Jornal Público 15-3-2006
quarta-feira, março 15, 2006
10000!!!!
O blog da JS Tomar, desde a abertura perfez o total hoje de 10000 visitas, por isso hoje é um dia histórico. Olhando, para o arquivo podemos encontrar a evolução da estrutura seja a nível local, distrital ou nacional. Igualmente encontramos documentos, sobre a evolução de Tomar, do país e do mundo.
A todos os que nos visitaram os nossos sinceros agradecimentos.
A todos os que nos visitaram os nossos sinceros agradecimentos.
terça-feira, março 14, 2006
Presidente a meio tempo
É curioso ver que o nosso presidente de Câmara, praticamente nunca aparece a representar o município, deixando isso para o vice-presidente, já que com certeza anda muito ocupado com as suas funções europeias e não tem tempo para o “contracto em regime a tempo parcial”, que parece que mantêm com a autarquia. Contudo, quando vem cá os órgãos de comunicação social nacionais como a TSF e a Antena1, aparece logo o primeiro da lista do PSD….
Hugo Costa
Hugo Costa
segunda-feira, março 13, 2006
Record e União
Mais uma vez Tomar é notícia por um mau motivo, agora nas páginas do desportivo Record, devido à triste História que o antigo clube de Eusébio e Victor Baptista chegou. Notícia completa do União Tomar no site:
http://www.record.pt/noticia.asp?id=700263&idCanal=4
http://www.record.pt/noticia.asp?id=700263&idCanal=4
sexta-feira, março 10, 2006
Unesco e Triste
É triste termos um Monumento Património Mundial pela UNESCO e ler nos órgãos de comunicação social a inexistência de condições de trabalho…é sempre triste ver como Tomar, não sabe aproveitar as suas potencialidades.
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quarta-feira, março 08, 2006
Dia da Mulher
Dia da Mulher, dia simbólico a nível mundial. É uma pena que dias como este tenham de existir, já que são frutos da discriminação e de uma sociedade ainda muito “machista” e onde aquele que é o género que nos dá a vida seja discriminado. A proposta do Partido Socialista para a obrigatoriedade das quotas de 1/3 de mulheres nas listas eleitorais colocadas em tribunal é uma proposta interessante, se bem que por exemplo em França foi-se muito mais longe aos 50% e o resultado acabou por ser nulo, já que os partidos começaram a optar por pagar as multas inerentes ao não cumprimento.
As todas as mulheres ainda descriminadas e violentadas, a minha mais sincera homenagem.
Hugo Costa
As todas as mulheres ainda descriminadas e violentadas, a minha mais sincera homenagem.
Hugo Costa
terça-feira, março 07, 2006
Parece o Filme Munique - Israel ameaça matar primeiro-ministro designado pelo Hamas
O ministro da Defesa israelita, Shaoul Mofaz, afirmou hoje que o primeiro-ministro palestiniano designado pelo Hamas, Ismail Haniyeh, poderá ser morto se o seu movimento "continuar com as actividades terroristas".
"Se o Hamas decidir continuar na via do terrorismo, nenhum membro do movimento beneficiará de imunidade", afirmou Mofaz à rádio militar israelita, quando questionado sobre se o Governo de Israel considerava o primeiro-ministro palestiniano um possível alvo da sua política de assassinatos selectivos.Shaoul Mofaz é um dos dirigentes do Kadima, o partido centrista criado por Ariel Sharon e dirigido pelo primeiro-ministro interino Ehud Olmert, que deverá vencer as eleições legislativas de 28 deste mês.
Na mesma linha, o antigo dirigente do Shin Beth (serviço de segurança israelita) Avi Dichter, que também faz parte da direcção do Kadima, afirmou anteontem que "se Haniyeh e os seus partidários continuarem a sua política de terror e de assassinatos enquanto estiverem no poder [...] poderão juntar-se ao sheikh Ahmed Yassin [o fundador e líder espiritual do Hamas, morto num ataque israelita em 2004]".
