A questão da Madeira é um claro problema de regime em Portugal. Portugal democrático tem no seu seio…práticas e manifestações longe dos seus princípios. Os últimos desenvolvimentos na Madeira comprovam esse paradigma. Só resta desejar ao PS-Madeira e ao seu líder Jacinto Serrão as maiores sortes neste combate duro, mas pela democracia que se advinha.
Hugo Costa
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Referendo Local
No decurso do debate público promovido pelo PS no passado sábado sobre o Plano de Pormenor do Mercado/Flecheiro, o Presidente Hugo Cristóvão anunciou que o partido irá propor em sede própria, a realização de um Referendo Local sobre a polémica questão da destruição do Mercado Municipal para construção de um Centro Comercial, propondo o PS em alternativa a manutenção e renovação do Mercado, apontado a construção do Centro Comercial para a zona de Marmelais.
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Sim - Freguesias
Os resultados de domingo do sim, desagregados por freguesia são os seguintes:
Alviobeira (PS) – 67,17%
Asseiceira (PSD) – 53,29%
Beselga (PS) – 53,95%
Carregueiros (CDU) – 66,95%
Casais (PSD) – 63,07%
Junceira (PSD) – 40,22%
Madalena (PS) – 67,40%
Olalhas (PSD) – 32,82%
Paialvo (CDU) – 54,98%
Tomar – Sta. Maria dos Olivais (PSD) – 67,18%
Tomar – S. João Baptista (PSD) – 62,79%
S. Pedro (PSD) – 60,71%
Sabacheira (PS) – 63,88%
Serra (PSD) – 31,14%
Além da Ribeira (PS) – 63,23%
Alviobeira (PS) – 67,17%
Asseiceira (PSD) – 53,29%
Beselga (PS) – 53,95%
Carregueiros (CDU) – 66,95%
Casais (PSD) – 63,07%
Junceira (PSD) – 40,22%
Madalena (PS) – 67,40%
Olalhas (PSD) – 32,82%
Paialvo (CDU) – 54,98%
Tomar – Sta. Maria dos Olivais (PSD) – 67,18%
Tomar – S. João Baptista (PSD) – 62,79%
S. Pedro (PSD) – 60,71%
Sabacheira (PS) – 63,88%
Serra (PSD) – 31,14%
Além da Ribeira (PS) – 63,23%
terça-feira, fevereiro 13, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Os motivos do meu SIM
Perto que estamos de mais um momento de consulta popular, é ainda necessário e importante, esclarecer porque se defendem determinadas posições para uma compreensão real dos motivos, afastando todos os equívocos. Neste referendo muitos defendem o sim, muitos outros defendem o não por razões da sua consciência, moral ou ética, sendo que o mais importante é que as pessoas tenham a verdadeira noção do que está em causa, para assim, poderem tomar a sua posição.
A interrupção voluntária da gravidez, vulgo aborto, é um tema polémico pois envolve muitos preconceitos, no entanto, é necessário termos a noção de que o aborto existe, embora seja ilegal. Acontece que, o aborto clandestino origina todos os dias a entrada de mulheres em urgências hospitalares ou pior que isso, origina muitas vezes a morte das próprias mulheres, que depois de uma tomarem uma decisão física e emocionalmente dura ainda tem de se sujeitar a clínicas clandestinas, onde a intervenção não é feita da forma mais correcta e onde os cuidados são poucos ou nenhuns, simplesmente porque não tem dinheiro para se deslocar ao país vizinho para terem o mínimo de condições. Outro aspecto importante é a criminalização deste acto, que tem levado muitas mulheres a serem alvos de processos judiciais, passando uma autêntica humilhação e chegando até a serem alvo de discriminação por parte de outros. Uma coisa, todos sabemos, o aborto ou “desmancho” não é uma prática recente e merece mais e melhor atenção.
No entanto, surge uma questão essencial: será que alguém tem o direito de julgar o próximo pelo simples facto de ter tomado uma decisão com a qual não concorda? Pois eu acho que não! Neste referendo estão em causa valores bem mais importantes do que acusar alguém porque tomou uma decisão que muitos não tomariam. E já agora, já alguém se tentou pôr na pele de uma mulher que tem tal decisão a tomar? Acham que é fácil? Tomar esta decisão implica muita reflexão e deixa nas mulheres marcas psicológicas muito profundas.
