seja uma verdadeira política de qualidade e quantidade, que chegue a todos os públicos e não apenas a algumas camadas e não é com concertos para meia dúzia de pessoas (devido aos poucos lugares), como no caso recente do Jorge Palma que Tomar terá uma política cultural abrangente e para todos.
Os jovens tomarenses necessitam de oportunidades, anseiam mesmo por elas e se muitas vezes parecem desinteressados da realidade que os rodeia é porque o concelho não sabe olhar para nós como sujeitos activos da mudança, preferindo que sejamos reduzidos a algo passivo, para evitar que a má política seja contestada. Os jovens serem o futuro é um “chavão” gasto, porque o que nós queremos é igualmente ser o presente e isso com a actual política anti-jovem do executivo camarário PSD, parece-me impossível. Por isso necessitamos ser governados a nível local por alguém que sendo mais velho no bilhete de identidade, mantêm o espírito jovem que nos conduz à mudança e que alia à sua juventude de espírito, uma experiência inigualável. E essa opção não está na política velha, do “velho” António Paiva, mas sim na juventude de pensamento e visão de um projecto com um futuro para Tomar, presente na candidatura do Partido Socialista.
Hugo Costa
publicado no jornal Cidade de Tomar de 22.04.2005
No nosso concelho, como em muitos outros lugares a opinião e a vontade da juventude é esquecida numa qualquer mentalidade que como sociologicamente se demonstra é avessa à mudança. Sabendo que os jovens são em toda a História a força motora da construção de uma mudança social, compete ao executivo PSD de Tomar que do seu pedestal de “doutores e engenheiros” importantes, evitar dar hipóteses aos jovens de Tomar, que pela sua formação (em média superior às anteriores gerações), compreendem melhor quanto vãs são as siglas Dr. ou Eng., quando funcionam por si próprias.
Olhando para a sociedade tomarense, os jovens procuram obter uma voz activa, mas as dificuldades habituais que existem para um jovem, são claramente aumentadas num concelho onde o Eng. António Paiva manda a seu belo prazer, fazendo com que jovens e menos jovens se insurjam contra a sua política de ziguezague, tão comum em personagens como Pedro Santana Lopes, com o qual o nosso presidente confunde-se cada dia mais.
Os jovens desejam neste concelho, uma política de juventude que esteja interligada com todos os outros campos da esfera autárquica, já que a maior dificuldade de um jovem em Tomar é somente poder viver e ter o seu emprego na terra onde nasceu. Se continuarmos, numa política onde habitação a custos controlados seja ultrapassada por uma política da construção de luxo e onde a aposta no emprego e na criação de empresas seja posta de lado para construir lombas, desta forma não teremos juventude em Tomar e o futuro do concelho está comprometido, talvez para sempre.
Falando com muitos jovens tomarenses, sentimos neles a inquietação da falta de emprego no concelho, mas da mesma forma compreendemos a sua tristeza, por verem Tomar a desperdiçar continuamente oportunidades. De cidade bela, histórica e industrial estamos a passar para uma cidade sem ordem, com caos no trânsito, sem empresas e onde os jovens não conseguem ver o futuro, já que mesmo na área onde o senhor Eng. Paiva se quer especializar (o Turismo), os erros são tão grandes que a qualquer um choca. Desde termos a parte histórica degradada , parques de estacionamento que não abrem, parque de campismo destruído, lombas para turistas não voltarem, indo até silvas em vestígios romanos, tudo se encontra no interior da cidade, cidade essa unanimemente considerada como uma das mais bonitas do país, mas por este andar em breve vai deixar de o ser.
Com o aparecimento do IPT, muitos foram os jovens que rumaram a Tomar para estudar, mas mesmo esses são vítimas de uma política cega e anti-jovem por parte do PSD, como facilmente se comprova com o esquecimento e quase ostracismo a que é votado diariamente o Politécnico e os seus alunos. Onde poderiam estar protocolos de colaboração cientifica para as nossas empresas e uma aposta em que os alunos fiquem no fim do curso a viver em Tomar (seria uma forma de combater a crise demográfica, que temos no concelho) assiste-se a um clima de esquecimento e pouco aproveitamento por parte do concelho, daquele estabelecimento de ensino superior . E onde encontram esses alunos do IPT e todos outros estudantes tomarenses local para estudar ao fim-de-semana? Não seria necessário implementar um espaço que o permita? Mas, num concelho onde nem página de Internet existe (mostrando como tudo parou no tempo) é normal pensar-se que estudar é um luxo e que não vale a pena construir nada para apoiar os estudantes, já que na mente do nosso executivo camarário pessoas com conhecimento são mais perigosas, pois criticam mais facilmente o que está errado.