Ismail Haniyeh já escapou a uma tentativa de assassinato, em Setembro de 2003, ao lado do sheikh Ahmed Yassin. Já esteve preso por várias vezes: 18 dias em 1987; seis meses em 1988; e três anos a partir de 1989. Foi expulso no dia 17 de Dezembro de 1992 por Israel, por um período de seis meses, juntamente com dezenas de responsáveis do Hamas, para o sul do Líbano.Após a vitória do Hamas nas eleições legislativas palestinianas de finais de Janeiro, Haniyeh foi designado pelo Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, para formar o próximo Governo.
"Se o Hamas decidir continuar na via do terrorismo, nenhum membro do movimento beneficiará de imunidade", afirmou Mofaz à rádio militar israelita, quando questionado sobre se o Governo de Israel considerava o primeiro-ministro palestiniano um possível alvo da sua política de assassinatos selectivos.Shaoul Mofaz é um dos dirigentes do Kadima, o partido centrista criado por Ariel Sharon e dirigido pelo primeiro-ministro interino Ehud Olmert, que deverá vencer as eleições legislativas de 28 deste mês.
Na mesma linha, o antigo dirigente do Shin Beth (serviço de segurança israelita) Avi Dichter, que também faz parte da direcção do Kadima, afirmou anteontem que "se Haniyeh e os seus partidários continuarem a sua política de terror e de assassinatos enquanto estiverem no poder [...] poderão juntar-se ao sheikh Ahmed Yassin [o fundador e líder espiritual do Hamas, morto num ataque israelita em 2004]".
Ismail Haniyeh já escapou a uma tentativa de assassinato, em Setembro de 2003, ao lado do sheikh Ahmed Yassin. Já esteve preso por várias vezes: 18 dias em 1987; seis meses em 1988; e três anos a partir de 1989. Foi expulso no dia 17 de Dezembro de 1992 por Israel, por um período de seis meses, juntamente com dezenas de responsáveis do Hamas, para o sul do Líbano.Após a vitória do Hamas nas eleições legislativas palestinianas de finais de Janeiro, Haniyeh foi designado pelo Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, para formar o próximo Governo.
Festa dos Tabuleiros
Em 2007, vamos ter mais uma Festa dos Tabuleiros. A Juventude Socialista de Tomar deseja um bom trabalho ao mordomo eleito, desejando que uma das maiores manifestações de vida do nosso concelho, com projecção internacional tenha a dignidade de sempre, não sendo notícia por maus motivos. Caro João Vital as maiores sortes.
sexta-feira, março 03, 2006
A actuação do CDS-PP, ontem na Assembleia da Republica, foi como o socialista Vera Jardim referiu ou o historiador do B.E. Fernando Rosas, algo de muito Freudiano e onde na minha opinião os tiques de salazarismo e de extrema-direita, estiveram na garganta do grande inquisidor de nome Telmo Correia. Sentia-se naquela intervenção um revisionismo histórico do seu próprio partido, um gosto na teoria do choque das civilizações e da supremacia do mundo ocidental…Foi esta mesma teoria política neoconservadora e cariz muito suspeito que fez que Portugal fosse a sede da “Cimeira dos Açores” que será vista para sempre como a “Cimeira da Guerra”.
É triste ver que o cinismo governa o mundo e os Petrodólares são cada vez mais importantes…já que depois de destruir um país, deixar uma guerra civil…parece banal dizer que afinal nunca ouve armas de destruição maciça. É pena ver a cegueira do ocidente conservador e em principal dos E.U.A…historicamente até é parecida com a cegueira Romana, no tempo de Atila o Huno. Estou a exagerar? Atila foi treinado e armado pelos romanos…Bin Laden, foi armado e treinado pela CIA…sem comentários…o fim da História é conhecido.