Nesta consulta popular, o que está em causa é a descriminalização de uma decisão de consciência, bem como a dignidade das mulheres que optam por fazer a interrupção voluntária, garantindo efectivas condições para a sua realização, para que esta dura decisão seja acompanhada de bons cuidados de saúde e de um efectivo planeamento familiar bem como, de dignidade, tanto física como psicológica.
É importante perceber que não se pretende uma liberalização do aborto e muito menos uma visão deste como um método contraceptivo, pretende-se antes que este seja legal, para que possa ser realizado por equipas especializadas que cuidem da saúde destas mulheres, acabando com as horrorosas consequências do aborto clandestino, como a impossibilidade de voltar a ter filhos ou a até mesmo a morte delas.
Acredito que se a interrupção voluntária for legal o número de abortos não vai aumentar em massa só porque é legal, bem como na redução dos abortos clandestinos.
Eu defendo o sim, porque quero que as mulheres possam ter mais saúde, mais dignidade e mais justiça, defendo o sim porque não acho justo que alguém que o faça, ainda que na clandestinidade, seja apontada e difamada na praça pública só por ter decidido fazê-lo. Digo sim, porque não posso compactuar que muitas mulheres continuem a morrer, fiquem física e psicologicamente afectadas por não terem tido um acompanhamento adequado e mais ainda porque acho que é descabido que uma mulher seja julgada e condenada por tal decisão. Defendo o sim, estou convicta de que este é o caminho para resolver este problema, que por muito controverso não podemos atirar para debaixo do tapete, não podemos continuar a fingir que não existe.
É porque defendo a saúde e dignidade, que no próximo dia 11 vou votar sim!
Susana Faria
Artigo Publicado - Jornal Cidade Tomar
A interrupção voluntária da gravidez, vulgo aborto, é um tema polémico pois envolve muitos preconceitos, no entanto, é necessário termos a noção de que o aborto existe, embora seja ilegal. Acontece que, o aborto clandestino origina todos os dias a entrada de mulheres em urgências hospitalares ou pior que isso, origina muitas vezes a morte das próprias mulheres, que depois de uma tomarem uma decisão física e emocionalmente dura ainda tem de se sujeitar a clínicas clandestinas, onde a intervenção não é feita da forma mais correcta e onde os cuidados são poucos ou nenhuns, simplesmente porque não tem dinheiro para se deslocar ao país vizinho para terem o mínimo de condições. Outro aspecto importante é a criminalização deste acto, que tem levado muitas mulheres a serem alvos de processos judiciais, passando uma autêntica humilhação e chegando até a serem alvo de discriminação por parte de outros. Uma coisa, todos sabemos, o aborto ou “desmancho” não é uma prática recente e merece mais e melhor atenção.
No entanto, surge uma questão essencial: será que alguém tem o direito de julgar o próximo pelo simples facto de ter tomado uma decisão com a qual não concorda? Pois eu acho que não! Neste referendo estão em causa valores bem mais importantes do que acusar alguém porque tomou uma decisão que muitos não tomariam. E já agora, já alguém se tentou pôr na pele de uma mulher que tem tal decisão a tomar? Acham que é fácil? Tomar esta decisão implica muita reflexão e deixa nas mulheres marcas psicológicas muito profundas.
Nesta consulta popular, o que está em causa é a descriminalização de uma decisão de consciência, bem como a dignidade das mulheres que optam por fazer a interrupção voluntária, garantindo efectivas condições para a sua realização, para que esta dura decisão seja acompanhada de bons cuidados de saúde e de um efectivo planeamento familiar bem como, de dignidade, tanto física como psicológica.
É importante perceber que não se pretende uma liberalização do aborto e muito menos uma visão deste como um método contraceptivo, pretende-se antes que este seja legal, para que possa ser realizado por equipas especializadas que cuidem da saúde destas mulheres, acabando com as horrorosas consequências do aborto clandestino, como a impossibilidade de voltar a ter filhos ou a até mesmo a morte delas.
Acredito que se a interrupção voluntária for legal o número de abortos não vai aumentar em massa só porque é legal, bem como na redução dos abortos clandestinos.