Paralelamente a estas políticas, os jovens necessitam de uma política cultural, que ultrapasse os muros da mera propaganda e seja uma verdadeira política de qualidade e quantidade, que chegue a todos os públicos e não apenas a algumas camadas e não é com concertos para meia dúzia de pessoas (devido aos poucos lugares), como no caso recente do Jorge Palma que Tomar terá uma política cultural abrangente e para todos.
Os jovens tomarenses necessitam de oportunidades, anseiam mesmo por elas e se muitas vezes parecem desinteressados da realidade que os rodeia é porque o concelho não sabe olhar para nós como sujeitos activos da mudança, preferindo que sejamos reduzidos a algo passivo, para evitar que a má política seja contestada. Os jovens serem o futuro é um “chavão” gasto, porque o que nós queremos é igualmente ser o presente e isso com a actual política anti-jovem do executivo camarário PSD, parece-me impossível. Por isso necessitamos ser governados a nível local por alguém que sendo mais velho no bilhete de identidade, mantêm o espírito jovem que nos conduz à mudança e que alia à sua juventude de espírito, uma experiência inigualável. E essa opção não está na política velha, do “velho” António Paiva, mas sim na juventude de pensamento e visão de um projecto com um futuro para Tomar, presente na candidatura do Partido Socialista.
Hugo Costa
publicado no jornal Cidade de Tomar de 22.04.2005
terça-feira, abril 19, 2005

Convocatória
Ao abrigo dos Estatutos e do Regulamento do XIV Congresso Nacional da Juventude Socialista convocam-se todos militantes da concelhia de Tomar, para uma Assembleia Eleitoral, a ter lugar a 25 de Abril de 2005, na Sede do Partido Socialista, entre as 14 e as 18 horas e com a seguinte Ordem de Trabalhos:
§ - Eleição do Secretariado da Juventude Socialista
§ - Eleição para a Mesa da Assembleia
Paralelamente serão discutidas e elaboradas, contribuições da JS Tomar para o Programa Eleitoral do PS Tomar, e para o Manifesto Distrital da JS, às próximas Eleições Autárquicas.
P’lo Presidente da Mesa da Assembleia
João Carvalheiro
Ao abrigo dos Estatutos e do Regulamento do XIV Congresso Nacional da Juventude Socialista convocam-se todos militantes da concelhia de Tomar, para uma Assembleia Eleitoral, a ter lugar a 25 de Abril de 2005, na Sede do Partido Socialista, entre as 14 e as 18 horas e com a seguinte Ordem de Trabalhos:
§ - Eleição do Secretariado da Juventude Socialista
§ - Eleição para a Mesa da Assembleia
Paralelamente serão discutidas e elaboradas, contribuições da JS Tomar para o Programa Eleitoral do PS Tomar, e para o Manifesto Distrital da JS, às próximas Eleições Autárquicas.
P’lo Presidente da Mesa da Assembleia
João Carvalheiro
quarta-feira, abril 13, 2005
Um Ano
Embora tenhamos dado início a este blog a 28 de Março, só a 13 de Abril colocámos o contador de visitas, e por isso decidimos que seria esse o dia oficial de nascimento da casa da JS Tomar no mundo virtual.
A todos os que nos têm visitado o nosso obrigado.
O nosso desejo é que nos continuem a visitar, e nos deixem ou nos enviem as vossas críticas, as vossas sugestões, opiniões, informações, enfim... o que vos parecer bem.
A todos, saudações cordiais, e se possível, embuídas dos ideais socialistas.
A todos os que nos têm visitado o nosso obrigado.
O nosso desejo é que nos continuem a visitar, e nos deixem ou nos enviem as vossas críticas, as vossas sugestões, opiniões, informações, enfim... o que vos parecer bem.
A todos, saudações cordiais, e se possível, embuídas dos ideais socialistas.
segunda-feira, abril 11, 2005
Carlos Silva será o candidato do PS à Câmara de Tomar

Foi votado por maioria na C.P.C do passado Sábado o nome de Carlos Silva para que seja candidato à Câmara de Tomar.