Hugo Costa (este post apenas vincula o seu autor)
É triste ver que o cinismo governa o mundo e os Petrodólares são cada vez mais importantes…já que depois de destruir um país, deixar uma guerra civil…parece banal dizer que afinal nunca ouve armas de destruição maciça. É pena ver a cegueira do ocidente conservador e em principal dos E.U.A…historicamente até é parecida com a cegueira Romana, no tempo de Atila o Huno. Estou a exagerar? Atila foi treinado e armado pelos romanos…Bin Laden, foi armado e treinado pela CIA…sem comentários…o fim da História é conhecido.
Hugo Costa (este post apenas vincula o seu autor)
quarta-feira, março 01, 2006
Passeio Público
O programa “Passeio Público” da Antena1, vai ser esta semana dedicado a Tomar, ao dia 1 de Março e ao festival da Lampreia. Este Domingo das 13 às 15, nas frequências do primeiro canal da rádio pública em AM, FM ou http://www.antena1.pt/
segunda-feira, fevereiro 27, 2006
Debate parlamentar no Cavaquismo...por causa da Pensão de Salgueiro Maia e onde é falado da Censusa a Saramago.
deputado do PS - Quando um governo democrático se recusa a dar provimento prático ao reconhecimento de serviços excepcionais e relevantes prestados ao País por Salgueiro Maia, no 25 de Abril, a democracia está doente, ou então este governo não honra a democracia.
Vozes do PS: - Muito bem!
O Orador: - E, isso sim, é uma exigência da memória, do respeito cívico, do interesse nacional, da dignidade da Pátria, que estas atitudes sejam rapidamente reparadas pelos poderes públicos. O Primeiro-Ministro deve, nesta matéria, uma palavra aos Portugueses e é urgente que lha entregue.A democracia é tolerante e é justa para os seus inimigos, mas não pode reabilitar o crime político, esmagar ou esquecer os que em luta contra o crime, fundaram a liberdade.
Vozes do PS: - Muito bem!
O Orador: - Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: A democracia prescinde de velhas e novas censuras. Das censuras modernas que assentam arraiais no controlo mediatico, na ocultação das imagens ou na sua repetição fastidiosa até ã saturação, dessa censura moderna que se funda num controlo governamental mediatico do serviço público televisivo e utiliza a subjectividade do controlador que, no limite, o Governo controla.A democracia prescinde também da velha censura enroupada em interesse nacional e no património histórico e religioso dos Portugueses para eliminar uma obra literária, como o fez o Subsecretário de Estado da Cultura. O Primeiro-Ministro e o Governo tem de explicar porque mantêm num cargo político de responsabilidade cultural alguém que tão gravemente atenta contra a universalidade da cultura portuguesa e as suas regras democráticas.
Aplausos do PS e do Deputado independente Mário Tomé.
Em matéria cultural, a democracia constitucional nunca porá o Sr. Secretário de Estado da Cultura' no índex, mas deve evitar que ele possa ter a tentação, pelo exercício do poder, de «queimar» no índex obras culturais que lhe não agradem. A demissão é o caminho adequado ao património que S. Ex.ª «guarda».Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: O líder do PSD e o seu governo prometeram, ainda, no seu Manifesto Eleitoral, uma Administração ao serviço dos cidadãos e dos seus direitos, mas o que têm feito é protelar as mais significativas alterações de garantia desses direitos. - O conceito de participação adorna os discursos e é o ramalhete da responsabilidade cívica que leva, no, limite, o Ministro da Justiça a considerar-se réu perante os seus concidadãos. Só que verdadeiramente é o Primeiro-Ministro e o Governo, como um todo, que devem confessar ser réus neste domínio. Atende-se no facto de, por exemplo, estar desde a última revisão constitucional, em 1981, à espera de ser incrementado o princípio do arquivo aberto e do acesso livre dos cidadãos aos documentos da Administração. Atente-se no facto de este princípio informativo e organizacional ter sido prudentemente esquecido pelo Código de Procedimento Administrativo, enquanto o Governo se lembra de disponibilidades subjectivas de funcionários com vista a mais uma tentativa de remendo da reforma administrativa, enquanto continua ainda a jazer na arca das