Eu defendo o sim, porque quero que as mulheres possam ter mais saúde, mais dignidade e mais justiça, defendo o sim porque não acho justo que alguém que o faça, ainda que na clandestinidade, seja apontada e difamada na praça pública só por ter decidido fazê-lo. Digo sim, porque não posso compactuar que muitas mulheres continuem a morrer, fiquem física e psicologicamente afectadas por não terem tido um acompanhamento adequado e mais ainda porque acho que é descabido que uma mulher seja julgada e condenada por tal decisão. Defendo o sim, estou convicta de que este é o caminho para resolver este problema, que por muito controverso não podemos atirar para debaixo do tapete, não podemos continuar a fingir que não existe.
É porque defendo a saúde e dignidade, que no próximo dia 11 vou votar sim!
Susana Faria
Artigo Publicado - Jornal Cidade Tomar
segunda-feira, janeiro 22, 2007
2007 - O Marasmo Concelhio
A análise política muitas vezes tende a considera um orçamento como um documento meramente técnico e muitas vezes de difícil decifração, contundo mais que a componente contabilística, o que nos deve interessar quando olhamos para o Orçamento do Município de Tomar é a as apostas políticas e a falta delas. O Orçamento representa os objectivos para um ano e é dessa forma que tem de ser visto.
Nos seus planos para 2007 o executivo PSD em Tomar continua a pautar a sua intervenção pela megalomania de alguns projectos desnecessários e a contínua falta de apoio ao desenvolvimento económico, ao emprego e uma política estruturada de apoio à habitação a custos controlados. Começo por falar do último ponto, na última sessão da Assembleia Municipal em resposta a uma intervenção minha sobre o preço elevado das habitações em Tomar a bancada do PSD referiu que isso era bom, porque permitia aos vendedores, vender as casas mais caras do que em Torres Novas, Entroncamento ou Barquinha. É esta a visão social do PSD, em Tomar? Se for, não é a que os tomarenses precisam. Ou já nos esquecemos que as gerações mais jovens têm abandonado continuamente o nosso concelho pelo preço das casas?
Em relação ao desenvolvimento económico e criação de emprego, mais que olhar para os números que orçamento nos dá para uma ou outra rubrica, a necessidade está em arranjar uma estratégia corajosa de apoio ao empreendedorismo e criação de emprego. Tomar, tem de sair rapidamente do marasmo e aproveitar as suas enormes potencialidades socioeconómicas para arriscar e ter a coragem de apoiar as empresas que se queiram estabelecer e as que já cá estão numa clara estratégia com vista ao objectivo de crescimento económico e prosperidade. É este o desejo dos tomarenses para 2007, desenvolvimento económico do concelho e prosperidade, princípios já bem enunciados pelo Partido Socialista no passado recente.
O ano que agora começou será inevitavelmente marcado pela Festa dos Tabuleiros, expoente máximo das tradições do nosso concelho. Mas será que tudo está a ser preparado devidamente pelo executivo? A verba prevista em dotação orçamental é completamente exígua e de uma necessária revisão. Para quê então orçamentar por um valor tão baixo? É uma dúvida que me fica na análise do documento.
Contundo Tomar é uma cidade cada dia mais triste, em cada segundo os seus moradores demonstram mais tristeza pelo estado das coisas. Uma cidade onde abundam os buracos, as megalomanias que correram mal e que estão ao abandono (Fonte Cibernética, obra emblemática do PSD), zonas históricas desprezadas e de lazer destruídas. Será que foi esta a cidade que os nossos avós desejaram deixar para os seus netos? A essa pergunta a resposta é um claro não. Olhe-se como a antiga cidade jardim tem preservado a sua mata, através de silvas e de falta de limpeza. Será que a câmara se pode desculpabilizar disso como tem acontecido? Se fosse noutro concelho e com outra maioria, tudo não estaria já resolvido? Lembro a este propósito e no seguimento deste contexto as posições recentemente assumidas pela Juventude Socialista na defesa da mata e da zona envolvente ao nosso Convento de Cristo, uma das maravilhas do nosso país. Contundo, onde ficaram essas propostas? Em saco roto?
O PSD de Tomar continua no seu "árduo" trabalho de cumprir a folha em branco que apresentou como programa aos tomarenses. Ou não é verdade que o PSD não apresentou programa para a câmara nas últimas autárquicas? Parece que em relação a isso e pelo que foi dito em Assembleia Municipal, o programa do PSD seria o somatório das juntas. E nas juntas onde o PSD, não ganhou? Sinceramente é uma explicação estranha, até porque o PSD não se candidatou às 16 freguesias do concelho. Será que não existia projectos para Carregueiros? Ou aí seria o programa da CDU?