Todos os elementos presentes da JS, tantos os representantes como outros da lista da C.P.C. mostraram-se apoiantes do Carlos. E têm razões para isso.
O Carlos Silva é, como afirmei na dita reunião, um exemplo a seguir por nós mais jovens; sabendo que santos não existem, ele não deixa de ser um modelo de virtudes, um verdadeiro Ser Humano, naquilo que nos faz realmente humanos: a lealdade aos amigos, a entrega às causas, a disponibilidade para ajudar o próximo, o espírito sempre jovem, a palavra amiga e sempre estimulante.
Disse-o e repito: o Carlos é um modelo, onde modelos infelizmente não abundam.
Defeitos lhe apontarão como não podia deixar de ser, mas naquilo que na vida devia ser essencial, nada lhe podem apontar. Na sua Verticalidade, na sua Honestidade, na sua Boa Vontade.
Dirão que não é um técnico, que não é um homem de discursos, que não é um "doutor".
Pois tristes são os tempos, onde as aparências e os títulos contam mais que os actos. O Carlos tem a formação da vida, e aqui tem passado com elevada distinção.
Ele sabe, nós sabemos, todos sabem dos seus limites, mas nas suas próprias palavras, ele não quer ser um Presidente de gabinete, lá ficam os técnicos, ele quer ser um Presidente que "esteja ao lado dos seus cidadãos, um Presidente que vá onde os problemas estiverem, que vá onde sentir que é necessário, e onde as pessoas o pedirem." Não é este o Presidente que precisamos? É que o contrário já temos, e os resultados estão à vista!
O Presidente que precisamos é aquele "em que os cidadãos confiem, que saibam o sente realmente e não o que diz nos discursos." Esse é o Carlos, e todos o conhecem suficientemente para saber que será assim.
Por isso, com o nosso candidato, por ele, por Tomar, e por todos nós, é tempo de ir à luta, não contra tudo o que nos vão arremessar, mas pelo futuro da nossa terra e dos tomarenses, pela Verdade das acções, pela Seriedade dos compromissos, pela Credibilidade da Política, e por uma Política de verdadeiro trabalho em prol da comunidade.
O Carlos Silva é o nosso candidato, a Juventude Socialista está com ele!
Por Tomar, Por Todos Nós!
Hugo Cristóvão, Coordenador
quinta-feira, março 31, 2005
Eleições a 25 de Abril
Caros Camaradas:
A vida, como tudo no universo, assim acredito, funciona em ciclos, a eterna alternância, a progressão de estádios, a chegada a muitos fins que quase sempre são novos começos. O mesmo acontece agora à JS Tomar, que chega ao fim de um ciclo para que um novo se inicie.
Dia 25 de Abril, um dia com o simbolismo e a importância histórica que todos conhecemos, realizar-se-ão eleições para os órgãos da concelhia e nesse dia igualmente, deixarei de ser Secretário-coordenador da JS Tomar.
É o meu fim nesse cargo mas para aquilo que realmente importa, a estrutura e os ideais que a sustentam, é apenas um ponto mais numa história que já leva 30 anos, e que tive a felicidade de poder comemorar no meu mandato.
Os que me conhecem mais de perto e em especial os que na Jota me conhecem, sabem que ainda assim o tempo em que formalmente estive à frente da JS Tomar foi mais do que o que pretendera. Foi apenas ano e meio, sim, mas ano e meio que pareceu muito mais. Não nesse sentido do sacrifício naturalmente, mas porque o que foi acontecendo, situação atrás de situação, em especial a este vosso Coordenador, transformou este tempo numa sucessão contínua de acontecimentos que mês após mês, foram adiando a minha saída. Agora, porque as directivas nacionais o obrigam, temos mesmo que ir a eleições – nada mais oportuno, diria. É tempo de cumprir uma das normas que de forma geral defendo, e em especial em política: na juventude mandam os jovens, e para uma organização como a JS, talvez eu seja já demasiado “velho”.
Sei que quem vier a seguir virá bem. Sei que quem vier a seguir trará energias, ideias, e ambições para levar o trabalho por diante, por cumprir o que não se conseguiu, por descobrir novos esforços, por nos manter “grandes”, ou nos fazer “maiores”.