soluções democráticas o exercício do direito de acção popular e enquanto - atente-se, ainda e desde 1987, a Lei de Bases do Ambiente aguarda regulamentação diversa que lhe dê consistência e efectividade.Atente-se também no facto de continuarem a não ser garantidas as condições materiais adequadas ao exercício da Provedoria da Justiça. Em 19 de Junho de 1991, o Governo terminou o seu prazo de 180 dias para proceder à alteração da Lei Orgânica do Provedor de Justiça e nada fez nesse sentido. Atente-se, ainda, no facto de, desde 29 de Abril de 1991, a Comissão Nacional de Protecção de Dados Pessoais Informatizados, que tem a função de controlar o processamento e a actualização de dados pessoais, não ler tomado posse e os seus membros não terem sido designados pela Assembleia da República, Governo e outras entidades - ao que se sabe o processo tem sido protelado pelo lacto de o Governo não ler, ainda, regulado as condições do exercício do mandato por parte dos membros da referida Comissão.Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: Todos estes factos que enunciei são pura invenção política! São factos para tentar ocupar abusivamente espaço na comunicação social. O Governo nada tem a ver com isso. .É uma intenção malévola da oposição responsabilizá-los. Os responsáveis devem ser minuciosamente procurados noutras paragens. Dão-se alvíssaras a quem os encontrar e terão seguramente um prémio em vida.Deve perguntar-se a todos os cidadãos, em todos os esquadrões, até encontrar os responsáveis, o seguinte: quem é o responsável pela subida das taxas de inflação? Quem é o responsável pelas elevadas taxas de juro? Quem é o responsável pela não diminuição da dívida pública? Quem é o responsável pelo agravamento fiscal? Quem é o responsável pelo prémio atribuído aos pides? Quem não promove o debate sobre a integração europeia e suas consequências? Quem acusa impunemente Bush de conspirador contra a democracia portuguesa? Quem é o responsável por ter induzido o Governo português na presidência timorata da CE? Quem é o responsável pelo castigo a Salgueiro Maia? Quem é o responsável por ter posto Saramago no índex? Quem não quer controlar seriamente os dados pessoais informatizados? Quem não promove adequadamente a defesa do ambiente? Quem esquece a acção popular? Quem fecha o acesso ao arquivo aberto? Quem perturba o exercício da Provedoria de Justiça?
Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: Quem está a esconder a resposta de todas estas perguntas dos Portugueses?
Vozes do PS: - Muito bem!
O Orador: - A democracia, Srs. Deputados, é a mais elaborada forma de organização das sociedades; é exigente nas suas regras e valores. Que todos saibam nela assumir as suas responsabilidades. Pela nossa parte, nós assumimos as nossas.
fonte- http://debates.parlamento.pt/
Vozes do PS: - Muito bem!
O Orador: - E, isso sim, é uma exigência da memória, do respeito cívico, do interesse nacional, da dignidade da Pátria, que estas atitudes sejam rapidamente reparadas pelos poderes públicos. O Primeiro-Ministro deve, nesta matéria, uma palavra aos Portugueses e é urgente que lha entregue.A democracia é tolerante e é justa para os seus inimigos, mas não pode reabilitar o crime político, esmagar ou esquecer os que em luta contra o crime, fundaram a liberdade.
Vozes do PS: - Muito bem!
O Orador: - Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: A democracia prescinde de velhas e novas censuras. Das censuras modernas que assentam arraiais no controlo mediatico, na ocultação das imagens ou na sua repetição fastidiosa até ã saturação, dessa censura moderna que se funda num controlo governamental mediatico do serviço público televisivo e utiliza a subjectividade do controlador que, no limite, o Governo controla.A democracia prescinde também da velha censura enroupada em interesse nacional e no património histórico e religioso dos Portugueses para eliminar uma obra literária, como o fez o Subsecretário de Estado da Cultura. O Primeiro-Ministro e o Governo tem de explicar porque mantêm num cargo político de responsabilidade cultural alguém que tão gravemente atenta contra a universalidade da cultura portuguesa e as suas regras democráticas.