Em 2007 os tomarenses clamam por dignidade para a sua cidade, mas igualmente para as suas zonas rurais. Que aldeias possuem verdadeiros espaços de convívio, encontro e lazer? Que aldeias, tem no seu centro uma praça que sirva de seu ponto de encontro? Em relação à parte rural o PS Tomar (ao contrário de outras forças da oposição) tem estado na intransigente defesa do concelho como um todo, concelho que vai muito além do eixo Alameda - Praça da República. Dessa forma, estivemos na quase totalidade das freguesias, aquando da discussão do Orçamento Participativo. Que outras forças, o fizeram? A defesa das pessoas e os princípios do humanismo marcam a forma de estar do PS na política nacional, mas igualmente na local.
O ano que se inicia pelas razões acima enunciadas é um ano de oportunidades, mas que ao mesmo tempo nos pode conduzir ao marasmo total, se como tudo indica a política do executivo PSD continuar a ser gerida da mesma forma megalómana, como se Tomar vivesse no paraíso. Que em 2007, Tomar consiga respirar e sorrir, libertando do seu interior a infinita tristeza que carrega.
Hugo Costa
Artigo Jornal O Templario 11-1-2007
Nos seus planos para 2007 o executivo PSD em Tomar continua a pautar a sua intervenção pela megalomania de alguns projectos desnecessários e a contínua falta de apoio ao desenvolvimento económico, ao emprego e uma política estruturada de apoio à habitação a custos controlados. Começo por falar do último ponto, na última sessão da Assembleia Municipal em resposta a uma intervenção minha sobre o preço elevado das habitações em Tomar a bancada do PSD referiu que isso era bom, porque permitia aos vendedores, vender as casas mais caras do que em Torres Novas, Entroncamento ou Barquinha. É esta a visão social do PSD, em Tomar? Se for, não é a que os tomarenses precisam. Ou já nos esquecemos que as gerações mais jovens têm abandonado continuamente o nosso concelho pelo preço das casas?
Em relação ao desenvolvimento económico e criação de emprego, mais que olhar para os números que orçamento nos dá para uma ou outra rubrica, a necessidade está em arranjar uma estratégia corajosa de apoio ao empreendedorismo e criação de emprego. Tomar, tem de sair rapidamente do marasmo e aproveitar as suas enormes potencialidades socioeconómicas para arriscar e ter a coragem de apoiar as empresas que se queiram estabelecer e as que já cá estão numa clara estratégia com vista ao objectivo de crescimento económico e prosperidade. É este o desejo dos tomarenses para 2007, desenvolvimento económico do concelho e prosperidade, princípios já bem enunciados pelo Partido Socialista no passado recente.
O ano que agora começou será inevitavelmente marcado pela Festa dos Tabuleiros, expoente máximo das tradições do nosso concelho. Mas será que tudo está a ser preparado devidamente pelo executivo? A verba prevista em dotação orçamental é completamente exígua e de uma necessária revisão. Para quê então orçamentar por um valor tão baixo? É uma dúvida que me fica na análise do documento.
Contundo Tomar é uma cidade cada dia mais triste, em cada segundo os seus moradores demonstram mais tristeza pelo estado das coisas. Uma cidade onde abundam os buracos, as megalomanias que correram mal e que estão ao abandono (Fonte Cibernética, obra emblemática do PSD), zonas históricas desprezadas e de lazer destruídas. Será que foi esta a cidade que os nossos avós desejaram deixar para os seus netos? A essa pergunta a resposta é um claro não. Olhe-se como a antiga cidade jardim tem preservado a sua mata, através de silvas e de falta de limpeza. Será que a câmara se pode desculpabilizar disso como tem acontecido? Se fosse noutro concelho e com outra maioria, tudo não estaria já resolvido? Lembro a este propósito e no seguimento deste contexto as posições recentemente assumidas pela Juventude Socialista na defesa da mata e da zona envolvente ao nosso Convento de Cristo, uma das maravilhas do nosso país. Contundo, onde ficaram essas propostas? Em saco roto?
O PSD de Tomar continua no seu "árduo" trabalho de cumprir a folha em branco que apresentou como programa aos tomarenses. Ou não é verdade que o PSD não apresentou programa para a câmara nas últimas autárquicas? Parece que em relação a isso e pelo que foi dito em Assembleia Municipal, o programa do PSD seria o somatório das juntas. E nas juntas onde o PSD, não ganhou? Sinceramente é uma explicação estranha, até porque o PSD não se candidatou às 16 freguesias do concelho. Será que não existia projectos para Carregueiros? Ou aí seria o programa da CDU?