O trabalho que fizemos neste ano e meio poderá parecer pouco aos olhares mais distraídos ou por vezes mal intencionados, mas do pouco que havia muito se fez. A Jota estava mal, é preciso reconhecê-lo, e as razões seriam muitas, basta lembrar por exemplo, que durante vários anos esteve impedida de frequentar a sede do Partido, algo único no país, quando a prática corrente até é a de que seja a JS a dinamizar e gerir a maioria das sedes.
Para isto muito contribui um certo “medo” que alguns demonstram face aos jovens, e quando, alguns vêm a público falar mal do trabalho da Jota, isso só pode significar que de facto estamos a ser bem sucedidos, fosse ou não fosse um ataque ao seu Coordenador, é a Jota que é visada, para o mal e para o bem.
Esse será porventura um dos principais desafios da nova equipa, manter um bom relacionamento com a direcção do Partido, o que não me parece difícil, e continuar a manter o “medo” que os restantes nutrem pela JS. É porque ter medo de algo ou alguém, esse tipo de medo em particular, um medo mesquinho, é apenas mais uma, senão a melhor forma, de lhe mostrar respeito, de lhe atribuir importância.
Os jovens conhecem bem o Partido neste momento, sabem que ele é composto por pessoas, e como em todo o lado, há pessoas boas e há pessoas más, felizmente as primeiras são mais que as últimas, embora muitas vezes, é uma das rasteiras da vida, o trabalho dos maus sobressaia ao dos bons. No fim, tudo se resume a isso, o Bom, e o Mau.
É por isso necessário, e é um trabalho que muito compete à Jota, manter a vigilância sobre o Partido, obrigá-lo a manter um rumo, prosseguir uma boa orientação, e nunca, mas nunca, em especial no que aos jovens concerne, permitir o discurso balofo do “trabalhamos por vocês”, mas exigir sempre o “trabalhamos com vocês”.
A Jota quer-se dinâmica, irreverente, crítica, mas também responsável, lembrando sempre que os caminhos que os do Partido estiverem a trilhar, poderão ter de ser trilhados novamente mais tarde. Que as pessoas passam, mas as instituições ficam, mudando sempre um pouco, mas que mudem pela força das ideias e das convicções, e não dos maus protagonismos, dos que se acham detentores da verdade, ou melhores que todos os outros.
Depois, as relações dentro da estrutura, com os órgãos nacionais, com os órgãos distritais, e com outras concelhias. Relações que, como os que vivem e sentem a Jota bem sabem, nem sempre são fáceis, e onde infelizmente, se vão sentido muitos dos tiques que vamos criticando em alguns do Partido. Alguns protagonismos pessoais que se confundem com os interesses da estrutura, algumas guerrilhas criadas muitas vezes, sabe-se lá quando e por quem, e que apenas desmotivam, dividem, enfraquecem, porque muitas vezes as pessoas se esquecem que estão só de passagem, e porque muitas vezes se não lembram já, que ideais os trouxeram para a luta.
Aqui a nossa concelhia tem uma postura que deve continuar, um rumo que deve manter firme, e uma importância que obriga a que intervenha, a que lute, a que se faça ouvir.
Para este e todos os outros objectivos, é importante que se mantenha coesa, firme, una nos resultados das discussões e nos propósitos das acções, para que também assim seja exemplo.
E no fim, mas talvez o mais importante, Tomar, a nossa terra, o nosso lar, que tão descaracterizado tem sido, que tão poucas oportunidades nos oferece, pede ainda assim, que nós jovens, e os que hão-de continuar, continuem a acreditar que ele é mesmo o nosso lar, que lutem por esta terra, tenham bandeiras, tenham projectos, tenham coragem para as defender, para enfrentar todas as adversidades que nos são colocadas pela frente: a falta de atenção, o descrédito a que muitas vezes são os jovens colocados, a grande ausência de oportunidades a vários níveis. E sempre a luta contra o chavão: “Os jovens são o futuro, é por eles que trabalhamos”.
Os jovens não querem ser futuro, querem ser presente. Na sua defesa, trabalhando com eles, por Tomar, e por um país que se quer mais justo, mais equilibrado, mais dinâmico, mais moderno, mais europeu, defensor da Liberdade, da Democracia, e dos valores, em direitos e deveres, que lhe estão inerentes, a Juventude Socialista de Tomar continuará seguramente o seu trabalho.
Aos que comigo têm estado, o meu obrigado, o trabalho foi de todos e todos foram importantes.
Aos que virão, força, sei que farão um bom trabalho, e no que puder, bem sabem que comigo podem contar.