Aplausos do PS e do Deputado independente Mário Tomé.
Em matéria cultural, a democracia constitucional nunca porá o Sr. Secretário de Estado da Cultura' no índex, mas deve evitar que ele possa ter a tentação, pelo exercício do poder, de «queimar» no índex obras culturais que lhe não agradem. A demissão é o caminho adequado ao património que S. Ex.ª «guarda».Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: O líder do PSD e o seu governo prometeram, ainda, no seu Manifesto Eleitoral, uma Administração ao serviço dos cidadãos e dos seus direitos, mas o que têm feito é protelar as mais significativas alterações de garantia desses direitos. - O conceito de participação adorna os discursos e é o ramalhete da responsabilidade cívica que leva, no, limite, o Ministro da Justiça a considerar-se réu perante os seus concidadãos. Só que verdadeiramente é o Primeiro-Ministro e o Governo, como um todo, que devem confessar ser réus neste domínio. Atende-se no facto de, por exemplo, estar desde a última revisão constitucional, em 1981, à espera de ser incrementado o princípio do arquivo aberto e do acesso livre dos cidadãos aos documentos da Administração. Atente-se no facto de este princípio informativo e organizacional ter sido prudentemente esquecido pelo Código de Procedimento Administrativo, enquanto o Governo se lembra de disponibilidades subjectivas de funcionários com vista a mais uma tentativa de remendo da reforma administrativa, enquanto continua ainda a jazer na arca das soluções democráticas o exercício do direito de acção popular e enquanto - atente-se, ainda e desde 1987, a Lei de Bases do Ambiente aguarda regulamentação diversa que lhe dê consistência e efectividade.Atente-se também no facto de continuarem a não ser garantidas as condições materiais adequadas ao exercício da Provedoria da Justiça. Em 19 de Junho de 1991, o Governo terminou o seu prazo de 180 dias para proceder à alteração da Lei Orgânica do Provedor de Justiça e nada fez nesse sentido. Atente-se, ainda, no facto de, desde 29 de Abril de 1991, a Comissão Nacional de Protecção de Dados Pessoais Informatizados, que tem a função de controlar o processamento e a actualização de dados pessoais, não ler tomado posse e os seus membros não terem sido designados pela Assembleia da República, Governo e outras entidades - ao que se sabe o processo tem sido protelado pelo lacto de o Governo não ler, ainda, regulado as condições do exercício do mandato por parte dos membros da referida Comissão.Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: Todos estes factos que enunciei são pura invenção política! São factos para tentar ocupar abusivamente espaço na comunicação social. O Governo nada tem a ver com isso. .É uma intenção malévola da oposição responsabilizá-los. Os responsáveis devem ser minuciosamente procurados noutras paragens. Dão-se alvíssaras a quem os encontrar e terão seguramente um prémio em vida.Deve perguntar-se a todos os cidadãos, em todos os esquadrões, até encontrar os responsáveis, o seguinte: quem é o responsável pela subida das taxas de inflação? Quem é o responsável pelas elevadas taxas de juro? Quem é o responsável pela não diminuição da dívida pública? Quem é o responsável pelo agravamento fiscal? Quem é o responsável pelo prémio atribuído aos pides? Quem não promove o debate sobre a integração europeia e suas consequências? Quem acusa impunemente Bush de conspirador contra a democracia portuguesa? Quem é o responsável por ter induzido o Governo português na presidência timorata da CE? Quem é o responsável pelo castigo a Salgueiro Maia? Quem é o responsável por ter posto Saramago no índex? Quem não quer controlar seriamente os dados pessoais informatizados? Quem não promove adequadamente a defesa do ambiente? Quem esquece a acção popular? Quem fecha o acesso ao arquivo aberto? Quem perturba o exercício da Provedoria de Justiça?