Em 2007 os tomarenses clamam por dignidade para a sua cidade, mas igualmente para as suas zonas rurais. Que aldeias possuem verdadeiros espaços de convívio, encontro e lazer? Que aldeias, tem no seu centro uma praça que sirva de seu ponto de encontro? Em relação à parte rural o PS Tomar (ao contrário de outras forças da oposição) tem estado na intransigente defesa do concelho como um todo, concelho que vai muito além do eixo Alameda - Praça da República. Dessa forma, estivemos na quase totalidade das freguesias, aquando da discussão do Orçamento Participativo. Que outras forças, o fizeram? A defesa das pessoas e os princípios do humanismo marcam a forma de estar do PS na política nacional, mas igualmente na local.
O ano que se inicia pelas razões acima enunciadas é um ano de oportunidades, mas que ao mesmo tempo nos pode conduzir ao marasmo total, se como tudo indica a política do executivo PSD continuar a ser gerida da mesma forma megalómana, como se Tomar vivesse no paraíso. Que em 2007, Tomar consiga respirar e sorrir, libertando do seu interior a infinita tristeza que carrega.
Hugo Costa
Artigo Jornal O Templario 11-1-2007
terça-feira, janeiro 16, 2007
Jovens Pelo SIM

O Movimento «Jovens Pelo SIM» entregou na 6ª-Feira, dia 12 de Janeiro, pelas 11h, na sede da Comissão Nacional de Eleições, o dossier relativo à sua legalização como grupo de cidadãos independentes, sendo assim admitida a sua participação no referendo de dia 11 de Fevereiro.Desse dossier constaram 14.171 assinaturas, recolhidas em todo os pontos do país, em acções concertadas pelo próprio Movimento. A delegação, encabeçada por Pedro Nuno Santos e Natasha Nunes, foi recebida pelo presidente da CNE, o Juiz Conselheiro João Carlos de Barros Caldeira sob atenção da diversa imprensa presente.A delegação era composta por alguns dos mandatários do Movimento, entre eles: Alexandre Ferreira, André Luz, Joana Seixas, José Guilherme Gusmão, Pedro Vaz, José Reis Santos, Rosa Félix, Sara Gonçalves e Sara Rocha.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
quarta-feira, janeiro 10, 2007
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Tomar no Expresso
"A revista "Única" do semanário Expresso publica na edição de hoje o top das 50 melhores cidades portuguesas para viver, onde Tomar ocupa a 12.ª posição.
Além de Tomar outras três cidades do distrito surgem na tabela: Santarém, Torres Novas e Abrantes.
São 20 os critérios de avaliação, desde as acessibilidades ao desempenho económico passando pelo estacionamento e animação.
No ranking, Santarém surge em 30.º, Torres Novas em 32.º e Abrantes em 38.º"
fonte: www.otemplario.pt
Além de Tomar outras três cidades do distrito surgem na tabela: Santarém, Torres Novas e Abrantes.
São 20 os critérios de avaliação, desde as acessibilidades ao desempenho económico passando pelo estacionamento e animação.
No ranking, Santarém surge em 30.º, Torres Novas em 32.º e Abrantes em 38.º"
fonte: www.otemplario.pt
quarta-feira, janeiro 03, 2007
IVG - 2007
Ano novo, vida velha. O Euro tem mais um país com a entrada da Eslovénia e a União Europeia mais dois, com as entradas da Bulgária e Roménia. Contundo até 11 de Fevereiro a JS, joga aquele a que o nosso secretário-geral já chamou a batalha da vida da JS, a vitória do SIM no referendo da Interrupção Voluntária da Gravidez.