Por todos nós, Vivam os ideais do socialismo! Viva a Juventude Socialista! Viva Tomar!
A vida, como tudo no universo, assim acredito, funciona em ciclos, a eterna alternância, a progressão de estádios, a chegada a muitos fins que quase sempre são novos começos. O mesmo acontece agora à JS Tomar, que chega ao fim de um ciclo para que um novo se inicie.
Dia 25 de Abril, um dia com o simbolismo e a importância histórica que todos conhecemos, realizar-se-ão eleições para os órgãos da concelhia e nesse dia igualmente, deixarei de ser Secretário-coordenador da JS Tomar.
É o meu fim nesse cargo mas para aquilo que realmente importa, a estrutura e os ideais que a sustentam, é apenas um ponto mais numa história que já leva 30 anos, e que tive a felicidade de poder comemorar no meu mandato.
Os que me conhecem mais de perto e em especial os que na Jota me conhecem, sabem que ainda assim o tempo em que formalmente estive à frente da JS Tomar foi mais do que o que pretendera. Foi apenas ano e meio, sim, mas ano e meio que pareceu muito mais. Não nesse sentido do sacrifício naturalmente, mas porque o que foi acontecendo, situação atrás de situação, em especial a este vosso Coordenador, transformou este tempo numa sucessão contínua de acontecimentos que mês após mês, foram adiando a minha saída. Agora, porque as directivas nacionais o obrigam, temos mesmo que ir a eleições – nada mais oportuno, diria. É tempo de cumprir uma das normas que de forma geral defendo, e em especial em política: na juventude mandam os jovens, e para uma organização como a JS, talvez eu seja já demasiado “velho”.
Sei que quem vier a seguir virá bem. Sei que quem vier a seguir trará energias, ideias, e ambições para levar o trabalho por diante, por cumprir o que não se conseguiu, por descobrir novos esforços, por nos manter “grandes”, ou nos fazer “maiores”.
O trabalho que fizemos neste ano e meio poderá parecer pouco aos olhares mais distraídos ou por vezes mal intencionados, mas do pouco que havia muito se fez. A Jota estava mal, é preciso reconhecê-lo, e as razões seriam muitas, basta lembrar por exemplo, que durante vários anos esteve impedida de frequentar a sede do Partido, algo único no país, quando a prática corrente até é a de que seja a JS a dinamizar e gerir a maioria das sedes.
Para isto muito contribui um certo “medo” que alguns demonstram face aos jovens, e quando, alguns vêm a público falar mal do trabalho da Jota, isso só pode significar que de facto estamos a ser bem sucedidos, fosse ou não fosse um ataque ao seu Coordenador, é a Jota que é visada, para o mal e para o bem.
Esse será porventura um dos principais desafios da nova equipa, manter um bom relacionamento com a direcção do Partido, o que não me parece difícil, e continuar a manter o “medo” que os restantes nutrem pela JS. É porque ter medo de algo ou alguém, esse tipo de medo em particular, um medo mesquinho, é apenas mais uma, senão a melhor forma, de lhe mostrar respeito, de lhe atribuir importância.
Os jovens conhecem bem o Partido neste momento, sabem que ele é composto por pessoas, e como em todo o lado, há pessoas boas e há pessoas más, felizmente as primeiras são mais que as últimas, embora muitas vezes, é uma das rasteiras da vida, o trabalho dos maus sobressaia ao dos bons. No fim, tudo se resume a isso, o Bom, e o Mau.
É por isso necessário, e é um trabalho que muito compete à Jota, manter a vigilância sobre o Partido, obrigá-lo a manter um rumo, prosseguir uma boa orientação, e nunca, mas nunca, em especial no que aos jovens concerne, permitir o discurso balofo do “trabalhamos por vocês”, mas exigir sempre o “trabalhamos com vocês”.
A Jota quer-se dinâmica, irreverente, crítica, mas também responsável, lembrando sempre que os caminhos que os do Partido estiverem a trilhar, poderão ter de ser trilhados novamente mais tarde. Que as pessoas passam, mas as instituições ficam, mudando sempre um pouco, mas que mudem pela força das ideias e das convicções, e não dos maus protagonismos, dos que se acham detentores da verdade, ou melhores que todos os outros.