Sr. Presidente, Sr.ªs e Srs. Deputados: Quem está a esconder a resposta de todas estas perguntas dos Portugueses?
Vozes do PS: - Muito bem!
O Orador: - A democracia, Srs. Deputados, é a mais elaborada forma de organização das sociedades; é exigente nas suas regras e valores. Que todos saibam nela assumir as suas responsabilidades. Pela nossa parte, nós assumimos as nossas.
fonte- http://debates.parlamento.pt/
Cavaco e Maia
Em breve teremos um novo Presidente da República, pessoa pela qual não nutro nenhum tipo de admiração. Um homem que gozou com a democracia, quando deu uma pensão vitalícia a vários membros da PIDE (por altos serviços à nação) e a recusou à família de Salgueiro Maia.
Julgo que está tudo dito…
Hugo Costa
Julgo que está tudo dito…
Hugo Costa
Carnaval da Linhaceira
Ontem, passados muitos anos voltei ao Carnaval da Linhaceira, o maior do nosso concelho. As melhorias e o esforço de uma aldeia e das pessoas de fora que colaboram são assinaláveis. Os meus mais sinceros parabéns.
Hugo Costa
Hugo Costa
Pedro Nuno ao DN
Pedro Nuno Santos, 28 anos, secretário-geral da Juventude Socialista (JS), voltou há dias a ser notícia pela mesma razão que faz sempre um líder de uma "jota" ser notícia: apresentou uma proposta "fracturante". Em nome da organização que lidera desde 2004, anunciou no início de Fevereiro um projecto de lei para tornar possível o casamento entre homossexuais.Com um esforço de memória, podem lembrar-se as duas vezes anteriores em que o nome do líder da JS apareceu nas notícias: como animador do apoio jovem à campanha presidencial de Mário Soares e, uns meses antes, como activista pelo sim à despenalização do aborto- outra questão "fracturante"... Estará a juventude partidária do partido no poder "condenada" a animar campanhas eleitorais e a debater temas como o aborto, o casamento de homossexuais, as uniões de facto ou a política de toxicodependência?A resposta de Pedro Nuno Santos é 'Não, mas...'. Não, porque a JS se tem batido por muitas outras questões e tem na sua agenda, entre outras, propostas relativas aos problemas da educação, habitação, emprego ou empreendedorismo jovem (ver caixa). Mas... "o Governo tem o seu programa, no qual todos estes temas estão tratados, e a sua própria agenda". Nestes casos, o papel da JS é relativamente discreto: "Fazer o possível para que o que é aprovado pelo Governo tenha a nossa marca", ou seja, "influenciar, pressionar" e, se for caso disso, "exigir" aos governantes que tenham em atenção os pontos de vista da "jota". "Se aparecermos a criticar o Governo, temos páginas inteiras de jornais", reconhece Pedro Nuno, lembrando que já o fizeram, por exemplo, quando o Executivo manifestou a intenção de reduzir o tempo de subsídio de desemprego para jovens. No entanto, a margem de manobra é limitada, reconhece o dirigente juvenil. Bom exemplo disso é o "grupo parlamentar" da JS - os jovens socialistas têm nove representantes no Parlamento, mas todos foram eleitos nas listas do PS. Conclusão: "Vivemos numa situação de ter que procurar um equilíbrio permanente, pois assumimos compromissos enquanto JS, mas fomos eleitos nas listas e com o programa do PS. E é sempre o programa do PS que prevalece."O caso do casamento entre homossexuais foi paradigmático. A JS apresentou a iniciativa com alguma urgência, em boa parte imposta pelo mediatismo da tentativa de casamento de duas lésbicas e pelo anúncio do Bloco de Esquerda de que avançaria com uma iniciativa legislativa sobre este assunto. Duas semanas depois, Pedro Nuno divulgava, não um projecto, mas um anteprojecto de lei. Perante a intransigência do PS, que não quis debater já este assunto, a proposta não irá a votos este ano, mas serve apenas para "lançar a discussão na sociedade portuguesa e no interior do partido" sobre o casamento de homossexuais. Pelo meio, o líder da JS ainda se viu a braços com a rebelião de seis dos seus nove deputados, que contestaram o timing e o modo como a proposta foi lançada, insinuando que Pedro Nuno apenas procurava protagonismo.