Vamos todos lutar na rua…
Hugo Costa
Vamos todos lutar na rua…
Hugo Costa
terça-feira, janeiro 02, 2007
Distrito
Para se ter ideia do distrito em que estamos inseridos para a campanha da IVG, nada melhor que ver os resultados do sim no distrito, concelho a concelho no referendo de 1998:
Alpiarça – 86,6%
Benavente – 78,2%
Coruche – 77,2%
Cartaxo – 73,4%
Salvaterra de Magos -72%
Entroncamento – 71,8%
Chamusca – 69,8%
Almeirim – 66,9%
Golegã – 65,8%
Barquinha – 65,6%
Constância – 64,7%
Santarém – 64,3%
Abrantes – 61,9%
Alcanena – 56,2%
Torres Novas – 54,1%
Tomar – 48,5%
Rio Maior – 44,5%
Sardoal – 34%
Mação -37,8%
Ferreira do Zêzere – 25,4%
Ourém – 22,2%
Alpiarça – 86,6%
Benavente – 78,2%
Coruche – 77,2%
Cartaxo – 73,4%
Salvaterra de Magos -72%
Entroncamento – 71,8%
Chamusca – 69,8%
Almeirim – 66,9%
Golegã – 65,8%
Barquinha – 65,6%
Constância – 64,7%
Santarém – 64,3%
Abrantes – 61,9%
Alcanena – 56,2%
Torres Novas – 54,1%
Tomar – 48,5%
Rio Maior – 44,5%
Sardoal – 34%
Mação -37,8%
Ferreira do Zêzere – 25,4%
Ourém – 22,2%
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Para pensar
"A cultura consumista vive do efémero, faz do passado um mero pretexto de diversão e evasão. Produz demasiado lixo, que não recicla. Vive da precariedade e na velocidade. Foge demasiadas vezes sem destino. Estampa-se insolvente numa qualquer estrada sem que a morte seja mais do que uma ocorrência ou calamidade sem especial significado. A voragem do consumo não tem pensamento estratégico. Esgota-se em si própria, descrente em qualquer salvação. Num mundo de pouca esperança, goza-se o presente que os amanhãs já não cantam."
António José Teixeira
Editorial DN 28-12-2006
António José Teixeira
Editorial DN 28-12-2006
AM
Na última Assembleia Municipal em reposta aos deputados municipais da bancada socialista, Hugo Costa (JS) e Jorge Franco um deputado municipal do PSD considerou que era bom as casas em Tomar serem as mais caras do distrito. É esta a visão social do PSD Tomar.
quarta-feira, dezembro 27, 2006
quarta-feira, dezembro 20, 2006
PELO SIM
É importante nos lembrarmos do referendo de 1998 e quais foram as percentagens do SIM, nas 16 freguesias do concelho de Tomar:
Resultados do Sim:
Sabacheira 68.9%
Carregueiros 63.6%
Casais 60.7%
Santa Maria dos Olivais 59.1%
São João Baptista 58%
Alviobeira 48.8%
Além da Ribeira 46%
Pedreira 45.1%
Madalena 44.8%
Paialvo 44%
São Pedro 43.9%
Beselga 42.5%
Asseiceira 39.6%
Junceira 20%
Serra 19.3%
Olalhas 14.3%
Resultado total no concelho: 48,5%
Como podem ver é possível a vitória do SIM no concelho de Tomar, com vista ao resultado nacional para acabar com a miséria do “aborto clandestino” de vez.
Hugo Costa
Resultados do Sim:
Sabacheira 68.9%
Carregueiros 63.6%
Casais 60.7%
Santa Maria dos Olivais 59.1%
São João Baptista 58%
Alviobeira 48.8%
Além da Ribeira 46%
Pedreira 45.1%
Madalena 44.8%
Paialvo 44%
São Pedro 43.9%
Beselga 42.5%
Asseiceira 39.6%
Junceira 20%
Serra 19.3%
Olalhas 14.3%
Resultado total no concelho: 48,5%
Como podem ver é possível a vitória do SIM no concelho de Tomar, com vista ao resultado nacional para acabar com a miséria do “aborto clandestino” de vez.
Hugo Costa
Feliz Natal
O Secretariado da JS Tomar deseja a todos os militantes, amigos, simpatizantes e população em geral um Feliz Natal cheio das melhores coisas do mundo.
segunda-feira, dezembro 18, 2006
IVG
A JS Tomar começou activamente a campanha para o sim no referendo da Interrupção Voluntária da Gravidez, nomeadamente com a distribuição de panfletos e a recolha de assinaturas para o movimento “Jovens pelo Sim”. Outras acções vão continuar, nomeadamente durante a noite, no Instituto Politécnico de Tomar e no mercado municipal.
De referir igualmente que o camarada Hugo Costa está a assumir as funções de responsável distrital pela campanha da Juventude Socialista.
De referir igualmente que o camarada Hugo Costa está a assumir as funções de responsável distrital pela campanha da Juventude Socialista.
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