Depois, as relações dentro da estrutura, com os órgãos nacionais, com os órgãos distritais, e com outras concelhias. Relações que, como os que vivem e sentem a Jota bem sabem, nem sempre são fáceis, e onde infelizmente, se vão sentido muitos dos tiques que vamos criticando em alguns do Partido. Alguns protagonismos pessoais que se confundem com os interesses da estrutura, algumas guerrilhas criadas muitas vezes, sabe-se lá quando e por quem, e que apenas desmotivam, dividem, enfraquecem, porque muitas vezes as pessoas se esquecem que estão só de passagem, e porque muitas vezes se não lembram já, que ideais os trouxeram para a luta.
Aqui a nossa concelhia tem uma postura que deve continuar, um rumo que deve manter firme, e uma importância que obriga a que intervenha, a que lute, a que se faça ouvir.
Para este e todos os outros objectivos, é importante que se mantenha coesa, firme, una nos resultados das discussões e nos propósitos das acções, para que também assim seja exemplo.
E no fim, mas talvez o mais importante, Tomar, a nossa terra, o nosso lar, que tão descaracterizado tem sido, que tão poucas oportunidades nos oferece, pede ainda assim, que nós jovens, e os que hão-de continuar, continuem a acreditar que ele é mesmo o nosso lar, que lutem por esta terra, tenham bandeiras, tenham projectos, tenham coragem para as defender, para enfrentar todas as adversidades que nos são colocadas pela frente: a falta de atenção, o descrédito a que muitas vezes são os jovens colocados, a grande ausência de oportunidades a vários níveis. E sempre a luta contra o chavão: “Os jovens são o futuro, é por eles que trabalhamos”.
Os jovens não querem ser futuro, querem ser presente. Na sua defesa, trabalhando com eles, por Tomar, e por um país que se quer mais justo, mais equilibrado, mais dinâmico, mais moderno, mais europeu, defensor da Liberdade, da Democracia, e dos valores, em direitos e deveres, que lhe estão inerentes, a Juventude Socialista de Tomar continuará seguramente o seu trabalho.
Aos que comigo têm estado, o meu obrigado, o trabalho foi de todos e todos foram importantes.
Aos que virão, força, sei que farão um bom trabalho, e no que puder, bem sabem que comigo podem contar.
Por todos nós, Vivam os ideais do socialismo! Viva a Juventude Socialista! Viva Tomar!
O Coordenador
Hugo Cristóvão
Hugo Cristóvão
JS Ferreira do Zêzere
Os nossos camaradas de Ferreira do Zêzere também já moram no mundo virtual, na página que podem consultar aqui.
Para a concelhia de Ferreira, os nossos votos de continuação do bom trabalho.
Para a concelhia de Ferreira, os nossos votos de continuação do bom trabalho.
quinta-feira, março 24, 2005
Reunião de Secretariado
No próximo Sábado dia 26 de Março pelas 16.00 horas na sede do PS.
Como é quase sempre hábito, aberta a todos os militantes e simpatizantes.
Entre outros assuntos, serão discutidas as eleições para a concelhia a decorrer no próximo mês.
Não faltem!
Como é quase sempre hábito, aberta a todos os militantes e simpatizantes.
Entre outros assuntos, serão discutidas as eleições para a concelhia a decorrer no próximo mês.
Não faltem!
terça-feira, março 22, 2005
quarta-feira, março 09, 2005
Mulheres Socialistas realizam Assembleia-geral
Na semana em que se comemora mais um Dia Internacional da Mulher (ontem, 8 de Março), as militantes socialistas, na sequência da criação do seu Núcleo Concelhio no passado mês de Dezembro, convocam uma Assembleia-Geral, a decorrer dia 12 de Março de 2005 (sábado), pelas 15 horas, na Sede do Partido Socialista, em Tomar.
A convocatória é, naturalmente, extensível às militantes da Juventude Socialista
A reunião terá a seguinte ordem de trabalhos:
1. Informações diversas;
2. Apresentação e discussão do plano de actividades para o 1º semestre.
P'la Comissão Instaladora
Maria Fátima Graça e Anabela Freitas
A convocatória é, naturalmente, extensível às militantes da Juventude Socialista
A reunião terá a seguinte ordem de trabalhos:
1. Informações diversas;
2. Apresentação e discussão do plano de actividades para o 1º semestre.
P'la Comissão Instaladora
Maria Fátima Graça e Anabela Freitas
Subscrever:
Mensagens (Atom)