O jovem economista de Aveiro rebate as acusações, mas reconhece que é nestes temas que pode ganhar visibilidade. "Não somos Governo, não definimos prioridades nacionais, mas podemos marcar a agenda política nos temas em que o PS não tem posição, nas áreas que não estão ocupadas pelo programa eleitoral", explica. Um "espaço civilizacional", que vai do aborto aos casamentos gay, passando pela prostituição, eutanásia ou drogas. "Temos a obrigação de pôr a sociedade portuguesa a discutir estes temas", que fazem parte do manifesto apresentado pela organização nas últimas eleições legislativas.Não será apenas a tentação dos temas fracturantes, afinal, uma receita de sucesso garantido? "Não é tentação, é coragem", responde o líder da JS, dando o exemplo da regulamentação da prostituição: "As pessoas preferem passar ao lado, mas nós temos que dizer que não há tema que seja tabu." Se lhe lembram que esses assuntos talvez não sejam os que mais preocupam um jovem comum, Pedro Nuno responde com uma frase ensaiada: "A JS não é uma organização que faz política para jovens, é uma organização de jovens a fazer política.
O jovem economista de Aveiro rebate as acusações, mas reconhece que é nestes temas que pode ganhar visibilidade. "Não somos Governo, não definimos prioridades nacionais, mas podemos marcar a agenda política nos temas em que o PS não tem posição, nas áreas que não estão ocupadas pelo programa eleitoral", explica. Um "espaço civilizacional", que vai do aborto aos casamentos gay, passando pela prostituição, eutanásia ou drogas. "Temos a obrigação de pôr a sociedade portuguesa a discutir estes temas", que fazem parte do manifesto apresentado pela organização nas últimas eleições legislativas.Não será apenas a tentação dos temas fracturantes, afinal, uma receita de sucesso garantido? "Não é tentação, é coragem", responde o líder da JS, dando o exemplo da regulamentação da prostituição: "As pessoas preferem passar ao lado, mas nós temos que dizer que não há tema que seja tabu." Se lhe lembram que esses assuntos talvez não sejam os que mais preocupam um jovem comum, Pedro Nuno responde com uma frase ensaiada: "A JS não é uma organização que faz política para jovens, é uma organização de jovens a fazer política.
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
Zeca Afonso
Fez ontem, 19 anos a morte do cantor da liberdade Zeca Afonso. Pela sua contribuição para a Liberdade, pelas inesquecíveis lutas que travou desde os tempos da Universidade de Coimbra e claro pela mais emblemática das suas canções “Grândola”, uma grande homenagem ao Homem que acreditou num Portugal melhor.
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
Braga
Na revista visão desta semana, existia um artigo que me despertou atenção, mesmo sendo de meia página. Algures em Braga, numa escola religiosa, controlada directamente pela arquidiocese, miúdos de 13 anos tiveram processos disciplinares e nalguns casos expulsão da instituição, segundo o padre que controla a instituição por problemas disciplinares muito graves.
Afinal, a única coisa que este grupo de bons alunos tinha feito, era um cartaz pedindo mais respeito pelos alunos e onde evocavam o 25 de Abril. Mais de 30 anos depois, parece que nem todo país de adaptou às regras da democracia.
Hugo Costa
Afinal, a única coisa que este grupo de bons alunos tinha feito, era um cartaz pedindo mais respeito pelos alunos e onde evocavam o 25 de Abril. Mais de 30 anos depois, parece que nem todo país de adaptou às regras da democracia.
Hugo Costa
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